Heloisa Capelas – Almanaque dos Pais https://www.almanaquedospais.com.br Do sonho de ser mãe aos 6 anos do seu filho Fri, 13 Oct 2017 15:02:26 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.2.2 https://www.almanaquedospais.com.br/wp-content/uploads/2016/09/cropped-logo-Almanaque-dos-pais-512x512-150x150.png Heloisa Capelas – Almanaque dos Pais https://www.almanaquedospais.com.br 32 32 Como o autoconhecimento dos pais pode interferir na vida dos filhos? https://www.almanaquedospais.com.br/como-o-autoconhecimento-dos-pais-pode-interferir-na-vida-dos-filhos/ https://www.almanaquedospais.com.br/como-o-autoconhecimento-dos-pais-pode-interferir-na-vida-dos-filhos/#respond Mon, 16 Oct 2017 11:00:02 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14418 Considerado o mês das crianças, outubro é o período em que os pequenos são mais lembrados com as entregas de mimos e carinhos. E essa evidência me faz refletir: quais referências de valores, autoestima, desenvolvimento e amor essas crianças estão recebendo hoje em seus lares e como o autoconhecimento dos pais pode ajudar em todo …

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Considerado o mês das crianças, outubro é o período em que os pequenos são mais lembrados com as entregas de mimos e carinhos. E essa evidência me faz refletir: quais referências de valores, autoestima, desenvolvimento e amor essas crianças estão recebendo hoje em seus lares e como o autoconhecimento dos pais pode ajudar em todo esse processo?

Crédito Foto: FreeDigitalPhotos.net

Quando criança, nossas atitudes, gostos e desejos estão intimamente ligados ao nosso ambiente familiar, já que é a nossa maior e principal referência – especialmente sobre o que presenciamos das próprias atitudes e comportamentos dos pais. Passamos a observá-los e a copiá-los em tudo. A criança, por um tempo, precisa olhar para os adultos, até para descobrir qual o seu lugar nesse mundo e no seio da família.

Os pais têm a responsabilidade de manter um ambiente saudável e equilibrado ao longo da vida, mas principalmente na fase da infância, estar atento, com consciência sobre si mesmo e ao que transmite ao filho pode fazer toda a diferença positiva para o desenvolvimento das crianças.

É aqui que entra a importância do autoconhecimento, pois, a partir dela os pais têm a oportunidade de reconhecer suas próprias negatividades e aprender caminhos para mudar a si mesmos, isso influencia diretamente o meio no qual a criança vive. Os pais passam a perceber melhor sua própria humanidade, isto é, que não são seres perfeitos, todos somos constituídos pelo nosso bem e pelo nosso mal. Por isso, reconhecer nossas próprias dificuldades e qualidades é um passo essencial para desenvolver a autoestima e autoconfiança. A maneira que nossos pais nos ensinaram, provavelmente, também foi a forma que eles aprenderam, o que torna fundamental quebrar essa sequência negativa e investir na mudança. Nunca é tarde para praticarmos o autoconhecimento e passarmos a vida a limpo, e podemos começar agora com algumas atitudes, tais como:

Observe e conheça a você mesmo. Não importa a idade do seu filho, o primeiro passo para a relação de vocês se estabelecer com mais qualidade é que você reconheça a si mesmo e aceite seus próprios defeitos e qualidades; tenha interesse em descobrir quem e como é o seu filho. Olhe nos olhos da criança com curiosidade. Ela já tem tendências, gostos, sabores, cheiros; saiba reconhecer e elogiar os bons comportamentos. Faça elogios ao seu filho. Mas elogie pontualmente, na hora em que a situação for digna de reconhecimento; ajude-os a reconhecer e nomear as próprias emoções. Ensine-os sobre o que eles estão sentindo e que está tudo bem eles vivenciarem aquela emoção, inclusive quando forem negativas (como raiva, dor, ciúme etc). Reconhecer os próprios sentimentos faz parte do autoconhecimento.

Essas, dentre outras dicas, são abordadas profundamente no curso de autoconhecimento “Processo Hoffman”, reconhecido em vários países há 50 anos e presente no Brasil há mais de 35. Além disso, nenhuma das dicas terá sucesso e nenhum filho será realmente feliz se antes os pais não buscarem a própria felicidade. Seus filhos copiarão sempre seus comportamentos. E não importa se você trabalha fora e não tem tempo para estar com a criança. Dê o seu melhor. Quando estiver com seu filho, fique com ele, olhe para ele, curta o momento. Isso tem um significado extraordinário!

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Talentos – Comece a libertá-los https://www.almanaquedospais.com.br/talentos-comece-liberta-los/ https://www.almanaquedospais.com.br/talentos-comece-liberta-los/#respond Mon, 11 Sep 2017 13:17:08 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14359 Seja sincero: você sente que usa seu talento naquilo que faz? O que você produz é fruto de seu talento? Você reconhece ou sabe quais são seus talentos? Se você deseja abrir seu próprio negócio seja porque gostaria de mudar ou porque, infelizmente, perdeu o emprego; se você está infeliz porque há anos não gosta …

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Seja sincero: você sente que usa seu talento naquilo que faz? O que você produz é fruto de seu talento? Você reconhece ou sabe quais são seus talentos?

talento

Se você deseja abrir seu próprio negócio seja porque gostaria de mudar ou porque, infelizmente, perdeu o emprego; se você está infeliz porque há anos não gosta do que faz (e quem sabe ainda continue trabalhando com a mesma coisa e na mesma empresa); se você ainda é jovem e não sabe bem que profissão escolher ou pode ser que até esteja mais velho, porém ainda se sente perdido… Eu gostaria que você refletisse sobre o que realmente significa TALENTO.

Todos esses anos trabalhando com uma das metodologias de Autoconhecimento mais reconhecidas do mundo, que é o Processo Hoffman, percebi que as pessoas têm muita dificuldade em identificar, descobrir e usar seus próprios talentos. Por isso, a importância de conversarmos sobre esse tema.

Estamos acostumados a ouvir a palavra “talento” nas mídias e, em geral, quando ela surge, é para reforçar as competências relacionadas às artes. Então, a primeira coisa a refletir é que “talento” não precisa necessariamente estar relacionado à grande exposição e nem a um dom artístico. Há pessoas que têm ciência disso, mas há também quem sinta que precisa fazer algo de grande visibilidade para dar vazão ao próprio talento. Acredite: você nasceu com pelo menos uns três talentos e provavelmente não os usa para ter sucesso, dinheiro e nem satisfação.

Para reconhecer e usar seus talentos de maneira consciente e plena é preciso você se autoconhecer. Sim, e já te explico o porquê e como iniciar este caminho.

Quer começar a investigar sobre seus talentos?

O primeiro passo é simples, de verdade, e começa por usar a memória para relembrar o que você gostava de fazer na infância. Isso mesmo, quero que você se recorde das atividades que te deixavam feliz. Você pode se surpreender! Sabia que aquelas suas brincadeiras infantis estavam repletas de talentos “escondidos” e que vieram com você para serem desenvolvidos?

Algumas pessoas têm talentos mais evidentes, mas a questão é que a grande maioria de nós “desaprendeu” ou se esqueceu dos talentos que possui. E há ainda os que negligenciaram suas capacidades inatas, isto é, não as desenvolveram, seja porque não quiseram ou porque não puderam.

Se formos aprofundar, esses entraves estão ligados ao aprendizado emocional da infância. Esta é a fase em que começamos a descobrir o mundo e é também a que fomos, muitas vezes, repreendidos de forma repetitiva ou controlados excessivamente por nossos pais ou cuidadores. A intenção, claro, pode ter sido para o nosso bem e até mesmo para evitar algum perigo físico, porém, em diversas situações, aquele tipo de comportamento ou atividade infantil que nos levou a tomar uma bela bronca poderia revelar nossos talentos em potencial.

Quando crianças, em nosso pequenino cérebro, essas advertências sem explicações – ou seja, os “nãos” que não compreendíamos, porque simplesmente não tínhamos ainda maturidade para tal – foram interpretados como se estivéssemos fazendo algo muito, mas muito ruim. Algo que nossos pais desaprovavam, mas que não sabíamos o porquê.

Nossa percepção emocional na infância é a de que, se fizermos aquilo outra vez, seremos advertidos ou não seremos amados. É aí então que começamos a abandonar nossos talentos e crescemos cheios de medo, de vergonha, de insegurança, de autocrítica e de sentimentos que nos impedem de acessar aqueles talentos mais legais. É como se estivéssemos cheios de “freios” em alguns talentos, e o resultado é que vamos nos desencorajando.

Se você estiver vivendo um momento de incertezas quanto às suas capacidades e habilidades, quanto à sua profissão, pare um pouco, tire um tempo para recordar seus talentos infantis, aquilo que te dava prazer.

Esse acesso à lembrança é fundamental para você começar a se livrar dos freios que por anos te deixaram preso. Tenho certeza que, ao fazer isso, muitas decisões ficarão bem mais fáceis e o medo de errar, de não dar certo e a autocrítica darão espaço ao seu desenvolvimento.

Espero ter lhe ajudado com essa reflexão e que você possa começar a dar novos passos em sua caminhada de talentos!!

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Vida sem propósito não é vida; é apenas uma palavra https://www.almanaquedospais.com.br/vida-sem-proposito-nao-e-vida-e-apenas-uma-palavra/ https://www.almanaquedospais.com.br/vida-sem-proposito-nao-e-vida-e-apenas-uma-palavra/#respond Mon, 07 Aug 2017 10:00:57 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14317 Mais um dia nasce, o que significa que uma grande dádiva está em nossas mãos! Afinal, cada novo amanhecer representa também uma nova chance para vivermos com propósito. Mas será que você está vivendo o seu propósito para esta vida? Para responder a essa questão, te convido a fechar os olhos e a se perguntar sinceramente: …

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Mais um dia nasce, o que significa que uma grande dádiva está em nossas mãos! Afinal, cada novo amanhecer representa também uma nova chance para vivermos com propósito. Mas será que você está vivendo o seu propósito para esta vida? Para responder a essa questão, te convido a fechar os olhos e a se perguntar sinceramente:

Eu acordo pela manhã e sinto que existem milhões de possibilidades à minha frente?
Eu posso fazer (e tenho feito) escolhas fundamentadas naquilo que gosto de fazer?

Vida sem propósito não é vida; é apenas uma palavra

Se sua resposta é que, sim, então provavelmente está vivendo ou está em alinhamento com seu propósito. No entanto, se pensou e sentiu que as suas possibilidades são poucas ou se esgotaram, que despertar para esse dia é um fardo, ou mesmo que você está travado e não consegue sair do lugar, então eu preciso te dizer: você está distante de seu propósito.

Neste caso, vamos conversar sobre isso?

Bem, em primeiro lugar, preciso que você entenda exatamente sobre o que estou falando. Das mais de 10 mil pessoas que já passaram pela minha sala de aula, incluindo as de elevado nível social, sem exceção, todas querem ser felizes. Na realização de seus planos está a busca pelo bem-estar e felicidade. Entretanto, para ser feliz é fundamental que você viva o seu propósito, daí a importância de conversarmos sobre isso.

Quando digo que vida sem propósito é apenas uma palavra, é mesmo no sentido de que falta algo que dê completude e significado à sua vida, para que ela não seja apenas uma sequência de fazeres automáticos para você se “manter” vivo.

Afinal, o que é propósito?

Muita gente confunde propósito com objetivos e metas, então o primeiro passo é desfazer essa noção!

“Objetivo” é aquilo que você deseja obter, realizar ou alcançar; pode ser mudar de profissão, montar um negócio, comprar um carro, emagrecer etc. As metas são as etapas que você precisa concluir para atingir seu objetivo e, por isso, elas têm de conter datas, prazos e ações. Por exemplo, tenho um amigo que tem o objetivo de comprar uma casa e a sua meta é guardar 500 mil reais em 5 anos. Para isso, ele traçou um planejamento e precisará cumprir várias ações ao longo desse tempo.

Já o propósito está relacionado à nossa finalidade nesta vida, à essência de quem somos, ao que nos dá significado; ele ilumina o nosso ser e define o que somos para nós mesmos e para quem nos cerca. O seu propósito é, metaforicamente, seu grande guarda-chuva e é abaixo dele que estão seus objetivos e metas; assim, quanto mais alinhados eles estiverem com seu propósito, mais feliz você se sentirá.

Se você sente que seu propósito está em falta, será que sabe como ou onde “encontrá-lo”? Bem, o autoconhecimento é um pilar fundamental para que possa se apropriar do seu propósito. Um exercício que pode te ajudar é: pergunte-se “para quê?”. Vou explicar melhor, acompanhe.

Para que…?

Para descobrir o seu propósito ou assegurar que o que está fazendo hoje está alinhado com ele pergunte-se: “PARA QUÊ?”.
Para que eu vivo?
Para que eu existo?
Para que sou a pessoa que eu sou?
Para que desejo casar?
Para que desejo guardar dinheiro?
Para que esta empresa existe?
Para que sou líder?
Para que…

Veja que é diferente de usar “por quê?”. A resposta do “por que” leva você ao passado ou a uma reposta de status quo como: “guardo dinheiro para me sentir seguro”. Já o “para que” leva você a refletir sobre qual o sentido de guardar dinheiro.

Quando estamos conectados ao autoconhecimento conseguimos responder ao “para que” com muito mais fluidez e facilidade. É algo que conquistei no Processo Hoffman e pelo qual sou profundamente grata a Bob Hoffman.

Sempre que pratico esse exercício, eu, particularmente, vejo claramente que o meu propósito é o de motivar e desenvolver, no maior número possível de pessoas, a vontade de desfrutar do amor-próprio e da felicidade em suas vidas. É o que me dá razão para viver, para existir e para ser a pessoa que sou. E é assim que me sinto atuante e capaz de colaborar em prol de um mundo melhor.

Então, sem medo, convido você a fazer a principal pergunta do propósito: para que você acorda todos os dias? E quem se importa com isso?

Encontre sua resposta e, depois, honre-a: esta é a sua razão de viver.

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Quantas vezes alguém nos abordou para saber o que achamos de um determinado assunto ou nos pediu uma opinião, e assim que respondemos o que pensamos, principalmente se nossa opinião foi contrária às ideias do interlocutor, nos sentimos como se tivéssemos acabado de mexer num vespeiro?

Mesmo quando somos convidados a opinar ou quando discordar deveria ser saudável, natural e construtivo, é comum notarmos uma resistência irracional do outro lado, uma reação quase inexplicável que é capaz de anular qualquer possibilidade de entendimento mútuo e destruir uma relação. A reação mais fácil muitas vezes é desistir daquela pessoa tão cabeça dura, não é mesmo?

Mas de onde vem essa resistência à opinião alheia no ser humano? Gostaria de te convidar a se perguntar, o que nos leva a não dar ouvidos aos outros, a nos agarrar às nossas convicções como se elas fossem uma questão de sobrevivência e a pensar porque vemos qualquer opinião contrária à nossa como uma ameaça.

Ora, somos agraciados ou desenvolvemos muitos dons e certamente a capacidade de nos comunicarmos é um dos “dons” mais complexos que usamos todos os dias, porque ela envolve não só a fala, mas também o gesto, a expressão facial, corporal e a emoção. Mas dentro desse universo, a fala representa apenas 7% da comunicação e no entanto damos muita importância a ela, esquecendo de todo o resto. Só de pensar nisso, imagine o quanto nos escapa, o quanto de nossa comunicação não é percebida, não é controlada, é impensada, sai sem querer!

Agora imagine o contrário: Quando alguém fala com a gente, imagine o quanto do que essa pessoa está dizendo é realmente o que ela queria dizer, saiu da forma que ela pretendia se comunicar? Muito pouco não é mesmo? Sabe aquela sensação de que a gente não conseguiu se expressar por palavras em momentos de forte emoção, de dúvida, de desespero, de alegria, de insegurança, de raiva ou até mesmo de amor? Pois é, se você conseguiu perceber a dimensão do que perdemos entre o que pensamos e o que de fato nos chega à fala, já deu o primeiro passo para tornar sua comunicação mais consciente. Agora é preciso ir um pouco mais além! É preciso falar de “Empatia” e da importância dela na melhoria da Comunicação e das Relações Humanas.

Costumo dizer que a Comunicação que surgiu para nos aproximar, também curiosamente pode nos afastar, nos isolar, nos autoenganar e estagnar, se não estivermos dispostos a abrir mãos de nossas verdades. A comunicação pode ser o maior “tiro pela culatra” na vida de uma pessoa, se ela não estiver disposta a fazer simples perguntas durante uma conversa ou discussão: E se eu estiver errado? E se você tiver razão? E se houver uma outra alternativa? O que me faz pensar assim e dizer o que estou afirmando com tanta convicção? Por que não posso abrir mão de certos conceitos ou preconceitos?

Colocar-se no lugar do outro e ter curiosidade pelos sentimentos do próximo, perguntar-se sobre o que está por traz daquela opinião ou daquelas palavras de defesa e ataque durante um diálogo, se chama empatia. É a empatia que nos fará entender as razões, nos permitirá fazer perguntas, ouvir os argumentos e as motivações dos que nos cercam. Se não exercitarmos essa empatia, vamos viver apenas nos comunicando com nosso próprio mundo particular, com nossa própria história e universo e não com o universo do próximo. Quando não se estabelece uma empatia, não vai ocorrer a troca necessária e justa que caracteriza a comunicação e seremos apenas meros emissores ou receptores de mensagens truncadas e desentendimentos.

Seja em casa com nossos familiares, no amor, no trabalho com nossos colegas e chefes ou entre nossos amigos, quando nos colocamos no lugar do outro, abrindo mão de nossos paradigmas e pré-julgamentos, estamos prontos para realmente fazer da comunicação, não uma pedra de tropeço, mas uma ponte onde a conexão será estabelecida e as coisas fluirão melhor. Ora, todos nós, afinal, temos nossas razões, temos nossos motivos, você não precisa concordar com a opinião do outro, nem virar saco de pancadas, mas é essencial, para o seu desenvolvimento como ser humano que você esteja disposto a pelo menos entender às motivações alheias.

 

Observando a maneira como as pessoas ultimamente estão se digladiando por qualquer motivo, gostaria de convidar você, leitor, a ter mais curiosidade pelo próximo. Tente se interessar mais pelo o que o outro está vivendo, pelo que o outro deseja, anseia e necessita. Julgue menos! Em meu mais recente livro, Perdão – A Revolução que Falta, passo o ensinamento de que Perdão é uma questão de inteligência, não de “bondade”. O que penso sobre o Perdão, creio que talvez se aplique à curiosidade: Perguntar ou Perguntar-se é uma questão de inteligência.

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Autoliderança – O primeiro passo do Líder https://www.almanaquedospais.com.br/autolideranca-o-primeiro-passo-lider/ https://www.almanaquedospais.com.br/autolideranca-o-primeiro-passo-lider/#respond Mon, 12 Jun 2017 09:00:54 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14189 A autoliderança é uma conquista possível para qualquer um de nós, mas, para alcançá-la, é preciso antes identificar que tipo de pensamentos estão servindo de obstáculo

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Deixe de lado a ideia de que liderar significa vencer à força; o líder positivo e longevo é, na realidade, aquele que primeiramente comanda a si mesmo com autoconsciência e, assim, consegue despertar no seu entorno o profundo senso de colaboração

autoliderança
Foto: Reprodução Leadership

Você já se percebeu repetindo frases como: “sou pavio curto, sou desorganizado, sou muito bonzinho, sou distraído, não sei me controlar em relação a dinheiro, não sei administrar, não sei dizer não, sou autoritário, sou permissivo demais”? Se você costuma reproduzir algumas dessas expressões, está na hora de repensar os paradigmas ou crenças limitantes que aprendeu sobre si mesmo, pois eles podem estar lhe impedindo de liderar sua própria vida e, consequentemente, de liderar a sua equipe.

A autoliderança é uma conquista possível para qualquer um de nós, mas, para alcançá-la, é preciso antes identificar que tipo de pensamentos estão servindo de obstáculo para seu desenvolvimento nesse sentido. É aí então que entra a necessidade de se autoconhecer.

Investir em autoconhecimento é o primeiro passo para alcançar a autoliderança, pois a autoconsciência é o que vai te levar a reconhecer seus pontos fracos e fortes para que possa, então, quebrar paradigmas limitantes. Quando você se autoconhece, passa a usar melhor suas qualidades e identifica também quais são suas falhas. À medida em que você se conscientiza daquilo que precisa melhorar, passa a utilizar melhor suas competências. E é nesse ponto que se autoliderar contribui para o desabrochar do verdadeiro líder.

Um líder inspirador é aquele que vai para frente e aponta o caminho. Ele é o grande motivador do ambiente onde está. Quando uma pessoa se autolidera e tem autoconfiança, ela conquista estabilidade emocional, facilidade na comunicação, habilidade na negociação, calma diante das adversidades, entre outras qualidades necessárias à liderança.

Use o autoconhecimento como alicerce na construção desse caminho. Quebre as crenças limitantes que te impedem de assumir a responsabilidade por suas próprias escolhas. Não tenha medo de sair da zona de conforto ou de ser questionado. Se você der ouvidos aos seus medos e aos seus paradigmas negativos, sempre entrará perdendo em qualquer ambiente ou em qualquer situação, pois estará favorecendo o enfrentamento e o embate. É importante estar ciente de quem você é para negociar com competência.

Desenvolva sua autoestima porque a autoliderança e a liderança estão atreladas a isso. Como líder, diariamente, você precisará estar confiante e com os pés no chão. Uma vez seguro de si, certamente você será o verdadeiro líder inspirador. Aquele que sabe unir seus interesses aos interesses do grupo, contribuindo para que todos à sua volta se sintam vencedores.

Escrevi esse texto como um convite à reflexão, para que se sinta encorajado a deixar de lado aquela velha crença de que o líder é aquele que vence à força. Dedique seu tempo ao autoconhecimento e você compreenderá que a vitória verdadeira começa pela autoliderança.

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Perdoar não é nada disso – por Heloisa Capelas https://www.almanaquedospais.com.br/perdoar-nao-e-nada-disso-por-heloisa-capelas/ https://www.almanaquedospais.com.br/perdoar-nao-e-nada-disso-por-heloisa-capelas/#respond Mon, 15 May 2017 10:00:37 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14147 Precisei viver, na prática, uma infelicidade constante para entender o que me acontecia sempre que eu escolhia não perdoar...

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Precisei viver, na prática, uma infelicidade constante para entender o que me acontecia sempre que eu escolhia não perdoar; e na minha nova obra, “Perdão – A Revolução que Falta”, eu compartilho tudo o que aprendi sobre esse assunto. Dentro dos paradigmas em que a grande maioria de nós foi criada (e que continuam prevalecentes na educação de nossas crianças), o perdão é um ato quase sublime. Perdoam aqueles que evoluem espiritualmente. Que alcançam um determinado nível de bondade, de sabedoria, de amor ao próximo. Ou, por outro lado, há quem julgue que perdoam aqueles que são fracos. Os que se submetem às ações alheias, que não reagem, que não se impõem, que relegam ao outro o direito de lhes magoar novamente.

perdoar
Foto: Reprodução www.voicesinbioethics.net

A confusão é tanta que, bem, tenho que lhe dizer: PERDOAR NÃO É NADA DISSO! Precisei viver, na prática, uma infelicidade constante para entender o que me acontecia sempre que eu escolhia não perdoar. Aliás, agora que toquei no assunto, é importante que você saiba desde já: perdoar é uma escolha, uma decisão que só você pode tomar para a sua vida. E a grande revolução é que, a partir do perdão, você promove mudanças fundamentais e estruturais em seu comportamento para viver melhor tanto no aspecto pessoal, como no profissional.

O que a Felicidade tem a ver com Perdão:

Alguns anos atrás lancei “O Mapa da Felicidade”, que se tornou um best-seller e me trouxe uma gratidão sem tamanho. Mas, desde antes, tinha o desejo de trabalhar também com um outro tema. Um sonho antigo que, agora em maio, tenho a honra de realizar com o lançamento da minha segunda obra, “Perdão – A Revolução que Falta”. Os dois temas têm absolutamente tudo a ver, mas a maior parte das pessoas não consegue imaginar como ou por que eles estão relacionados. O desejo e a busca incessantes pela felicidade têm nos movido enquanto indivíduos e enquanto sociedade; todos nós QUEREMOS ser felizes, embora nem sempre saibamos o que isso significa. Em outras palavras, a felicidade se transformou num sentimento concreto e desejável, uma meta de vida, enquanto o perdão parece algo muito distante – e, às vezes, até sem importância ou algo a ser evitado.

Por que perdoar é uma questão de inteligência:

A ciência já comprovou que, quando nos recordamos de acontecimentos “imperdoáveis” do passado, nosso cérebro reage a essas memórias como na primeira vez. Ou seja, ele entende que estamos revivendo aquela situação negativa e nos faz sentir tudo de novo. Em curto prazo, os resultados disso são o aumento nos níveis de estresse e da pressão arterial; em longo prazo, esse processo está associado ao surgimento de problemas cardiovasculares, diabetes e câncer. Portanto, perdoar faz bem para a saúde, mas não é só isso. Quando nos libertamos dos nossos rancores e mágoas, saímos de uma espécie de fechamento mental que limita nosso sucesso em qualquer âmbito da vida. Isso acontece porque o não-perdão nos deixa aprisionados ao círculo vicioso (e quase sempre inconsciente) da vingança e da autovingança.

E esse é outro aspecto relacionado ao perdão que, via de regra, a maior parte das pessoas rejeita: a consciência de que se é vingativo. Ninguém quer ser reconhecido ou se reconhecer desta forma, mas a verdade é que todos nós, invariavelmente, praticamos algum tipo de vingança. Nós o fazemos porque queremos que o outro pague pelo o que causou, sem perceber que somos os únicos atingidos e prejudicados por nosso próprio comportamento.

E isso não acontece só diante de grandes acontecimentos, mas, principalmente, em relação a episódios cotidianos. As pequenas coisas, como uma fechada no trânsito ou uma discussão boba com o parceiro, são capazes de nos tirar tanto do sério, que, sem perceber, deixamos que estraguem nosso dia! Já aconteceu com você? Se sim, então, deixe-me dizer: isso também é uma maneira de se vingar.

Estou lhe contando tudo isso porque, bem, gostaria muito de tê-lo como leitor da minha nova obra. Nela, eu conto como eu mesma revolucionei e transformei a minha vida a partir do perdão. Aliás, mais que isso, você vai entender por que o PERDÃO É A REVOLUÇÃO QUE FALTA.

Esse é meu convite, meu pedido para que você tome a mesma decisão que eu tomei e ainda tomo diariamente. O meu desejo é que possa se ver livre das negatividades do passado para que tenha a oportunidade de viver um novo presente e construir o futuro que deseja!

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Queremos ser longevos, de preferência sem nos envenenarmos com nossas lembranças ruins, nem com nossas mágoas; nenhum de nós quer morrer jovem, mas há um princípio para o qual muitos de nós não dá atenção e que influencia diretamente em nossa saúde e longevidade: Como andam nossos pensamentos?

longevidade
Foto: Reprodução aeshaonline.com

Você vive com muito medo do futuro? Fica focado no que pode dar errado? Pensa muito nas injustiças que te fizeram e que você permitiu? Acredita mesmo que não merece ou conseguirá ser feliz? Tem pensamentos catastróficos? Compulsões? Vive ansioso ou deprimido? Pensa demais à noite e não consegue dormir? É muito cobrado? Fica pensando se fez as escolhas certas na vida o tempo inteiro? Tem medo de perder o emprego, leva desaforo do trabalho para casa e fica “remoendo o assunto” no chuveiro? Afinal, como estão seus “pensamentos”?

Que falsas verdades você “aprendeu” sobre a sua saúde quando era pequeno e carrega até hoje? Você era o coitadinho, frágil, que precisava sempre ser protegido e hoje é um jovem ou um adulto que reproduz essa fragilidade e faz de qualquer resfriado um drama? Você sente que às vezes exagera sintomas de uma doença para receber “amor”? Você somatiza as adversidades diárias, tornando todo tipo de conflito em problemas como gastrite, prisão de ventre, depressão etc, esperando que o mundo tenha pena de você?

Sabia que são seus pensamentos cotidianos e constantes, aqueles que são repetidos de você para você mesmo, que te levarão a uma velhice com saúde ou podem acelerar sua morte? Já foi comprovado que alguns tipos de câncer estão associados ao modo como as pessoas encaram situações de stress. Isso sem falar que casos de pressão alta e ataques cardíacos estão totalmente associados ao modo como reagimos aos aborrecimentos.

Por isso, decidi chamar a sua atenção para este tema. Meu objetivo é provocar sua reflexão, pois é de fundamental importância começar a mudar padrões de pensamentos que intoxicam você e isso é possível com Autoconhecimento, pois por meio dele você consegue ter ferramentas para pensar de forma mais clara, menos automática e assumir o controle e a autonomia de suas emoções diárias.

Todos nós temos padrões de comportamentos e alguns são tão negativos e realmente tão compulsivos que nem nos damos conta de que os repetimos, repetimos e repetimos pela vida… Há muitos exemplos nesse sentido, como as reclamações que geram tensões constantes, a compulsividade alimentar, fugas para o consumo de álcool ou até mesmo o uso desnecessário de remédios. Aquilo que você faz com seu corpo por causa de seus pensamentos determinarão a transição da idade da juventude para a idade da maturidade e da velhice com saúde e paz.

Se você deseja viver mais, envelhecer e realizar mais, estar mais com quem você ama, você precisa saber que o autoconhecimento pode ajudar a criar ferramentas que mudam seus pensamentos e esses pensamentos mandam mensagens importantes para o seu corpo ao longo da vida.

Pensar melhor faz bem ao corpo, pois ele abriga a sua alma e seu espírito. Comece agora a rever isso. Quanto mais cedo, melhor! E lembre-se, nunca é tarde para começar!

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E você, sabe o que é Empoderamento Feminino?
Quanto de poder estamos, de fato, levando e usufruindo em nossas vidas…20

Quando nós ouvimos a palavra PODER, logo pensamos em autoridade, em imposição de nossas vontades sobre os outros, em sermos melhores que os outros. Mas quando falamos de Empoderamento Feminino, estamos querendo despertar a consciência das pessoas para outra coisa, que nada tem a ver com o velho conceito de poder. A melhor e mais precisa definição para Empoderamento Feminino está no sentido de fazer com que nós, mulheres, nos apropriemos da expressão “EU POSSO”, ou seja, Empoderamento Feminino deve ser sinônimo de se sentir CAPAZ.

Sim, você pode se apropriar de suas possibilidades, pode reconhecer suas capacidades, seu autovalor, seu amor-próprio, pode ampliar o leque sobre o que você almeja e deseja para sua vida, tendo como ponto de partida o autoconhecimento. Os melhores resultados e conquistas que obtemos derivam desse alicerce interno e que se inicia com Consciência. A Consciência é o primeiro passo para o Empoderamento e ele surge quando quebramos velhas crenças e paradigmas.

O Poder Feminino não tem a ver com se sobrepor aos homens ou a sociedade, ele é o seu canal de acesso consigo mesma e com o seu melhor e, por isso: com sua consciência.  É primeiro com consciência sobre si que você consegue acessar, despertar e usufruir do seu melhor, dos seus potenciais, ficando imune às invalidações que praticamente toda mulher sofre desde que nasce. Desde pequenas, culturalmente, vemos as meninas sendo criadas para serem mais submissas, para exigirem menos, para obedecerem mais a regras, recebendo muitas e muitas pressões sociais que, por fim, as impedem de acessar todo o seu potencial feminino.

Muitas de nós mulheres e nossa própria sociedade, no fundo, ainda continuam presas ao paradigma da liderança masculina – como se o padrão masculino fosse o melhor ou mais viável. E isso impacta todos os âmbitos das nossas vidas, inclusive no aspecto pessoal, leia-se afetivo, familiar e também profissional.

O mundo masculino, historicamente, está relacionado à conquista de territórios, à força, ao ideal de lutar para seguir em frente. Mas hoje esse comportamento deixou de ser nossa maior urgência e nosso maior fator determinante para a sobrevivência da raça humana. Não temos mais territórios para conquistar, mas temos que cuidar dos territórios que já conquistamos. E cuidado é uma característica feminina. As necessidades da humanidade estão mudando e somente algumas características femininas podem nos levar a uma coexistência e consequente evolução.

Portanto, definitivamente, esse é melhor momento para a mulher se apropriar de seu espaço, mas isso não significa lutar para ser mais ou melhor que o homem. Significa apenas ocupar o lugar que já é dela. Somos diferentes e complementares. Vivemos um momento em que a palavra de ordem é colaboração e ela não pode existir se não houver respeito e valorização de ambas as partes e de ambos os gêneros.

No feminino reside a força da criação, do olhar holístico, do acolhimento, entre tantas outras. A mulher também é composta por qualidades do gênero masculino, no entanto, é preciso consciência para equalizá-los de forma a potencializar o que nos diferencia por natureza.

A mulher tem um grande potencial de produzir parcerias, sabe como trabalhar lado a lado, é agregadora por natureza, isso é do feminino. E esta é uma outra característica cada vez mais fundamental em nossas vidas. O que torna esse objetivo mais difícil é o fato de que muitas mulheres continuam referenciadas no modelo masculino e assumindo o comportamento da conquista territorial – o que costuma trazer muitas e muitas dores, ainda que inconscientes. Por que tentar replicar em si, características masculinas, se você, mulher, pode acessar todo o seu poder feminino e exercer o seu papel no mundo, sem “fingir” que é durona? Não é preciso jogar o jogo da força bruta para vencer batalhas. Para ter sucesso e ser feliz, basta começar a se autoconhecer e usar toda a capacidade singular que toda mulher tem dentro de si.

Para nós mulheres, será impossível nos valorizarmos, se continuarmos a acreditar que existe um outro ser humano mais capaz e melhor, um outro jeito de ser mais produtivo. Embora haja o crescimento das discussões sobre o assunto e do fomento ao Empoderamento da mulher, essa missão fica complicada se nós próprias continuarmos referenciadas à liderança masculina.

Por isso, reforço que às mulheres ainda falta conquistar o espaço dentro de si, o Empoderamento dentro de si. Apropriarmo-nos do poder que nos é nato e intrínseco. Falta descobrir: como posso usar as minhas características femininas, simplesmente por eu ser mulher? Como utilizar o cuidado, a delicadeza, o carinho, a empatia, a visão do todo, a sensibilidade, a compaixão, o perdão, a doçura, a tolerância, a flexibilidade, a intuição, a compreensão e tantas outras peculiaridades a meu favor? 

Digo isso porque eu também precisei quebrar crenças para me apropriar do meu “poder feminino”. Eu também entrei no mundo do trabalho, no mundo profissional, reconhecendo o poder masculino e acreditando que precisaria aderir a esse modelo, porque seria a única forma de chegar ao sucesso.

Foi o processo de autoconhecimento e autoconsciência que me despertou para a realidade que eu mesma acreditava como sendo a única alternativa autolimitante. Desenvolver meu poder feminino me ajudou a encontrar meios para redefinir minha autoestima como mulher e crer em novas possibilidades. Precisei criar uma forma de me sentir lado a lado, me sentir 50%, responsável pela minha parte.

O caminho da autoestima é um caminho de construções positivas e longevas. Invista nele, questione-se, mude ou acrescente novos olhares ao Empoderamento Feminino. Invista-se de poder a fim de promover ações que possam provocar mudanças benéficas para si mesma e para o seu redor.

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Não importa se é impulsionado por um recomeço de ano, não importa em qual fase da vida, a verdade é que passamos muitos anos, algumas vezes décadas, dizendo a nós mesmos: “Agora, eu vou ser feliz”. Mas como fazer isso?  Afinal é possível ter um coração pleno de felicidade nesta vida? Fazemos planos, projetos, nos comprometemos a alcançar o que acreditamos ser a verdadeira felicidade, mas sempre nos vemos diante de nossas frustrações pessoais. E são várias as áreas da vida, que apesar de estarem interligadas, precisam de atenção: Amor, família, dinheiro, profissão.

Foto: Reprodução www.youqueen.com

Embora, a maioria das pessoas acredite que seja difícil encontrar, conquistar ou manter a felicidade, na verdade a dificuldade está em entender o que significa ser e estar feliz. Ora, ser e estar são verbos complexos, porque são verbos que aprendemos a usar tão logo começamos a sentir, tão logo aprendemos a falar, tão logo estamos no início da formação de nossos sentimentos mais recônditos. Por isso, proponho que todos façam a seguinte pergunta para o seu “eu”: Você está procurando a felicidade no lugar certo? Às vezes você sente que você foi vivendo e todas aquelas áreas que precisam estar bem, foram simplesmente seguindo fora de controle, como uma correnteza e hoje é como se tudo tivesse virado um grande mar onde você está perdido e não tem muito controle? Um mar onde vive dando braçadas sem sair do lugar?

Pois se você se sente assim é porque provavelmente deve estar precisando parar de se debater, pensar, respirar e buscar ter mais consciência sobre cada ponto de sua vida e então mudar de atitude. Preste atenção! Consciência é prestar atenção e prestar atenção é o que vai te proporcionar a segurança, o autocontrole para mudar de atitude. Só assim você poderá ter a atitude certa, que é “nadar” no mar, seguindo uma direção e não apenas se debater. Ao parar para respirar, perceber-se, você aprenderá tanto sobre você e descobrirá erros repetitivos e quase automáticos que tem cometido, que logo estará tomando novas atitudes.

A felicidade real, completa, acontece nos pequenos, mas profundos momentos, que proporcionamos a nós mesmos diariamente, que escolhemos vivenciar e compartilhar com aqueles que amamos. Entretanto, viramos, na maioria das vezes, reféns e dependentes de situações externas para nos sentirmos felizes. Essa é uma ideia de representação que pertence ao senso comum e que vem da nossa infância, passando de geração para geração.

Felicidade verdadeira só é alcançada quando paramos para analisar cada área de nossa vida e para isso, é preciso um pouco de coragem. Entender o que está faltando em cada uma delas, o que precisa ser mudado, onde estamos dando “murro em ponta de faca”. Mudar de atitude depende de sua atenção e de sua intenção (você quer mesmo mudar)? Saiba que a partir do momento em que você decidir ser feliz, terá que abandonar velhas convicções e se deparará com novas fronteiras a serem transpostas. E você conseguirá! Conseguirá porque ganhou mas consciência e essa consciência te ajudou a mudar de atitude. Mas lembre-se, tudo isso é um processo, vá com calma, escolha as primeiras áreas onde precisa mudar, repense-as e tome uma ou no máximo duas atitudes diferentes, com precisão, vá fazendo esse exercício, logo a mudança e a felicidade verdadeira começarão a florescer e você estará nadando em águas mais tranquilas.

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Você já reparou como temos vivido momentos de querer fazer tudo ao mesmo tempo e responder às demandas com a mesma agilidade? Por acaso você já se pegou pensando se está ficando lento (a) ou menos capaz? Ou se tem alguém por aí mexendo no relógio e fazendo as horas dispararem?

Foto: Reprodução sheknows.com
Foto: Reprodução sheknows.com

Então, eu lhe convido a prestar atenção ao “presente”.

É verdade, a tecnologia propicia coisas muito boas, mas também contribui para que muitos de nós quase não se “desliguem”. Sem contar que há cientistas afirmando que a Terra está girando mesmo mais rápido e, logo, os dias ficando mais curtos. Bem, é uma somatória de coisas acontecendo fora e dentro de você que acabam contribuindo para que a ansiedade ganhe força.

Como diminuir, controlar ou mesmo afastar essa pressão da ansiedade? Primeiro começando a despertar a consciência sobre o que você vive hoje. Começando por entender que nós não somos máquinas e, de fato, não damos conta de acompanhar tanta velocidade.  Mesmo a prerrogativa de que para ter sucesso na vida é preciso estar um passo à frente, pode ser realizada com equilíbrio.

A pressa iminente de algumas pessoas fica tão evidente que até o corpo esboça sinais. Tem gente que roe as unhas, tem sudorese, taquicardia, balança as pernas com frequência, come ou fuma compulsivamente etc. E você? Já reparou como se comporta? Consciência é uma antena que ajuda você a prestar atenção em você.

O passo seguinte envolve você fortalecer ou mesmo conquistar sua Autonomia Emocional. Sim, porque quando você não tem essa autonomia, passa a autorizar as pessoas e as situações a terem poder sobre as suas emoções, atitudes e decisões, ou seja: ao final, os outros é que são responsáveis pelo que você sente. Além de que a sua felicidade ou infelicidade fica condicionada aos eventos externos e comportamentos de outros em relação a você.

E isso não é verdade. É claro que coisas ruins podem acontecer e você tem todo o direito de ficar triste, de chorar ou sentir raiva. O problema é quando as emoções negativas tomam conta de você e de sua vida.

Por isso, reforço, para começar a alcançar essa autonomia é imprescindível que você pare um pouco para prestar atenção a si mesmo, desperte atenção ao seu presente, a como você está vivendo hoje. Olhe para dentro de você e se pergunte: “qual área ou quais as áreas da minha vida estão me fazendo pensar e agir assim, e por quê?”. Identificar o que realmente está deixando você ansioso é “consciência”, e isso é essencial até para que você possa começar a fazer mudanças. Se necessitar de ajuda, procure um especialista, o olhar externo pode ser importante para você.

Ansiedade significa você estar com a cabeça e as emoções lá no futuro, ao que está por vir, são projeções daquilo que você ainda nem sabe se irá ou não acontecer ou como será. E o grande problema é que ao viver pensando lá no futuro você deixar de viver o “presente”.

De fato, o que você tem de verdade na vida é o seu tempo “agora”, no hoje. Então, neste momento, mantenha este foco. A respiração é uma ferramenta maravilhosa para diminuir o nível de ansiedade e lhe manter centrado no aqui e agora. Respire com mais calma, diminua a velocidade, deixar o ar entrar e sair com tranquilidade por, pelo menos, cinco minutos. Preste atenção à sua respiração, tenha consciência sobre ela. Em geral, respiramos rápido e curto. Costumo dizer que o modo como você respira é como você vive.

Leve sua atenção à positividade, sim, seja positivo, pode parecer um chavão, mas tudo tem um motivo para acontecer e você pode aprender sobre o hoje para melhor escolher as atitudes e respostas emocionais que influenciarão o seu futuro. Ao respirar com consciência a sua impulsividade dará lugar às decisões mais sustentáveis e positivas.

Quando trabalhamos esses aspectos, passamos a assumir as responsabilidades sobre nós e nossas escolhas e não mais delega-las. Começamos a reconhecer melhor nossos erros e também a nos perdoar porque somos seres suscetíveis a falhas. A ansiedade, assim, vai perdendo espaço para que você assuma o leme do seu presente.

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