Complicações – Almanaque dos Pais https://www.almanaquedospais.com.br Do sonho de ser mãe aos 6 anos do seu filho Tue, 05 Feb 2019 17:57:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.1 https://www.almanaquedospais.com.br/wp-content/uploads/2016/09/cropped-logo-Almanaque-dos-pais-512x512-150x150.png Complicações – Almanaque dos Pais https://www.almanaquedospais.com.br 32 32 O embrião não apareceu no ultrassom da 5ª semana, e agora? – em vídeo https://www.almanaquedospais.com.br/engravidar-fora-do-periodo-fertil-e-possivel-em-video/ https://www.almanaquedospais.com.br/engravidar-fora-do-periodo-fertil-e-possivel-em-video/#respond Fri, 23 Mar 2018 09:00:19 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14053 Ansiedade bateu e você corre fazer um ultrassom lá por volta da 5º semana de gravidez, mas o embrião não apareceu, e agora?

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Fez um teste de farmácia: Positivo. Fez um beta-hCG quantitativo: Positivo novamente. Ansiedade bateu e você corre fazer um ultrassom lá por volta da 5º semana de gravidez, mas o embrião não apareceu, e agora?

O saco gestacional aparece no ultrassom transvaginal a partir da 5ª semana de gravidez. Se realizar o ultrassom transvaginal antes de 5 semanas de gravidez a mulher pode estar grávida mesmo sem que o saco gestacional esteja visível, sendo necessário repetir o exame após algumas semanas.

Saiba mais assistindo ao meu vídeo.

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Dor no pé da barriga na gravidez https://www.almanaquedospais.com.br/dor-no-pe-da-barriga-na-gravidez/ https://www.almanaquedospais.com.br/dor-no-pe-da-barriga-na-gravidez/#comments Wed, 25 Oct 2017 11:00:00 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14437 A dor no pé da barriga na gravidez é causada principalmente pelo estiramento dos músculos da barriga, ligamentos mais relaxados, mudança postural e peso da barriga.

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Dor no pé da barriga, dor pélvica ou dor no baixo ventre. Apesar de receber tantos nomes, a dor pélvica pode aparecer principalmente no terceiro trimestre de gestação e é causada principalmente pelo estiramento dos músculos da barriga, ligamentos mais relaxados, mudança postural e peso da barriga.

dor no pé da barriga na gravidez dor pélvica

Dor no pé da barriga no segundo ou terceiro trimestre de gravidez

Durante a gravidez é produzido um hormônio chamado relaxina e possui a função de relaxar as articulações para o parto. Porém ele não consegue atuar somente em uma região, ele atua em todo o corpo da mulher, relaxando todos os ligamentos do corpo.

Além dos ligamento relaxados, soma-se o peso da barriga, estiramento dos músculos abdominais por conta do crescimento uterino. Toda essa pressão é sentida como cólicas e como a dor pélvica.

Como é sentida a dor pélvica?

A dor pélvica é sentida como um estiramento muscular ou peso muito forte no pé da barriga.

Os lugares em que ela é mais sentida são:

  • No pé da barriga;
  • Pode ser sentida somente de um lado;
  • Pode migrar de lado, ou seja, antes era sentida do lado direito e depois no esquerdo;
  • Atrás das coxas;
  • Nas nádegas;
  • Lombar
  • Sentar e levantar pode ser muito doloroso;
  • Mudar de posição na cama pode ser extremamente doloroso.

Geralmente é mais sentida à noite, em resposta aos esforços realizados durante o dia, como caminhar, sentar e levantar, entre outros movimentos comuns, mas que com a gravidez exigem mais esforços.

Dor na lombar pode ser inflamação no nervo ciático?

Dor pélvica e inflamação no nervo ciático são problemas completamente diferentes, por isso a importância de relatar corretamente ao médico para que ele possa diagnosticar e tratar corretamente.

Um dos sintomas mais comuns quando o ciático está inflamado é formigamento e fraqueza nas pernas. Ao segurar um objeto mais pesado parece que sua perna perde as forças para andar e você não consegue mover os pés do chão.

Quando a dor no pé da barriga aparece no primeiro trimestre de gravidez

Se você sentir dores intensas no pé da barriga no primeiro trimestre ou notar qualquer sangramento, fale imediatamente com seu obstetra ou procure por um pronto atendimento, já que pode significar uma gravidez ectópica, que é quando o embrião fixa em um lugar “errado” e traz até mesmo risco de morte para a mulher.

Quando o sangramento não é acompanhado de dor, geralmente não significa um problema, mas reforço a importância de informar o ginecologista, obstetra ou procurar por um pronto atendimento de forma imediata.

Dicas para aliviar a dor no pé da barriga durante a gravidez

Com algumas dicas a dor pode diminuir ou até mesmo desaparecer, mas não deixe de conversar com seu médico para que ele possa avaliar se será necessário algum tratamento. E lembre-se: Nunca se automedique.

  • Se atentar à sua postura enquanto anda, mantendo ombros retos e balançando os braços enquanto caminha;
  • Aposentar, pelo menos até o final da gestação, sapatos com salto alto;
  • Evitar esforço físico, com o corpo aquecido a dor pode aliviar, mas no final do dia ela poderá piorar;
  • Evitar levantar e arrastar peso. Nesta lista entram até carrinhos de supermercado, pois o esforço para empurrá-los pode piorar consideravelmente a dor;
  • Para pegar objetos no chão, sempre que possível utilize um apoio (mesa, sofá..) e dobre os joelhos para se aproximar do objeto. Nunca incline sua coluna;
  • Sentar-se para vestir calcinha, calça, meia e sapatos;
  • Descansar sempre que possível;
  • Evitar ficar deitada com a barriga para cima. Se for realmente necessário, colocar um apoio na altura da cintura, como um travesseiro baixo, e manter as pernas dobradas;
  • Praticar exercícios ajudam a fortalecer os músculos e evitar ou aliviar a dor na virilha e pélvica. Os mais indicados são os de baixo impacto como hidroginástica, pilates e alongamentos;
  • Uso de cinta de suporte, indicada pelo obstetra, ajuda a aliviar a pressão da barriga. O alívio da dor com o uso de cinta chega a ser instantâneo.
  • Calcinhas altas que sustentam o peso da barriga também são indicadas, porém merecem atenção especial porque não devem apertar a barriga, somente oferecer sustentação.
  • Fisioterapia auxilia no tratamento e prevenção das dores;
  • Bolsa de água quente na região.

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Gravidez Anembrionada | Gravidez sem bebê ou ovo cego https://www.almanaquedospais.com.br/gravidez-anembrionada-gravidez-sem-bebe-ou-ovo-cego/ https://www.almanaquedospais.com.br/gravidez-anembrionada-gravidez-sem-bebe-ou-ovo-cego/#respond Tue, 10 Oct 2017 11:00:36 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14404 A gravidez anembrionada também é conhecida como ovo cego ou gravidez sem bebê. Um fenômeno que acontece quando o óvulo fecundado se fixa na parede do útero, mas o embrião não se desenvolve ou interrompe seu desenvolvimento de forma muito prematura. Como na situação citada anteriormente a nidação foi iniciada, o corpo começou a preparar-se …

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A gravidez anembrionada também é conhecida como ovo cego ou gravidez sem bebê. Um fenômeno que acontece quando o óvulo fecundado se fixa na parede do útero, mas o embrião não se desenvolve ou interrompe seu desenvolvimento de forma muito prematura.

gravidez anembrionada ovo cego

Como na situação citada anteriormente a nidação foi iniciada, o corpo começou a preparar-se para a gravidez gerando o hormônio da gravidez (hCG), que é a substância que o teste de gravidez detecta. No entanto, apesar da presença do hormônio no sangue, no momento de realizar o ultrassom não se observa o embrião e tão pouco as estruturas para o desenvolvimento do bebê.

É comum que neste tipo de gestação, mesmo com a ausência do feto, a gestante sinta os sintomas normais da gravidez, como por exemplo, cansaço, enjoo, dor nos seios, o que leva a mulher a concluir que o embrião está se desenvolvendo e que tudo está bem.

Com o tempo, os níveis hormonais do corpo reduzem já que o embrião deixou de se desenvolver, diminuindo também os sintomas de gravidez. Para expulsar os tecidos desta gravidez sem bebê ocorre um sangramento, que costuma vir acompanhado de cólicas.

A dor e a hemorragia é o sinal do processo de abortamento do saco gestacional vazio e tecido acumulado durante o processo de preparação da gestação. A expulsão costuma acontecer de forma natural em torno da quinta ou sexta semana de gestação.

Quando não é identificado previamente, o diagnóstico da interrupção da gestação é confirmado através da ultrassonografia transvaginal.

Por que ocorre a gravidez anembrionada ou ovo cego?

As causas da não formação do embrião costumam estar relacionadas com erros espontâneos da divisão das células ou também pode ter sido provocado a partir de uma baixa qualidade genética do óvulo ou espermatozoide que gera o desenvolvimento de um ovo cego, ou seja, a formação da placenta sem embrião.

O corpo da mulher inicia o mecanismo para expelir a placenta ao detectar que o embrião não foi formado. E apesar de não ter existido um embrião, que é o que daria origem ao bebê, isso não impede que este processo seja vivido como uma perda gestacional, já que o positivo da gravidez inicial gerou todos os sentimentos e sintomas da gravidez.

Quanto tempo após uma gravidez anembrionada posso engravidar novamente?

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o tempo ideal de espera antes de engravidar novamente após uma gravidez de ovo cego é de 6 meses. Alguns estudos sugerem que o tempo de espera poderia ser menor, em trono a três ciclos menstruais.

O ideal é que cada caso seja tratado de forma personalizada e que você siga o conselho do seu médico, que irá avaliar o seu histórico e talvez solicitar algum exame, como por exemplo o cariótipo do casal ou ainda, se houver tempo hábil ou se for um caso de repetição, o estudo o material da placenta expelido.

Apoio emocional para superar a perda

Uma perda sempre é algo doloroso e difícil, mesmo quando não existia um embrião, as emoções vividas são iguais ou muito parecidas à experiência de um aborto espontâneo.

É preciso dar atenção aos sentimentos que esta perda gera, que podem afetar o desejo de tentar engravidar novamente. Contar com um apoio emocional do entorno e também de um profissional pode ser necessário para superar este momento difícil.

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Tomar anticoncepcional grávida faz mal? https://www.almanaquedospais.com.br/tomar-anticoncepcional-gravida-faz-mal/ https://www.almanaquedospais.com.br/tomar-anticoncepcional-gravida-faz-mal/#respond Mon, 18 Sep 2017 11:00:37 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14367 Tomar anticoncepcional grávida (a pílula tradicional com cartelas com 21 unidades e intervalo de 5 a 7 dias) não faz mal para o bebê ou gestante, pelo menos nas primeiras semanas, que é quando geralmente ainda não se sabe da gravidez. Quando tomar anticoncepcional grávida pode fazer mal para o bebê? A pílula anticoncepcional tradicional …

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Tomar anticoncepcional grávida (a pílula tradicional com cartelas com 21 unidades e intervalo de 5 a 7 dias) não faz mal para o bebê ou gestante, pelo menos nas primeiras semanas, que é quando geralmente ainda não se sabe da gravidez.

Tomar anticoncepcional grávida
Foto: Reprodução Quora

Quando tomar anticoncepcional grávida pode fazer mal para o bebê?

A pílula anticoncepcional tradicional possui estrogênio e progesterona. Quando usada por mais de 30 dias após a concepção, pode desregular esses hormônios no corpo da gestante e causar problemas no desenvolvimento do órgão sexual do bebê.

O mesmo cuidado se deve para pílulas de progesterona (de uso contínuo).

Tomei anticoncepcional sem saber que estava grávida, e agora?

Se você descobriu que está grávida, interrompa imediatamente o uso da pílula anticoncepcional (comum ou de progesterona) e também é aconselhado informar seu médico.

No caso de implantes subcutâneos, adesivos e injeções de progesterona, como são aplicados somente no período menstrual, as chances de utilizá-los quando se está grávida é muito pequena. Porém se você descobrir que está grávida, deve remover o implante ou adesivo, ou parar com as injeções.

O que pode acontecer com o bebê se tomar pílula anticoncepcional por muito tempo

É muito raro um caso de aborto por conta do uso prolongado de anticoncepcional durante a gravidez. Os hormônios da pílula poderiam causar problemas sérios no desenvolvimento do bebê, o que levaria a um aborto, porém, como já dito, é uma situação muito difícil de acontecer.

Além da malformação no órgão sexual,  Outros problemas que podem ser causados pelo uso prolongado do anticoncepcional durante a gravidez, por conta dos hormônios presentes no medicamento e que podem desregular os hormônios da gestante, são:

  • Leucemia
  • Malformação cardíaca
  • Malformação nervosa
  • Malformação no trato urinário (rim, ureter, bexiga, uretra)

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Vômito em excesso na gravidez pode ser Hiperêmese Gravídica https://www.almanaquedospais.com.br/vomito-em-excesso-na-gravidez-pode-ser-hiperemese-gravidica/ https://www.almanaquedospais.com.br/vomito-em-excesso-na-gravidez-pode-ser-hiperemese-gravidica/#respond Mon, 07 Aug 2017 13:00:49 +0000 http://www.almanaquedospais.com.br/?p=6720 O que é Hiperêmese Gravídica (HG)? Hiperêmese Gravídica (HG) significa, literalmente, vômito em excesso na gravidez e afeta cerca de 1,5% das gestantes especialmente nos três primeiros meses de gestação. As náuseas e vômitos (êmese) são comuns para cerca de 75% das gestantes durante o primeiro trimestre de gravidez, e na grande maioria dos casos …

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O que é Hiperêmese Gravídica (HG)?

Hiperemese gravidicaHiperêmese Gravídica (HG) significa, literalmente, vômito em excesso na gravidez e afeta cerca de 1,5% das gestantes especialmente nos três primeiros meses de gestação. As náuseas e vômitos (êmese) são comuns para cerca de 75% das gestantes durante o primeiro trimestre de gravidez, e na grande maioria dos casos elas são transitórias e não afetam o peso, hidratação ou qualidade de vida da gestante, o que não caracteriza a Hiperêmese Gravídica.

Só é considerado HG quando as náuseas e vômitos são intensos e a gestante chega a perder entre 5% e 10% do seu peso, podendo até chegar em caso de desidratação devido aos vômitos frequentes. Outro fator da HG é quando esse mau estar afeta a qualidade de vida da gestante impedindo que ela realize suas atividades cotidianas.

A Hiperêmese Gravídica é a principal causa de internação de gestantes nos primeiros meses de gravidez por causa da desidratação, porém em geral não há consequências negativas para o andamento da gestação, mamãe ou bebê.

Quais os principais sintomas da Hiperêmese Gravídica?

– vomitar várias vezes ao dia, inclusive quando ingere líquidos;
– presença de bile no vômito;
– boca seca;
– emagrecimento;
– sensação constante de mal-estar;
– dificuldade para executar suas tarefas do dia a dia;
– fadiga física e emocional;
– confusão mental;
– medicamentos para alívio dos sintomas não faz efeito .
* Só tome medicamento prescrito pelo seu médico obstetra

Se você estiver com alguns dos sintomas acima fale com seu médico. Mesmo que você não esteja com HG ele poderá lhe ajudar a melhorar a qualidade de vida durante a gestação. Caso você realmente esteja com HG o tratamento precoce evita o agravamento do quadro.

Como é diagnosticada a Hiperêmese Gravídica?

Antes do diagnóstico é importante descartar outros males que podem causar sintomas similares, tais como infecções urinárias, apendicite, problemas na vesícula, entre outras.

Quando o quadro é acompanhado de febre ou mesmo de dor, é um forte indício de outra causa como úlcera ou até diabetes.

Também é realizado exames de urina e de sangue para verificar se há carência de minerais e vitaminas como sódio e potássio devido aos vômitos excessivos.

Quais as causas da Hiperêmese Gravídica?

Não existe uma única causa que seja reconhecida como absoluta, porém uma série de fatores podem favorecer o aparecimento da HG em algumas gestantes:
– mulheres com histórico de depressão
– gravidez indesejada
– altos níveis do hormônio HCG
– já ter sofrido de HG em outra gestação
– ter familiares próximos (mãe ou irmã) que tenha sofrido de HG
– ter problemas de tireoide ou fígado
– deficiência de vitamina B6
– enjoar com facilidade quando anda de carro, avião ou barco.

Como tratar a Hiperêmese Gravídica?

O primeiro passo sempre é procurar pelo seu médico para lhe ajudar a amenizar os sintomas e prevenir complicações. Ele poderá lhe receitar alguns medicamento como antialérgicos ou esteroides.

Para casos mais graves somente com internação poderá ser ministrados outros medicamentos para cessar os vômitos.

Os medicamentos em forma de supositórios, injetáveis ou que dissolvem na boca são os mais eficazes, pois comprimidos podem ser eliminados através do vômito antes de serem absorvidos pelo organismo.

Durante a internação também pode ser necessário um soro intravenoso  para reidratar a gestante.

O tempo de internação varia a cada caso, podendo se estender a alguns dias ou mesmo mais de uma visita ao hospital.

Algumas formas caseiras de amenizar os sintomas da HG:

Existem algumas soluções caseiras e que não trazem risco para você e que podem lhe ajudar a passar por essa fase difícil:
– tomar sempre líquidos para se manter hidratada. Se não conseguir segurar o líquido no estômago tente picolés de frutas, água bem gelada ou cubos de gelo.
– chá de gengibre ou de limão aliviam os sintomas em alguns casos, mas devem ser tomados com moderação para não provocar ainda mais vômitos.
– respeite seu faro e instinto, ou seja, fique longe dos cheiros que podem lhe trazer desconforto, até mesmo daqueles que você desconfia que pode lhe fazer mal.
– evite locais com odores fortes, como cozinha, postos de gasolina e restaurantes. Se você utiliza aqueles odorizadores de banheiro ou ambiente é melhor guardá-los por um tempo.
– coma os alimentos que conseguir, mesmo que não seja aquela opção mais saudável do mundo, preocupe-se com a dieta quando se sentir melhor.
– se estiver sentindo fraqueza é melhor descansar, mesmo que isso signifique tirar licença médica e não comparecer ao seu trabalho.

Não se sinta culpada se você estiver com Hiperêmese Gravídica, lembre-se que não é culpa sua nem de ninguém. Procure apoio dos familiares e amigos e não se esqueça que isso é temporário, logo você estará se sentindo ótima e pronta para cuidar do seu bebê.

Quanto mais cedo ela for diagnosticada e iniciado o tratamento, melhor para a mamãe e bebê. Na grande maioria dos casos a Hiperêmese Gravídica começa a melhorar por volta da 16ª semana de gestação e desaparece até a 20ª semana, porém em alguns raros casos ela persiste até o final da gestação.

Acompanhe sua gestação semana a semana com o Almanaque dos pais clicando aqui.

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Publicado originalmente em 03/02/2014 e atualizado em 07/08/2017

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Incompatibilidade sanguínea – Fator RH https://www.almanaquedospais.com.br/incompatibilidade-sanguinea-fator-rh/ https://www.almanaquedospais.com.br/incompatibilidade-sanguinea-fator-rh/#comments Fri, 28 Jul 2017 16:00:35 +0000 http://www.almanaquedospais.com.br/?p=1295 O que é Fator RH RH é a abreviação de Rhesus, um macaco de laboratório no qual os cientistas identificaram pela primeira vez a presença de um antígeno em 1940. O fator RH identifica a presença de um antígeno no sangue, no qual o sinal positivo(+) significa que a pessoa carrega o antígeno, enquanto o …

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O que é Fator RH

sangueRH é a abreviação de Rhesus, um macaco de laboratório no qual os cientistas identificaram pela primeira vez a presença de um antígeno em 1940.

O fator RH identifica a presença de um antígeno no sangue, no qual o sinal positivo(+) significa que a pessoa carrega o antígeno, enquanto o sinal negativo (-) significa que a pessoa não carrega o antígeno.

A maioria da população mundial é de pessoas RH+, calcula-se que no Brasil chegue a 95%.

Grupo de risco

A mulher com RH negativo (sangue A-, B-, AB- ou O-) que está grávida e que o pai tenha o sangue com RH positivo (A+, B+, AB+ ou O+), tem a possibilidade de gerar um filho com RH positivo.

Complicações na gestação:

Em contato com o sangue do feto, a mãe começa a produzir um anticorpo para combater esse antígeno, conhecido como anti-RH.

O contato do sangue do feto com o da gestante pode ocorrer em diversos momentos: Gravidez ectópica ou tubária, sangramento vaginal ou aborto após 12 semanas de gestação e durante o parto, especialmente se for cesáreo ou com remoção manual da placenta. Em alguns casos até mesmo impactos na barriga podem causar esse contato.

Como na primeira gravidez a mãe ainda não possui anti-RH, o risco de problemas é menor, mas existente, porém na segunda e gestações posteriores em que o bebê também é RH+, e que o corpo da mãe já possui o anti-RH, esses anticorpos atravessam a placenta e as hemácias do feto são destruídas.

Consequências para o bebê:

A eritroblastose fetal, ou doença hemolítica do recém nascido, é quando as hemácias do feto são afetadas.

As consequências podem ser diversas e em diferentes graus, de leve até grave.

São elas:

  • anemia;
  • icterícia;
  • paralisia cerebral;
  • deficiência mental;
  • problemas hepáticos como fígado aumentado;
  • surdez;
  • insuficiência cardíaca.

Pode inclusive ocorrer a morte do bebê durante a gestação ou após o parto.

Cuidados pré-natais:

O ideal é que a mulher saiba o seu RH e a do seu parceiro antes de engravidar.

De qualquer forma na primeira consulta pré-natal a gestante realizará exame de sangue para identificar ou confirmar qual seu tipo sanguíneo e RH e, caso seja negativo o parceiro também realizará o exame.

Identificando a possibilidade da mãe com RH negativo gerar um bebê com RH positivo, será realizado um novo exame, conhecido como Coombs indireto para identificar a presença de anti-RH no sangue da gestante. De qualquer forma a gestação será sempre monitorada, inclusive para identificar se o bebê apresenta anemia.

A gestante receberá uma dose da vacina de gamaglobulina injetável (anti-D) para evitar que ela produza o anti-RH, pois uma vez em sua corrente sanguínea não há como destruí-los.

Na 28ª semana um novo exame será necessário para analisar a presença do anti-RH no sangue da mamãe.

Se já existe a presença do anticorpo a vacina não será reaplicada, pois ela não tem a capacidade de eliminar os existentes, somente inibir o início da produção. Neste caso o feto será monitorado com maior frequência.

Cuidados pós-parto com a gestante:

No caso de gestação em que a mãe RH- dá a luz a um bebê RH+, em até 72 horas ela deverá a vacina de gamaglobulina injetável (anti-D) que destruirá o anti-RH, impedindo que ele prejudique uma futura gestação. Em alguns casos mais de 1 dose da vacina será necessária.

Cuidados pós-parto com o bebê:

Se o bebê nascer com alguma doença hemolítica por conta da incompatibilidade de RH com a mãe, a primeira ação é realizar transfusão de sangue com doador de RH negativo se anti-RH.

As hemácias vivem cerca de 3 meses e estão prejudicadas com o anti-RH da mãe, estas serão substituídas, por conta da transfusão, por hemácias saudáveis para, com o tempo, serem substituídas sucessivamente pelas hemácias do bebê com RH positivo.

Dicas de leitura

Atualizado em 28/07/2017 com links para dicas de leitura

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Quanto tempo após aborto posso engravidar novamente? https://www.almanaquedospais.com.br/quanto-tempo-apos-aborto-posso-engravidar-novamente/ https://www.almanaquedospais.com.br/quanto-tempo-apos-aborto-posso-engravidar-novamente/#respond Tue, 25 Jul 2017 10:00:18 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14291 Quanto tempo após aborto posso engravidar novamente? Conheça os fatores que determinam o tempo de espera para uma nova gravidez após aborto.

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Quanto tempo após aborto posso engravidar novamente?

A resposta sobre quanto tempo após um aborto é suficiente para tentar uma nova gravidez é bastante relativa. Irá depender de vários fatores:

quanto tempo após aborto posso engravidar novamente

– Condições que aconteceu o aborto

Não é a mesma coisa sofrer uma perda gestacional após uma gravidez ectópica que uma perda espontânea que foi expelida naturalmente e sem dor. Também não é a mesma coisa um abortamento que acontece nas primeiras semanas que um que ocorre em um estágio mais avançado da gestação. É preciso ponderar todos estes fatores com a ajuda do médico que estava acompanhando a gravidez.

– Número de abortos anteriores

Hoje em dia, onde existe mais recursos tecnológicos e, esta tecnologia é mais acessível para identificar as causas do abortamento espontâneo, não é preciso esperar mais de duas perdas gestacionais para identificar a causa do aborto. Apesar de que é verdade que é relativamente comum sofrer um aborto dentro do primeiro trimestre de gravidez, dois abortos já levantam suspeitas que devem ser investigadas, pois estamos falando de uma perda muito dolorosa na vida de uma pessoa, que talvez possa ser evitada com ajuda médica.

Portanto, se estamos falando de um segundo aborto, mesmo que você esteja bem, é importante procurar causas e tomar medidas para que quando tente engravidar novamente, você esteja evitando o risco de repetição.

– Impacto do da perda gestacional

Estar fisicamente preparada para engravidar novamente é diferente de estar psicologicamente preparada. Quem sofreu uma primeira perda terá mais medos e receios em uma segunda gestação. Também é importante dar o tempo para superar a dor do aborto sofrido.

 

Como viram, não é simples definir o tempo mínimo para tentar uma nova gravidez após um aborto. Para tomar esta decisão você precisará não apenas do apoio médico para avaliar as condições de saúde do seu aparelho reprodutor e a possível causa da perda, mas também precisará junto com seu parceiro superar a dor emocional que um abortamento causa na família.

Antes de partir para uma nova tentativa, é importante ter vivido o luto, ter realizado exames para identificar a possível causa e fazer o tratamento pertinente para evitar a repetição. Principalmente quando não se trata da primeira perda, é essencial não fazer tentativas antes de um estudo minucioso, de preferência incluindo a análise genética dos restos abortivos (POC) e cariótipo do casal.

Em alguns casos, quando há indícios, também é possível que o seu médico recomende um estudo de trombofilias e imunológicos. Nos casos de repetição, um especialista em reprodução humana pode ser o médico mais indicado, pois esta especialidade mais que realizar tratamentos de fertilidade, está altamente capitada para identificar causas mais complexas que podem levar ao bloqueio do desenvolvimento do embrião.

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Candidíase na gravidez: o que é, sintomas e tratamentos https://www.almanaquedospais.com.br/candidiase-na-gravidez-o-que-e-sintomas-e-tratamentos/ https://www.almanaquedospais.com.br/candidiase-na-gravidez-o-que-e-sintomas-e-tratamentos/#comments Thu, 13 Jul 2017 10:00:54 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14277 As chances de uma mulher apresentar a candidíase na gravidez é maior do que quando não está grávida. O que é candidíase A candidíase é causada por um fungo, chamado Cândida. Este fungo vive na flora intestinal masculina e feminina. Porém em cerca de um terço das mulheres, esse fungo também é encontrado na região …

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candidíase na gravidez

O que é candidíase

A candidíase é causada por um fungo, chamado Cândida. Este fungo vive na flora intestinal masculina e feminina.

Porém em cerca de um terço das mulheres, esse fungo também é encontrado na região da vagina, o que num primeiro momento não é sinal de alerta. O problema é quando a cândida começa a se proliferar mais do que os outros micro-organismos.

Quais os sintomas da candidíase

Quando a cândida começa a se proliferar na região vaginal, os sintomas, tanto para mulheres grávidas quanto as que não estão grávidas, são os mesmos:

  • corrimento vaginal mais denso;
  • coceira;
  • irritação;
  • odor.

Candidíase na gravidez

As chances de uma mulher grávida estar com candidíase chega a ser 10 vezes maior do que quando não está grávida. Isto acontece porque durante a gravidez, além de aumentar a umidade vaginal, o PH da vagina sofre algumas alterações deixando a região mais propensa à proliferação da cândida.

A candidíase na gravidez traz risco ao bebê?

Não, a candidíase não traz nenhum risco para o bebê durante a gravidez.

Porém, há risco de, durante o parto normal, o bebê ter contato com a cândida ao passar pela vagina. A cândida na boca causa o chamado “Sapinho” (clique aqui para saber mais sobre sapinho em bebês).

Sapinho é nome popular para candidíase na boca e seus principais sintomas são:

  • língua esbranquiçada;
  • cantinho da boca branquinho;
  • em alguns casos, assadura no bumbum já que ela passa por todo sistema digestivo.

Quando o bebê está com sapinho, ele também passa cândida para o bico do peito da mãe durante a amamentação, o que causa bastante ardência e irritação no bico do peito.

Quando isto acontece, a mãe precisará passar uma pomada, geralmente receitada pelo próprio pediatra do bebê, no bico do seio, um tratamento simples e rápido para se livrar da cândida.

Para o bebê o pediatra precisará avaliar o quanto está afetando o pequeno para determinar o melhor tratamento.

O que fazer se suspeitar de candidíase na gravidez

O primeiro passo é jamais se auto medicar, cada estágio da gravidez precisa de um tratamento diferente. Em alguns casos o obstetra pode pedir para não passar nenhum medicamento, já que depende não só do estágio gestacional, mas também do quanto ela está atacada.

Em outros casos ele pode sugerir uso de medicamentos como cremes ou próprios para banhos de imersão.

Receitinhas caseiras para aliviar os sintomas da candidíase

Atenção: as receitinhas caseiras são apenas para alívio e não para tratamento, converse sempre com seu médico para que ele possa determinar o melhor tratamento para o seu caso.

  • compressa de água fria na vagina;
  • compressa com chá de camomila frio na vagina;
  • ingerir aquelas bebidas “ricas em lactobacilos vivos” que regula a flora intestinal, auxiliando no controle da cândida;
  • durante o banho, lavar a região íntima somente com água ou chá de camomila, evitando o uso de sabonete, inclusive sabonete íntimo.

Dicas para evitar que a candidíase apareça

Existem sim algumas dicas que ajudam bastante no controle da candidíase, evitando que ela apareça e que podem ser aplicadas durante toda sua vida, e não somente durante a gravidez.

  • dormir sem calcinha;
  • durante o dia, usar somente calcinha de algodão;
  • evitar calças apertadas (jeans ou sintéticas) que não deixam a região “respirar”. Depois de usar calças apertadas ou sintéticas, ao chegar em casa coloque uma saia ou calça mais larguinha;
  • evitar o uso de protetores íntimos, principalmente perfumado;
  • evitar ficar com biquíni ou maiô molhado por muito tempo

Suspeita de candidíase, o que fazer

O primeiro passo é conversar com seu ginecologista ou obstetra, um exame simples identifica se há ou não a candidíase e o tratamento será determinado de acordo com o estágio gestacional o do quanto a cândida está proliferada em sua região íntima.

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Aborto de repetição https://www.almanaquedospais.com.br/aborto-de-repeticao/ https://www.almanaquedospais.com.br/aborto-de-repeticao/#respond Tue, 16 May 2017 10:00:02 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14150 O aborto de repetição é caracterizado a partir de mais de duas perdas gestacionais em mulheres acima dos 35 anos ou três perdas gestacionais para mulheres abaixo dessa idade. Na maioria das vezes, a causa do aborto que ocorre antes do primeiro trimestre é genética. Outras possíveis causas da perda gestacional recorrente podem ser fatores …

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O aborto de repetição é caracterizado a partir de mais de duas perdas gestacionais em mulheres acima dos 35 anos ou três perdas gestacionais para mulheres abaixo dessa idade. Na maioria das vezes, a causa do aborto que ocorre antes do primeiro trimestre é genética. Outras possíveis causas da perda gestacional recorrente podem ser fatores morfológicos, hematológicos, imunológicos ou até mesmo nutricionais.

Estima-se que entre as gestações clinicamente conhecidas, a incidência de aborto está entre 15% e 20%, porém muitas perdas ocorrem sem que as mulheres percebam por conta de ocorrerem poucas semanas após fecundação e, portanto, antes de um atraso significativo no ciclo menstrual.

Segundo a American Society for Reproductive Medicine o risco de aborto varia conforme a idade, sendo:

  • Menos de 35 anos: 14%
  • De 35 a 37 anos: 19%
  • De 38 a 40 anos: 25%
  • De 40 a 45 anos: 40%
  • Acima de 45 anos: até 60%

Confira algumas dúvidas frequentes sobre o aborto de repetição:

O que fazer diante de um aborto de repetição?

Como dito, é muito normal sofrer um primeiro aborto, no entanto, quando isso ocorre pela segunda vez, é importante estudar o produto do aborto (POC) para identificar com segurança se existe um fator genético relacionado com a perda. Este exame tem vantagens com relação ao cariótipo comum porque não requer cultivo e, portanto, apresenta resultados em quase 100% das vezes, além de diferenciar o cariótipo da mãe com o cariótipo do feto.

Por que acontecem os abortos de repetição?

As causas podem ser genéticas, ligadas à trombofilias, anatômicas da cavidade uterina ou também relacionadas com o sistema imunológico.

Quais são as chances de engravidar de gravidez normal após um primeiro abortamento?

De 80 a 90% das mulheres com um abortamento espontâneo vão ter uma gravidez normal na próxima vez. Existe um risco de 0,4% a 1% de apresentar três abortos.

Que fatores influenciam na repetição do abortamento?

O número de abortamentos prévios unido à idade materna constitui o fator preditivo mais importante para sofrer uma nova perda. O risco de abortar aumenta de forma progressiva com o número de gestações prévias perdidas.

Exames para identificar a causa do aborto

Além de estudos morfológicos do útero para identificar se alguma obstrução ou malformação provocou a perda, são necessários estudos hematológicos e imunológicos. Caso não tenha sido realizado o POC para estudar geneticamente uma amostra do tecido fetal, é recomendável que o casal realize um exame de Cariótipo.

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O que é Placenta Prévia?

Placenta prévia é o nome que se dá quando a placenta se posiciona na parte inferior do útero, podendo fechar parcialmente ou totalmente o colo do útero – orifício cervical – e pode impossibilitar o parto normal, pois a passagem para a saída do bebê fica obstruída.

Entenda mais sobre placenta prévia no vídeo ou clicando aqui.

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