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	<title>Dra. Patricia Carrenho Ruiz</title>
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	<description>Do sonho de ser mãe e por toda sua maternidade</description>
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		<title>Dra. Patricia Carrenho Ruiz</title>
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		<title>A primeira consulta com o pediatra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2017 10:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></category>
		<category><![CDATA[O que você precisa saber]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba o que levar e o que analisar na primeira consulta com o pediatra, o papel do médico na saúde e infância de seu filho.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Saiba o que levar e o que analisar na primeira consulta com o pediatra, o papel do médico na saúde e infância de seu filho.</h2>
<p>Escolher o pediatra do seu filho é uma tarefa muito importante, que idealmente já deveria começar na gestação. Existe a possibilidade de se realizar uma consulta pediátrica pré-natal, por volta de 32 a 34 semanas de gestação, para conhecer o profissional e abordar questões como tipos de parto, prática de alojamento conjunto, amamentação e outras informações sobre a gestação.</p>
<p>Nem sempre é possível que o pediatra que irá recepcionar seu bebê ao nascimento, na maternidade, seja o mesmo que irá segui-lo no consultório. Algumas maternidades têm uma equipe fixa de pediatras, alguns pediatras fazem apenas sala de parto e não têm consultório… De qualquer forma, a presença do pediatra na sala de parto é obrigatória e o tempo de permanência hospitalar após o nascimento é de, no mínimo, 48 horas.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9714 size-full" title="consulta com o pediatra" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/12/pediatra-e-bebe.jpg" alt="pediatra e bebe" width="400" height="265" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/12/pediatra-e-bebe.jpg 400w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/12/pediatra-e-bebe-300x198.jpg 300w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<p>Após a alta hospitalar, o ideal é que a primeira consulta com o pediatra seja feita ainda na primeira semana de vida. Não se esqueça de levar as informações relativas ao pré-natal, ao parto e ao período de permanência hospitalar, que são fornecidas pela maternidade. Nessa primeira consulta, é importante abordar aspectos da adaptação em casa com o novo bebê e como está a amamentação, as eliminações de urina e fezes, o sono, além do exame físico, com atenção especial para a icterícia e para a evolução do peso. Existe uma perda de peso que é normal e esperada nos primeiros dias de vida &#8211; cerca de 10% do peso de nascimento, que deve ser recuperado por volta do 10o dia de vida.</p>
<p>Geralmente, nessa primeira consulta não há muitas dúvidas por parte dos pais, pois a verdade é que eles ainda estão meio atordoados com todas as novidades e, muitas vezes, “a ficha ainda não caiu”. Quando meu filho Lucas nasceu, fomos para casa, tudo bem… E lá pelo fim da primeira semana de vida tive um insight: “Meu Deus, tenho um filho!”.</p>
<p>Após a primeira consulta, estando tudo bem com o bebê e com os pais, podemos entrar na rotina de consultas de puericultura, sendo a próxima consulta próximo de completar 1 mês de vida e, depois, consultas mensais até os 6 meses de vida.</p>
<p>Entre uma consulta e outra, faça uma lista das suas dúvidas e não tenha receio de sacá-la da bolsa durante a consulta e fazer todas as perguntas antes do fim da consulta.</p>
<p>Um aspecto importante a considerar é a disponibilidade do pediatra para contatos fora do ambiente da consulta em consultório. Cada pediatra tem sua política de contatos, alguns fornecem o número do celular, outros não. Hoje em dia, com o WhatsApp, e-mails e mensagens de celular, precisa-se estar disponível o tempo todo! E isso é praticamente impossível, por melhor que seja o profissional… Além disso, contatos telefônicos ou por mensagens servem apenas para orientações gerais sobre o que fazer, pois é temeroso estabelecer condutas sem ver e examinar o paciente.</p>
<p>O vínculo que se estabelece entre o pediatra, a criança e os pais é uma relação que deve ser permeada pela confiança e pelo respeito e que vai amadurecendo com o tempo e a familiaridade, que vai além de apenas tratar doenças, mas busca com afinco uma infância feliz e saudável.</p>
<h2>Você também vai gostar de ler:</h2>
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<hr />
<p style="text-align: right;">Atualizado em 03/02/2017 para inserção de links</p>
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		<title>Em paz, em meio ao caos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2015 10:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[mamãe]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maternidade me ensinou que a vida está mais para uma maratona do que para os 100 metros rasos, e o desafio é encontrar paz em meio ao caos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A maternidade me ensinou que a vida está mais para uma maratona do que para os 100 metros rasos. É preciso resistência e persistência, não apenas explosão e velocidade&#8230;</p>
<p>Ser mãe e cuidar da casa são serviços que nunca têm fim. Você arruma a sala e guarda os brinquedos; quando seu filho chega da escola, em poucos minutos parece que um furacão passou pela sala! Você lava uma tonelada de roupas, passa e guarda nas gavetas; em 3 dias, outra tonelada de roupas se refez no cesto. Você rala pra fazer o almoço e logo chega a hora do jantar. Quando você decora o nome dos personagens do desenho que seu filho ama, outro desenho passa a ser seu favorito. Não adianta querer fazer tudo e terminar o serviço, pois o serviço nunca acaba&#8230; Ou você enlouquece tentando manter tudo sob controle ou deixa um pouquinho de caos fazer parte da sua vida e mantém a sanidade. Eu tenho escolhido a segunda opção na maioria das vezes. Já desencanei da arrumação da sala, que se tornou um enorme estacionamento de carrinhos e pistas de corrida (só guardamos os brinquedos antes de dormir). Temos uma alimentação correta, mas também pedimos pizza quando a comida saudável acaba e estou com preguiça de cozinhar.</p>
<p>Sempre fui perfeccionista e muito organizada, do tipo que já deixa a roupa do dia seguinte separada na noite anterior (inclusive os acessórios). Lazer e diversão só podiam vir depois das obrigações cumpridas. Pois bem, tenho percebido que é possível deixar algumas coisas para depois e ir dar uma voltinha no parque no final da tarde. Muitas coisas que parecem que têm que ser feitas agora podem ficar para depois de uma corrida de carrinhos e muita gargalhada.</p>
<figure id="attachment_10112" aria-describedby="caption-attachment-10112" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-10112" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/02/familia-03-by-FreeDigitalPhotos-net.jpg" alt="Crédito Foto: FreeDigitalPhotos.net" width="400" height="266" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/02/familia-03-by-FreeDigitalPhotos-net.jpg 400w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/02/familia-03-by-FreeDigitalPhotos-net-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-10112" class="wp-caption-text">Crédito Foto: FreeDigitalPhotos.net</figcaption></figure>
<p>As perspectivas do que é realmente importante mudam.</p>
<p>E no meio de toda essa correria do dia-a-dia, se você olhar com atenção, percebe que há um ser-humano crescendo e se desenvolvendo e que isso é um processo alheio à sua vontade. Sim, estimular o desenvolvimento é importante, mas ele acontece por si só, em seu ritmo, independente do quanto você se preocupa com ele, independente do quanto você se empenha em manter tudo em ordem ou fazer tudo perfeito. Você vê aquele bebezinho, que não conseguia nem se virar na cama, começar a engatinhar, andar, correr e falar pelos cotovelos&#8230; Então, por que se prender a detalhes e se angustiar com coisas pequenas se temos diante dos olhos a vida acontecendo? Pare agora e olhe para seu filho; contemple o milagre da existência, a ordem e a perfeição intrínsecas da natureza, a vida que flui, sem muito esforço… E talvez você encontre dentro de si mesma esse milagre, essa ordem e perfeição sem esforços e aprenda a deixar também sua vida fluir, em seu próprio ritmo.</p>
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		<title>Realizando um sonho: conheci a Laura Gutman</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2015 10:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></category>
		<category><![CDATA[Laura Gutman]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Laura Gutman: primeira vez que ouvi esse nome estava grávida do Lucas e estava meio em crise e um amigo meu me indicou um livro dessa autora</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No início de novembro, tive a oportunidade de realizar um sonho: fui a um seminário e conheci a Laura Gutman!</p>
<figure id="attachment_9709" aria-describedby="caption-attachment-9709" style="width: 317px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-9709 size-full" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/12/laura-gutman-by-www-lauragutman-com-ar.jpg" alt="Laura Gutman Foto: Reprodução www.lauragutman.com.ar" width="317" height="159" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/12/laura-gutman-by-www-lauragutman-com-ar.jpg 317w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/12/laura-gutman-by-www-lauragutman-com-ar-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 317px) 100vw, 317px" /><figcaption id="caption-attachment-9709" class="wp-caption-text">Laura Gutman<br /> Foto: Reprodução www.lauragutman.com.ar</figcaption></figure>
<p>A primeira vez que ouvi esse nome foi em 2011, quando estava grávida do Lucas, agora já com quase 3 anos. Eu estava meio em crise e um amigo meu me indicou um livro dessa autora, chamado &#8220;A Maternidade e o encontro com a própria sombra&#8221;. Comprei o livro pela internet e o devorei em 1 ou 2 dias! Foi uma leitura fantástica! Falava de coisas que eu pressentia, mas não conseguia explicar em palavras. Me mostrou um significado mais profundo da gestação e do tornar-se mãe e as infinitas possibilidades de crescimento pessoal e autoconhecimento que esse momento tão peculiar da vida da mulher oferece. Posso dizer que esse livro mudou minha forma de enxergar muitas coisas, em especial a visão rígida que tinha sobre certos aspectos devido à minha formação pediátrica.</p>
<p>Mais recentemente, li outro livro dela chamado &#8220;O poder do discurso materno&#8221;. Esse livro não fala sobre maternidade, mas sobre o impacto e a amplitude daquilo que a mãe fala e pensa em relação aos filhos, determinando diversos aspectos de nossa formação pessoal e criando um personagem que carregaremos para o resto da vida, tentando sempre corresponder àquilo que achamos que nossa mãe espera de nós. O conteúdo do livro serve mais para repensarmos quem somos, para revermos nossa história, como nos tornamos quem somos hoje e como hoje, apesar de adultos, ainda somos guiados pelos anseios da criança que fomos e que ainda habita nosso íntimo. Não fala sobre como o seu discurso como mãe afetará seu filho, mas como você foi afetada pelo discurso de sua mãe e, tornando-se mais consciente disso, possa tornar-se mais autêntica, mais em contato com seu ser essencial e assim, possa exercer uma maternidade menos complicada, mais focada na criança que temos do que em nossas próprias angústias.</p>
<p>E foi esse o tema do seminário: &#8220;Biografia Humana: uma ponte entre nosso presente e nossa infância&#8221;, que é o trabalho que Laura Gutman desenvolve hoje. É formada em psicopedagogia clínica, na França e terapeuta familiar. Desenvolveu uma metodologia própria, a Biografia Humana. Tem vários livros publicados, abordando assuntos relativos à maternidade, vínculos afetivos, desamparo emocional e violência. Três de seus livros têm tradução para o português: “Maternidade e o encontro com a própria sombra”, “O Poder do discurso materno” (o meu é autografado!) e “Mulheres visíveis, mães invisíveis”.</p>
<p>Foi realmente emocionante ir a esse seminário, vê-la e ouvi-la, ao vivo, sabendo o quanto suas palavras tocaram e ainda tocam fundo em meu coração. Tive a oportunidade de agradecer quando pedi para que autografasse meu livro (na verdade, quase deixei de pedir o autógrafo, pois sou muito tímida e estava morrendo de vergonha…).</p>
<p>Recomendo a leitura, mas com cuidado: você não vai encontrar respostas, mas vai encontrar reflexões profundas, uma forma diferente de olhar para si mesma, como mulher e como mãe. Por isso, leia de mente e coração abertos, sem medo de encontrar quem você realmente é.</p>
<div class="clear"></div><div style="margin-top:10px; margin-bottom:10px;" class="divider divider-normal"></div>
<h2>Encontre os livros de Laura Gutman nas lojas online abaixo:</h2>
<table style="height: 27px;" width="413">
<tbody>
<tr>
<td><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-9164 aligncenter" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/11/submarino.jpg" alt="submarino" width="80" height="40" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" title="Submarino - Laura Gutman" href="http://ad.zanox.com/ppc/?29759571C93550299&amp;ULP=[[http://busca.submarino.com.br/busca.php?q=laura+gutman&amp;epar=af_as_00_za_zanox]]" target="_blank">www.submarino.com.br </a></span></p>
</td>
<td><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-9141 aligncenter" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/11/americanas.png" alt="americanas" width="80" height="40" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" title="Americanas - Laura Gutman" href="http://ad.zanox.com/ppc/?29759654C80531236&amp;ULP=[[http://busca.americanas.com.br/busca.php?q=laura+gutman&amp;epar=af_as_00_za_zanox]]" target="_blank">www.americanas.com</a></span></p>
</td>
<td><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-9153 aligncenter" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/11/livraria-cultura.png" alt="livraria-cultura" width="80" height="40" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" title="Livraria Cultura - Laura Gutman" href="http://ad.zanox.com/ppc/?29759662C25161408&amp;ULP=[[http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=12624&amp;destino=http://www.livrariacultura.com.br/busca?N=102831&amp;Ntt=laura+gutman&amp;utm_source=zanox&amp;utm_medium=link&amp;utm_term=custom_deeplink&amp;utm_content=custom_deeplink&amp;utm_campaign=custom_deeplink]]" target="_blank">www.livrariacultura.com.br</a></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Voltando à ativa após o nascimento dos filhos</title>
		<link>https://www.almanaquedospais.com.br/voltando-ativa-apos-o-nascimento-dos-filhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 10:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[mamãe]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Voltar à ativa após o nascimento dos filhos não é tão simples e esse processo pode levar meses ou até anos para se adaptar e se reencontrar...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns dias, eu estava lendo um texto sobre a volta ao trabalho após o nascimento dos filhos e estive me lembrando de como foi e ainda está sendo comigo e com o Lucas, agora com quase 3 anos de idade.</p>
<figure id="attachment_9702" aria-describedby="caption-attachment-9702" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-9702" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/12/trabalho-apos-nascimento-dos-filhos-by-www-cpl-ie-600x382.jpg" alt="Imagem: Reprodução www.cpl.ie" width="600" height="382" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/12/trabalho-apos-nascimento-dos-filhos-by-www-cpl-ie-600x382.jpg 600w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/12/trabalho-apos-nascimento-dos-filhos-by-www-cpl-ie-300x191.jpg 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/12/trabalho-apos-nascimento-dos-filhos-by-www-cpl-ie.jpg 700w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-9702" class="wp-caption-text">Imagem: Reprodução www.cpl.ie</figcaption></figure>
<p>Voltei da licença-maternidade quando o Lucas estava com 4 meses. Até então, não tínhamos babá, nós mesmos fazíamos tudo. Durante o período da licença, minha mãe sempre ia passar uma parte do dia comigo, pra me ajudar e fazer companhia (e me enlouquecer um pouco&#8230;). Quando voltei a trabalhar, contratei duas pessoas excelentes, de extrema confiança, para cuidar do Lucas enquanto eu estivesse fora, de manhã e à tarde. Elas começaram cerca de um mês antes da minha volta, para que o Lucas pudesse se acostumar, mas na verdade, quem precisava se acostumar era eu&#8230; No primeiro dia, chorei inconsolavelmente e olha que nesse dia eu nem saí de casa&#8230; Nos dias seguintes, fui me acostumando e quando chegou a hora de passar o dia inteiro fora de casa, já não havia estresse&#8230;</p>
<p>Tudo estava ótimo, entrando numa nova rotina&#8230; Daí, nós mudamos de cidade quando o Lucas tinha 7 meses. E tudo ficou mais complicado&#8230; Optamos por colocá-lo em uma escolinha e tivemos a sorte de encontrar um lugar muito acolhedor e alegre, onde ele se adaptou muito bem.</p>
<p>Quem teve problemas de adaptação, na verdade, fui eu&#8230; A questão não era apenas voltar a trabalhar após a maternidade, mas começar uma nova vida do zero, em outra cidade, em outros locais de trabalho, com pessoas diferentes, além dos cuidados com a casa e com o Lucas. Não foi fácil&#8230; Sair para os plantões e ficar 12 ou até 24 horas longe do Lucas era penoso demais&#8230; Além disso, eu estava muito sensível e era muito difícil para eu encarar o ambiente de sala de parto e UTI neonatal. Então, em uma reviravolta profissional, decidi ficar apenas no consultório, atendendo consultas de pediatria geral, que me permitia manter uma atuação profissional, com horários mais flexíveis. E decidi esperar, me dar um tempo para aceitar todas as mudanças que haviam acontecido e descobrir meu lugar nessa nova vida, nessa nova cidade, como médica e mãe.</p>
<p>O tempo foi passando e hoje, quase 3 anos depois, posso dizer que estou pronta pra voltar ao trabalho. Reduzi minhas horas de consultório e voltei para minha paixão que é a neonatologia&#8230; Claro que hoje eu optei por trabalhar muito menos do que eu trabalhava antes dele nascer e pode parecer estranho, mas acostumar-se a trabalhar menos é difícil, principalmente se você está viciada na adrenalina de um dia intenso de trabalho&#8230; Ficar 24 horas longe do Lucas ainda é penoso, mas bem menos. Ele e o Marcelo, meu marido, se viram super bem sem mim.</p>
<p>Seria mentira se eu dissesse que não sinto uma ponta de culpa por abrir mão de horas de convívio com meu filho para ir trabalhar, mas a satisfação de fazer o que gosto é muito grande e eu ainda tenho bastante tempo livre para curtir com ele e, melhor, curtir com ele me sentindo bem e realizada.</p>
<p>Infelizmente, não existe um botão que você aperta quando se completam os 4 ou 6 meses da licença-maternidade e te coloca no modo &#8220;trabalho&#8221; novamente. Às vezes, é necessário muito mais tempo para que você encontre um equilíbrio entre as demandas de ser mãe e as demandas profissionais. Talvez você tenha que mudar sua relação com o trabalho em favor da relação com o seu filho, talvez você tenha que abrir mão ou adiar pretensões na carreira, talvez você precise rever seu estilo de vida&#8230;</p>
<p>É bem possível também que você tenha que lidar com a expectativa alheia. Uma vez, nesse período em que eu estava apenas meio período no consultório, fui questionada: “E quando você vai voltar a trabalhar de verdade?” Hein? Trabalhar de verdade? Cuidar de uma criança pequena e da casa É trabalho de verdade, também cansa, estressa e, infelizmente, não tem muito reconhecimento.</p>
<p>Respeite seu próprio tempo e suas convicções. Saiba abrir mão de algumas coisas para ganhar outras. Não defina sua identidade pessoal pela sua profissão ou emprego, pois você agora precisa agregar à sua identidade pessoal sua função materna e ela é infinitamente mais valiosa, pois não diz respeito somente a você. Aprenda a dar a si própria valor e reconhecimento por ser mãe.</p>
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		<title>Finalmente, o Natal&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Dec 2014 10:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passei um mês e meio explicando para o meu filho de 3 anos, que ainda faltava bastante para o Natal, que o Papai Noel ainda no Pólo Norte…</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente, chegou o dia de Natal! Digo isso pois parece que este ano a época de Natal começou muito cedo, no começo de novembro já havia enfeites natalinos nos shoppings e nas lojas. Passei um mês e meio explicando para o meu filho Lucas, de 3 anos, que ainda faltava bastante para o Natal, que o Papai Noel ainda estava na casa dele no Pólo Norte… “Esse Natal não chega…”, era o que ele me dizia quase todo dia.</p>
<p>E nesse longo período pré-natalino houve a progressão da expectativa do presente. No início, ele dizia que o Papai Noel iria trazer 1 carrinho; alguns dias depois, dizia que seriam 2 carrinhos. Até que um dia, o Papai Noel iria trazer um monte de carrinhos… É bem provável que ele ganhe um monte de carrinhos mesmo, se depender dos avós…</p>
<p>Eu adoro a época do Natal! Parece que o mundo inteiro fica mais alegre e mais generoso, em consonância com o aspecto religioso da data. Sim, porque além da árvore de Natal e dos presentes, não podemos nos esquecer do presépio, onde estão Maria, José e o Menino Jesus, a razão primeira do Natal.</p>
<p>Além da alegria e da generosidade típicas da época, ocorre outro fenômeno: o encurtamento do tempo. Parece que os dias passam mais rápidos e por mais que você adiante as compras da interminável lista de presentes, sempre falta um, que você precisa ir ao shopping no dia 23 à noite para comprar… e quando você percebe, está em um ritmo frenético, programando a ceia, recebendo a família, embrulhando presentes, escrevendo cartões… e deixando de prestar atenção nos olhinhos brilhando do seu filho diante das luzes da árvore ou querendo saber qual o nome da vaquinha que está no presépio… O Natal é muito especial para as crianças, é mágico, é luminoso… Talvez nós, adultos, precisemos dar mais valor a esses aspectos sublimes e não ao consumismo puro e simples, para preservar a ingenuidade de nossos filhos e para que aprendam que as coisas que têm valor na vida não são compradas no shopping.</p>
<p><strong>Por isso, que neste Natal possamos dar atenção àquilo que realmente importa na vida: as pessoas que amamos, em especial aos nossos filhos.</strong> Que possamos enxergar além dos eventos sociais que acompanham a data e viver o verdadeiro espírito de paz, amor, caridade e união. Que o nosso coração esteja aberto para dar e receber as bênçãos e graças de Deus. E que possamos ser mais alegres e generosos durante todos os dias do novo ano que está chegando. Feliz Natal!</p>
<figure id="attachment_9696" aria-describedby="caption-attachment-9696" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-9696" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/12/natal-menina-presente-by-wallcoo-net-600x375.jpg" alt="Foto: Reprodução www.wallcoo.net" width="600" height="375" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/12/natal-menina-presente-by-wallcoo-net-600x375.jpg 600w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/12/natal-menina-presente-by-wallcoo-net-300x187.jpg 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/12/natal-menina-presente-by-wallcoo-net.jpg 700w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-9696" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução www.wallcoo.net</figcaption></figure>
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		<title>Viajar para Machu Picchu com filhos, será que é uma boa ideia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2014 10:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[pediatra que virou mãe]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Viajar para Machu Picchu com filhos, será que é uma boa ideia? Eu e meu marido acreditamos que não e optamos por viajar, pela primeira vez, sem nosso filho.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" title="Minha primeira viagem sem meu filho" href="http://www.almanaquedospais.com.br/minha-primeira-viagem-sem-meu-filho/" target="_blank">post anterior</a></span>, contei como foi viajar pela primeira vez sem meu filho Lucas, de 3 quase 3 anos de idade. Ficamos, meu marido e eu, 5 dias no Peru, visitamos Machu Picchu, nos divertimos muito. O Lucas ficou super bem com os avós aqui no Brasil, apesar de uma conjuntivite incômoda.</p>
<p>Optamos por não levar o Lucas para o Peru porque o estilo da viagem não combinava com crianças, na nossa opinião. O vôo, com escalas, foi cansativo. O fuso horário, a altitude de Cusco, a rusticidade do passeio, caminhadas longas e em terrenos irregulares, enfim, achamos que não era programa para uma criança de 3 anos; provavelmente, ele iria se cansar mais do que aproveitar…</p>
<figure id="attachment_9476" aria-describedby="caption-attachment-9476" style="width: 420px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-9476" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/11/Machu-Picchu-com-filhos-by-www-cat-travel-com.jpg" alt="Foto: Reprodução http://www.cat-travel.com" width="420" height="279" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/11/Machu-Picchu-com-filhos-by-www-cat-travel-com.jpg 420w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/11/Machu-Picchu-com-filhos-by-www-cat-travel-com-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 420px) 100vw, 420px" /><figcaption id="caption-attachment-9476" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução http://www.cat-travel.com</figcaption></figure>
<p>Bem, essa é a minha opinião e do Marcelo, meu marido. Mas, no dia da visita guiada a Machu Picchu, encontramos um casal que pensava diferente… Um rapaz e uma moça, colombianos, com um menino de 3 anos e uma bebezinha de 11 meses. Eles estavam muito tranqüilos, tirando fotos e tudo mais. Já eu, não conseguia me concentrar nas explicações do guia… Eu estava alerta, sempre prestando atenção no menininho de 3 anos (afinal, estávamos em uma montanha, com terraços, possibilidades de quedas e outros acidentes…) e também preocupada com a bebezinha de 11 meses, no canguru junto com a mãe, principalmente quando começou a chover… Em certo momento, eu decidi que iria parar de me preocupar com as crianças e iria curtir a visita, mas era impressionante como eu estava sempre perto deles, dentro do nosso grupo, que era grande… Acho que era uma aproximação inconsciente… Já quase no fim da visita (quase 2 horas caminhando…), o menino pediu colo e o pai ralhou com ele, pedindo para que ele se comportasse. Nesse momento, meu coração doeu e eu quase me ofereci para pegá-lo no colo… Enfim, a visita acabou e eu rezei para que eles fossem embora logo…</p>
<p>Eu não sou contra levar crianças em viagens, mas é preciso saber que talvez a viagem não seja exatamente como você planejou, que talvez você tenha que prestar atenção no seu filho e não no guia da excursão, que as necessidades das crianças são muito diferentes das necessidades dos adultos… Será que aquele menininho de 3 anos vai guardar memórias vívidas de sua visita a Machu Picchu? A bebezinha de 11 meses não vai se lembrar de nada… E pior, o pai estava tirando fotos apenas da paisagem e não das crianças na paisagem…</p>
<p>Eu não acho que crianças sejam feitas de porcelana e tenham que ser protegidas de tudo, mas acho que é preciso bom senso a respeito das experiências e situações a que expomos nossos filhos. Ir visitar Machu Picchu com crianças pequenas talvez não seja exatamente uma boa ideia&#8230;</p>
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		<title>Minha primeira viagem sem meu filho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2014 10:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Minha primeira viagem sem meu filho de 3 anos foi para Machu Picchu, no Peru. Acho que até me comportei bem, mas a saudade foi imensa...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Viagens são experiências fantásticas e têm um outro significado depois que você tem filhos. Eu adoro viajar e depois que o Lucas nasceu, fizemos algumas viagens curtas, para lugares próximos, tipo praia, hotel-fazenda, São Paulo, sempre levando ele junto. Mas ele já está com quase 3 anos e achei que não haveria problemas em fazer uma viagem um pouco mais longa e um pouco mais longe e deixá-lo com os avós. Programei uma viagem para Machu Picchu, no Peru, 5 dias, para o fim de outubro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-9473" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/11/Machu_Picchu-650-600x399.jpg" alt="Machu_Picchu-650" width="600" height="399" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/11/Machu_Picchu-650-600x399.jpg 600w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/11/Machu_Picchu-650-300x199.jpg 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/11/Machu_Picchu-650.jpg 650w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Enquanto estivemos fora, o Lucas ficou com meus pais, na nossa própria casa, para não mudar muito a rotina dele. Fiz um roteiro com os horários habituais dele, como hora de acordar, entrada na escola, o horário de saída, horário do banho, hora de dormir, já suspeitando que talvez não fossem cumpridos a risca&#8230; Tudo bem, não dá pra opinar muito quando você está a milhares de quilômetros de distância e eu nem tinha a ilusão de que minha mãe e meu pai fariam os cuidados com o Lucas exatamente do jeito que eu faço&#8230; Mas eles têm o jeito deles de cuidar, que é muito bom também, com muita paciência, muita diversão, poucas regras, enfim&#8230; avós&#8230; Deixamos também o contato de um amigo pediatra e de outros amigos, caso precisassem de ajuda.</p>
<p>Bem, estava tudo certo&#8230; até eu me dar conta de que eu estava realmente APAVORADA com a idéia de ficar 5 dias a milhares de quilômetros de distância do meu filho! Pensamentos catastróficos me perseguiam nos dias anteriores à viagem. Eu até pedi para minha mãe se seria possível que eles ficassem os 5 dias trancados dentro do nosso apartamento, só comendo e assistindo Pocoyo, para minimizar os riscos de que algo acontecesse&#8230; Acho que minha insanidade era tanta que minha mãe até concordou&#8230;</p>
<p>Chegou o dia da viagem. Nos despedimos do Lucas na hora de dormir, pois sairíamos de casa de madrugada, o vôo era às 7 da manhã. Já havíamos explicado para ele que ficaríamos alguns dias fora e que ele ficaria com o vovô e a vovó. Na madrugada, logo antes de sair de casa, dei mais uma olhadinha nele dormindo. Tudo certo.</p>
<p>Fomos para o aeroporto, pegamos nosso vôo, chegamos ao Peru, sem problemas. Chegando ao hotel, ficamos em dúvida: “será que a gente liga pra saber como estão as coisas?”. Poxa, fazia menos de 12 horas que havíamos saído de casa&#8230; Ligamos.</p>
<p>“Alô? Oi, mãe, sou eu, Patricia. Nós acabamos de chegar&#8230;”</p>
<p>“Você viu a mensagem que seu pai te mandou?”</p>
<p>“Não&#8230; Aconteceu alguma coisa?”</p>
<p>“Você viu o e-mail que ele te mandou?”</p>
<p>“Não! O que aconteceu?”</p>
<p>Acho que meu coração parou de bater por alguns segundos durante esse breve diálogo&#8230;</p>
<p>“O Lucas acordou com conjuntivite!”</p>
<p>Bom, conjuntivite é infinitamente melhor do que estar internado em uma UTI ou qualquer coisa do tipo (que foi a primeira coisa que me passou pela cabeça&#8230;). Eles já haviam levado o Lucas para nosso amigo pediatra dar uma olhada, já estavam pingando o colírio de antibiótico, tudo sob controle&#8230;</p>
<p>Apesar da conjuntivite, obviamente, meus pais e o Lucas não ficaram trancados dentro do apartamento assistindo Pocoyo, mas como meu pior medo, de que algo acontecesse, já havia se concretizado algumas horas depois de ter saído de casa, meu nível de estresse diminuiu bastante e nós aproveitamos muito nossos dias em Machu Picchu.</p>
<p>Acho que me comportei muito bem nessa primeira viagem sem meu filho. Não chorei, não surtei, liguei uma vez por dia apenas, curti a viagem&#8230; Mas a saudade era tanta, que até dispensei aquela passadinha no freeshop só para chegar mais cedo em casa e abraçar, beijar e apertar a coisa mais linda do mundo&#8230;</p>
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		<title>Você já abraçou seu filho hoje?</title>
		<link>https://www.almanaquedospais.com.br/voce-ja-abracou-seu-filho-hoje/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2014 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[mamãe]]></category>
		<category><![CDATA[papai]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivemos preocupados com a saúde e o bem-estar dos nossos filhos, mas muitas vezes a correria nos faz deixar de lado a atenção. Você abraçou seu filho hoje?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos preocupados com a saúde e o bem-estar dos nossos filhos (ainda bem, senão minha profissão de pediatra não existiria&#8230;). Todos os dias recebo no consultório pais ansiosos: &#8220;O crescimento está normal?&#8221; ou &#8220;Ele é muito agitado, será que tem algum problema?&#8221; ou ainda &#8220;Ela não come frutas nem legumes, será que não precisa de reposição de vitaminas?&#8221;. Bem, essas coisas são realmente muito importantes, mas acredito que exista um problema maior, que geralmente está na origem desses outros problemas e que nunca nenhum pai ou mãe me perguntou: &#8220;<strong>Será que dou atenção suficiente para meu filho?</strong>&#8220;.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9014" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/10/pai-e-filha-abraço-600x400.jpg" alt="pai e filha abraço (600x400)" width="600" height="400" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/10/pai-e-filha-abraço-600x400.jpg 600w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/10/pai-e-filha-abraço-600x400-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Costumamos nos queixar do quanto estamos cansados, do trabalho que as crianças dão no dia-a-dia, da agitação e da desobediência, das birras e malcriações&#8230; Mas você já se deu conta do quanto do seu tempo você dedicou ao seu filho? Quero dizer: que você <em>realmente</em> dedicou ao seu filho, sentou junto com ele no chão, sem pressa, prestou atenção no que ele estava fazendo, brincou junto, olhou dentro dos olhinhos dele e disse &#8220;Eu te amo!&#8221;.</p>
<p>O ritmo de vida é alucinante, nossas atribuições vão se multiplicando, os dias parecem cada vez mais curtos&#8230; E nossos filhos ficam perdidos no meio da nossa correria…</p>
<p>E a culpa nos persegue, implacável… Você está trabalhando e pensando que gostaria de ter mais tempo para dar atenção ao seu filho. Daí, você chega em casa e não consegue dar atenção à criança porque sua cabeça está cheia de coisas do trabalho…</p>
<p>Não há solução simples e fácil, mas quem tem a capacidade de modificar sua rotina é o adulto, adaptar-se às necessidades da criança e não ficar lutando para que a criança mergulhe no seu ritmo. Eu sei que algumas coisas são praticamente impossíveis de mudar e talvez não seja possível alterar seus horários de trabalho nem o tanto de e-mails que você tem pra responder ou o tanto de roupas que você tem para passar, mas você pode começar reservando 30 segundos do seu dia para abraçar seu filho, sem pressa, sem cobranças… É preciso nutrir também o afeto!</p>
<p>Você vai perceber que não está apenas abraçando, mas está também sendo abraçado… E tantas coisas podem ser ditas no silêncio de um abraço apertado… E tantas feridas podem ser curadas no calor de um abraço carinhoso… E essa pode ser a passagem para deixar de lado as preocupações do trabalho e da vida corrida e mergulhar no universo da vida do seu filho.</p>
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		<item>
		<title>Aprenda a cuidar dos dentinhos do seu bebê</title>
		<link>https://www.almanaquedospais.com.br/aprenda-cuidar-dos-dentinhos-seu-bebe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2014 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ajudas e dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[dentes de leite]]></category>
		<category><![CDATA[dentes do bebê]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde bucal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprenda a cuidar dos dentinhos do seu bebê, além de dicas para aliviar os sintomas do nascimento dos dentinhos e aliviar o desconforto da criança.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os cuidados com os dentes do bebê devem começar desde o surgimento do primeiro dentinho!. Nesse vídeo do Santa Receita da TV Aparecida, com a participação da odontopediatra Marcela Pastore, falamos sobre:</p>
<ul>
<li>uso de escovas para a higienização</li>
<li>uso de pasta com flúor</li>
<li>prejuízos com uso da chupeta</li>
<li>dentes neonatais</li>
<li>cáries</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" width="600" height="338" src="http://www.youtube.com/embed/yMUmiri614Y?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Bebês prematuros: tire suas dúvidas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2014 16:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ajudas e dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></category>
		<category><![CDATA[Recém-nascidos]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[prematuros]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[YouTube]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tire todas suas dúvidas sobre bebês prematuros, cuidados especiais, volume do leite materno e muito mais informação com a Dra. Patricia Ruiz.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O nascimento de um bebê prematuro traz muita angústia para os pais&#8230; A prematuridade implica em inúmeros riscos para o bebê, tempo prolongado de internação, muitas vezes em UTI Neonatal. Mas são bebês muito especiais, guerreiros&#8230; E mães de bebês prematuros também são guerreiras, enfrentando o maior medo que uma mãe pode enfrentar…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" width="600" height="338" src="http://www.youtube.com/embed/NKhnHIse6hE?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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