Mamãe – Almanaque dos Pais https://www.almanaquedospais.com.br Do sonho de ser mãe aos 6 anos do seu filho Tue, 05 Feb 2019 17:57:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.1 https://www.almanaquedospais.com.br/wp-content/uploads/2016/09/cropped-logo-Almanaque-dos-pais-512x512-150x150.png Mamãe – Almanaque dos Pais https://www.almanaquedospais.com.br 32 32 Depilação íntima feminina | O que você precisa saber antes de depilar a virilha https://www.almanaquedospais.com.br/depilacao-intima-feminina-o-que-voce-precisa-saber-antes-de-depilar-virilha/ https://www.almanaquedospais.com.br/depilacao-intima-feminina-o-que-voce-precisa-saber-antes-de-depilar-virilha/#respond Mon, 02 Apr 2018 11:00:21 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14503 Você sabia que existem fatores que você precisa conhecer antes de decidir qual a melhor depilação íntima feminina para você? Então, antes de pegar a lâmina, cera quente ou creme depilatório para depilar a virilha, confira o que você precisa saber! Depilação íntima feminina | O que você precisa saber antes de depilar a virilha …

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Você sabia que existem fatores que você precisa conhecer antes de decidir qual a melhor depilação íntima feminina para você? Então, antes de pegar a lâmina, cera quente ou creme depilatório para depilar a virilha, confira o que você precisa saber!

Depilação íntima feminina | O que você precisa saber antes de depilar a virilha – em vídeo

Depilação íntima feminina: Ter pelos é falta de higiene?

Ter pelos não é falta de higiene, desde que você se higienize corretamente. A mesma regra vale para quem não tem pelos, a higiene é fundamental para a saúde íntima da mulher.

Para saber como se higienizar corretamente, clique aqui.

A opção por depilar ou não depilar é sua, você tem o direito de manter sua região íntima da forma que lhe convém!

depilação íntima feminina depilar virilha

Qual a função dos pelos pubianos?

A principal função dos pelos pubianos era a de proteger a região íntima da mulher para evitar entrada de insetos na vulva e vagina, já que nossos ancestrais dormiam no chão, sem roupas e sem proteção.

Devo remover todos os pelos?

Se você não gosta dos pelos pubianos não há contraindicação em remove-los. Mas antes de tomar esta decisão, tenho uma dica importante para lhe passar:

– Você sabia que deixar um pouco de pelo acima da vulva – o chamado bigodinho de Hitler – deixa sua pele mais hidratada e evita irritações por conta do atrito com calcinha ou absorvente?

Cerca de 2cm de largura por 2 a 3cm de altura é o suficiente.

Cera quente, cera fria, lâmina, creme depilatório ou laser?

Não existe uma recomendação geral para o melhor ou pior tipo de depilação, mas existem recomendações que devem ser avaliadas antes de depilar a virilha e vulva:

Laser: se você possui pele negra ou pelos claros, antes de decidir pelo laser, converse com seu dermatologista, já que o laser precisa do contraste para sua eficiência. Apesar de ser um método doloroso, o resultado é duradouro e ajuda a clarear a pele que escureceu devido à fricção com tecidos ou lâminas.

Cera quente ou fria: é um método doloroso e com durabilidade entre 4 a 6 semanas.

Lâminas: higienize sua região íntima antes e depois da depilação e não esqueça de também higienizar a lâmina. Para que a lâmina deslize melhor e cause menos atrito na pele, você deve usar cremes próprios ou pode usar condicionador de cabelos (dica caseira que funciona). Com o tempo o uso da lâmina pode causar escurecimento na pele.

Creme depilatório: a maioria dos cremes não devem se usados por tentantes (que ainda não sabem se estão grávidas) ou gestantes devido aos produtos químicos. A durabilidade é similar ao da lâmina, além de ser indolor e não causar escurecimento da pele. Antes de usar, testar em uma região pequena da pele para analisar se há alguma alergia ao produto.

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Como realizar corretamente a higiene íntima da mulher https://www.almanaquedospais.com.br/como-realizar-corretamente-higiene-intima-da-mulher/ https://www.almanaquedospais.com.br/como-realizar-corretamente-higiene-intima-da-mulher/#respond Fri, 02 Mar 2018 14:21:42 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14504 Realizar corretamente a higiene íntima da mulher é fundamental também para as tentantes, gestantes e mães. A sua região íntima precisa estar higienizada – sem excessos – para manter sua fertilidade, diminuir chances de infecções, candidíase, entre outras complicações que podem ocorrer por conta da higiene realizada de forma incorreta e duchas íntimas. Como realizar …

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Realizar corretamente a higiene íntima da mulher é fundamental também para as tentantes, gestantes e mães.

A sua região íntima precisa estar higienizada – sem excessos – para manter sua fertilidade, diminuir chances de infecções, candidíase, entre outras complicações que podem ocorrer por conta da higiene realizada de forma incorreta e duchas íntimas.

Como realizar corretamente a higiene íntima da mulher – em vídeo

Higiene íntima da mulher é na vulva e não no canal vaginal

Esta confusão é mais comum do que você imagina, a higiene íntima da mulher é facilmente confundida com a higiene do canal vaginal, ou seja, realização de duchas íntimas.

Ao realizar uma ducha íntima, mesmo que somente água, você destrói as bactérias do bem que habitam o canal vaginal e protegem esta região, ficando mais suscetível a infecções, candidíase, entre outras complicações.

Não é saudável realizar qualquer tipo de ducha no canal vaginal, somente se houver recomendação do seu ginecologista ou obstetra.

higiene íntima da mulher
question mark over vagina

Duchas com bicarbonato ou sabonete líquido infantil ajudam a engravidar?

MITO!!! Muito cuidado com as receitas caseiras que se espalham facilmente pela Internet. Essas duchas também são maléficas para seu canal vaginal e não aumentam sua fertilidade, pelo contrário, aumentam as chances de infecções.

Como realizar a higiene íntima da mulher

A higiene íntima deve ser realizada somente na vulva, ou seja, somente na parte externa da vagina.

1º Passo : escolha do sabonete adequado

Uma informação importante é que o PH da vagina é ácido (entre 4,5 e 5), enquanto o PH da nossa pele é neutro (7). Agora veja outras características que precisam ser avaliadas:

  • Sabonete neutro não é uma boa opção, já que não é compatível com o PH da vagina e pode matar as bactérias do bem;
  • Sabonete em barra não é uma boa escolha por ter contato com outras partes do nosso corpo e pode carregar células morta para nossa região íntima;
  • Sabonete infantil não é uma boa opção por não ter o PH adequado para higiene íntima da mulher.
  • Deve ser líquido, já que somente o que você vai utilizar entra em contato com sua pele e o restante continua sem contaminação;
  • Deve possuir baixa detergência, ou seja, não remove toda gordura da região;
  • Hipoalergênico, para não causar alergias;
  • Não Bactericida, ou seja, ele não pode matar as bactérias do bem que estão na sua região íntima, ao contrário de um sabonete de mão que mata as bactérias.
    • Se você está com alguma bactéria que precisa ser combatida, será através do tratamento que o ginecologista irá passar e não através do sabonete íntimo.
  • Alguns sabonetes íntimos possuem a informação “PH Equilibrado”, ou seja, adequado para sua região íntima.

Os sabonetes íntimos que você encontra em farmácias e supermercados são os mais indicados para você, mas lembre-se de conferir na embalagem se eles são hipoalergênicos, não bactericidas e com baixa detergência.

2º Passo, como realizar a higiene íntima

Comece a higienizar pela virilha e desça até a região externa dos grandes lábios até alcançar o períneo, que é a região entre a entrada da vagina e o ânus. Não penetre no ânus ou vagina.

Afaste gentilmente os grandes lábios. Entre os grandes e os pequenos lábios há um acúmulo de secreção, chamada de sebo, que é o que geralmente dá mau cheiro na parte íntima feminina. Para remover este sebinho não utilize bucha ou unha, somente com o dedos e com cuidado para não machucar, faça movimentos de cima para baixo.

Higienize também dentro dos pequenos lábios, gentilmente e sem introduzir o dedo dentro da vagina e também com movimentos de cima para baixo.

Deixe o sabonete agir por  2 a 3 minutos e enxágue com bastante água para remover qualquer resíduo.

Depois da relação preciso realizar esta higiene íntima?

A higiene íntima completa (com sabonete) deve ser realizada 1 vez ao dia. Se você teve relação em um momento em que não tem como tomar banho, por exemplo, tente higienizar somente com água, sem o sabonete, ou lencinho umedecido.

O sêmen de um homem saudável não causa problemas ou alergias.

Uma recomendação importante é urinar após o sexo, assim evitando infecções urinárias.

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Sintomas da infertilidade https://www.almanaquedospais.com.br/sintomas-da-infertilidade/ https://www.almanaquedospais.com.br/sintomas-da-infertilidade/#comments Tue, 12 Dec 2017 11:00:26 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14465 A infertilidade na maioria das vezes não produz sintomas, ou seja, ela pode atuar de forma silenciosa quando tudo parece estar bem. No entanto, existem alguns sintomas da infertilidade e condições que servem de alerta.

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A infertilidade na maioria das vezes não produz sintomas, ou seja, ela pode atuar de forma silenciosa quando tudo parece estar bem. No entanto, existem alguns sintomas da infertilidade e condições que servem de alerta.

sintomas da infertilidade

A dificuldade para engravidar também pode surgir a partir de um acúmulo de pequenos detalhes que isoladamente não afetam a fertilidade do homem e da mulher. Por este motivo, muitas vezes é difícil identificar a causa da infertilidade ou definir sintomas para este problema que atualmente atinge cerca de 15% da população mundial.

Para prevenir a infertilidade, o casal deve manter um estilo de vida saudável e fazer revisões de saúde periódicas, além de consultar um especialista pós um ano de tentativas de gravidez.

Alguns sintomas de risco para a fertilidade:

Ciclo irregular

Irregularidade do ciclo menstrual não determina que uma mulher é infértil, porém pode ser um sinal de alerta para uma eventual irregularidade hormonal que pode afetar o funcionamento normal do aparelho reprodutor. A irregularidade do ciclo passa desapercebida pelas mulheres que fazem uso de anticoncepcionais, pois esta medicação simula um ciclo regular ou bloqueiam o ciclo menstrual, e somente quando o uso do método anticoncepcional em questão é interrompido, este problema se revela.

Como comprovar que o ciclo irregular não afetou a fertilidade?

Manter uma avaliação da fertilidade periódica, que pode ser realizada inclusive sem interromper o uso de anticoncepcionais com o exame Antimülleriano, é uma forma de descartar o risco de infertilidade.

Cólicas muito fortes

As cólicas menstruais não têm relação com a fertilidade, mas sim podem estar relacionadas com a endometriose, uma patologia que pode provocar a obstrução das trompas ou outros órgãos do aparelho reprodutor feminino. Mulheres que sofrem com cólicas muito fortes ou possuem casos de endometriose na família, devem estar atentas para impedir que a evolução dos focos da endometriose afetem a fertilidade.

Como saber se minha cólica está relacionada com a endometriose?

Existem dois exames capazes de identificar a endometriose. A ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal e a ressonância magnética. Ambos estudos devem ser realizados por especialistas experientes em identificar a endometriose, que pode passar desapercebida por olhos menos treinados para detectar esta doença.

No caso de um diagnóstico positivo para a endometriose, não há razão para pensar que suas chances de ser mãe acabaram. No entanto, é necessário um acompanhamento médico multidisciplinar para impedir que a endometriose afete a fertilidade.

– “Varizes” nos testículos:

A varicocele é uma condição que afeta as veias que transportam o sangue nos testículos. Ela pode ser identificada pela presença de veias parecidas com as varizes ou inclusive pode provocar dor. A varicocele afeta 15% da população masculina e é responsável por 40% das causas de infertilidade do homem.

Como impedir que a varicocele afete fertilidade?

Dependendo do nível de dilatação das veias provocada pela varicocele, a dificuldade de engravidar pode ser maior. Os tratamentos mais comuns para esta patologia é a cirurgia ou embolização venosa.

Quando o tratamento da varicocele não devolve a fertilidade normal do homem, é indicada a Fertilização in Vitro com a técnica ICSI, onde é preciso selecionar um espermatozoide para ser introduzido diretamente no óvulo.

– Obesidade

Apesar da obesidade não ser um sintoma, sua presença reduz bastante as chances de gravidez dos homens e das mulheres. Por isso, o controle do peso e uma dieta equilibrada são importantes.

Como prevenir a infertilidade se não tenho sintomas?

É mais fácil solucionar um problema quando existe uma forma de perceber que algo não está bem. Nestes casos, os sintomas podem ajudar a identificar e tratar de forma precoce um fator que poderia afetar a fertilidade futura.

Porém, infelizmente os sintomas que podem alertar para o risco de infertilidade são poucos em comparação com as possíveis causas da infertilidade. Portanto, além de manter hábitos saudáveis, é importante manter exames periódicos para o monitoramento da fertilidade.

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11 Verdades e mitos sobre a fertilidade https://www.almanaquedospais.com.br/11-verdades-e-mitos-sobre-a-fertilidade/ https://www.almanaquedospais.com.br/11-verdades-e-mitos-sobre-a-fertilidade/#respond Wed, 29 Nov 2017 11:00:44 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14457 Hoje vou falar sobre 11 verdades e mitos sobre a fertilidade Ao procurar informação sobre fertilidade e tentativas de gravidez, é preciso estar atenta sobre a fonte e a qualidade da informação. Existem muitos que continuam sendo uma barreira para a verdadeira realidade do que pode facilitar ou prejudicar as chances de gravidez.  Para desmitificar, …

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Hoje vou falar sobre 11 verdades e mitos sobre a fertilidade

Ao procurar informação sobre fertilidade e tentativas de gravidez, é preciso estar atenta sobre a fonte e a qualidade da informação. Existem muitos que continuam sendo uma barreira para a verdadeira realidade do que pode facilitar ou prejudicar as chances de gravidez.  Para desmitificar, listo as verdades e mitos mais comuns:

11 verdades e mitos sobre a fertilidade

1) É fácil engravidar

Mito: A fertilidade humana é baixa. Cada ciclo pessoas férteis têm somente 25% de chances de conseguir a gravidez. Por isso recomenda-se esperar um ano antes de procurar um especialista em reprodução humana para investigar um eventual caso de infertilidade.

2) Se sou uma pessoa saudável posso evitar que meus óvulos envelheçam

Mito: Não é possível evitar o envelhecimento dos óvulos a no ser que os mesmos sejam congelados. Uma vida saudável evitará acelerar o processo de infertilidade, mas não impedirá que ao redor dos 35 anos a qualidade dos óvulos comece a diminuir com maior intensidade.

3) Se tenho menstruação é porque ovulo

Mito: Não necessariamente. Aproximadamente 35% das mulheres em algum momento da sua vida apresenta anovulação.

4) A ovulação ocorre todo mês no mesmo dia

Mito: Mesmo que tenham ciclos menstruais regulares, as mulheres não ovulam sempre no mesmo dia. Podemos determinar um período em que provavelmente a ovulação vai ocorrer, mas o dia exato pode variar.

5) Quem teve filhos tem a fertilidade normal

Mito: Ter tido filhos prova apenas que a pessoa foi fértil em um dado momento. No entanto, problemas podem aparecer depois.

6) A obesidade dificulta a gravidez

Verdade: A obesidade pode interferir no sistema hormonal, além disso, caso obtenha a gravidez, o risco de complicações obstétricas é três vezes maior em obesas.

7) Quando a mulher tem orgasmo a probabilidade de engravidar é maior

Mito: A fertilidade não está ligada ao prazer sexual.

8) Álcool, drogas ou medicamentos interferem na fertilidade masculina

Verdade: O cigarro e o álcool podem afetar tanto o número quanto a mobilidade dos espermatozoides. O álcool pode interferir na produção da testosterona e reduzir a libido, além de ser causa de impotência. Drogas como a maconha, a morfina e a heroína são causadoras de problemas de infertilidade e de impotência, elas elevam ao aumento do hormônio prolactina, o qual interfere na produção de espermatozoides.

9) A pílula ou o DIU (dispositivo intra-uterino) podem causar infertilidade

 Mito: A pílula pode encobrir problemas hormonais que passam despercebidos com seu uso, pois ela regula o ciclo dando a impressão que tudo vai bem. Com relação ao DIU, existe um risco aumentado somente no caso de desenvolver doença inflamatória pélvica, que em um estágio mais grave, pode provocar a obstrução das trompas. Porém, sem a presença da infecção pélvica, o DIU não causa infertilidade.

 10) Existem posições sexuais que facilitam a fecundação do óvulo

Mito: Não existe uma posição em especial que favorece a gravidez.

 11) Lubrificantes íntimos dificultam a gravidez

Verdade: Muitos lubrificantes íntimos dificultam a mobilidade dos espermatozoides.

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Insegurança, como você lida com ela? https://www.almanaquedospais.com.br/inseguranca-como-voce-lida-com-ela/ https://www.almanaquedospais.com.br/inseguranca-como-voce-lida-com-ela/#comments Thu, 16 Nov 2017 10:00:38 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14449 Insegurança, como você lida com ela? É tempo de reconhecer e mudar Insegurança… Sentimento de inferioridade, insuficiência para realizar determinada tarefa, segundo os dicionários. Comum à vida – afinal, em algum momento, todos nós a experienciamos –, infelizmente tem se tornado um problema que atinge cada vez mais e mais pessoas. Por isso, gostaria de …

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Insegurança, como você lida com ela?
É tempo de reconhecer e mudar

Insegurança… Sentimento de inferioridade, insuficiência para realizar determinada tarefa, segundo os dicionários. Comum à vida – afinal, em algum momento, todos nós a experienciamos –, infelizmente tem se tornado um problema que atinge cada vez mais e mais pessoas.

Por isso, gostaria de trazer uma nova reflexão para você que, de alguma forma, percebe que essa emoção tem lhe dificultado. É importante o seu olhar de atenção quando a insegurança passa a tomar conta da sua vida, preenchendo suas horas, seus dias, suas relações… porque é quando você passa, e sem perceber, a agir muito influenciado pelo medo.

Sim, você já reparou como a insegurança é consequência do medo? Medo de fracassar, de ser rejeitado, não ser reconhecido, valorizado, amado… Medo por não ter o controle sobre o que vai acontecer amanhã – e este é um dos piores medos, pois, de fato, nós nunca teremos a certeza absoluta do que irá acontecer amanhã.

E preste atenção ainda ao fato de que a insegurança não está ligada apenas ao comportamento de agir como uma pessoa resguardada, que tem o pé no freio, é adiador de mudanças. Note que este sentimento também está presente em quem busca controlar a tudo e a todos, pois o medo de que as coisas não saiam perfeitas, como a própria pessoa o faria, revela por detrás a “insegurança”.

Em determinadas “doses” a insegurança pode até ser protetora, funcionando como um mecanismo de defesa que faz com que o seu alarme interno soe e o obrigue a atuar. Mas, a partir do momento em que se torna avassaladora, a insegurança não tem qualquer vantagem, você passa a se sentir incapaz e a viver em função de pensamentos negativos que pouco ou nada têm de razoável.

Por isso, eu desejo que reflita sobre este sentimento em sua vida e a como tem agido, pois, de verdade, você pode viver melhor consigo e com o seu entorno.

Bem, e como mudar esse cenário da insegurança? Antes eu preciso lhe fazer uma pergunta: onde é que este cenário se inicia?

Por mais que o que lhe gere a insegurança seja um acontecimento externo, é sempre dentro de você que o sentimento se forma. Então, é dentro de você que ele se inicia e, como disse antes, está tudo bem, é natural e normal que você o vivencie, a questão está no como e em quanta negatividade pode gerar por conta dele.

Obter melhor discernimento sobre suas emoções, levantando a reflexão e o questionamento sobre o que está sentindo, já é um passo importantíssimo de consciência, pois é a partir daí que você pode fazer as mudanças.

Assim, se você acredita que a insegurança está em um nível negativo em sua vida pode começar a praticar exercícios de mudança emocional e isso para que possa sair de uma posição muito defensiva ou de vítima, para que possa se entregar às relações amorosas com mais intensidade, para que expresse o que sente com mais maturidade, para que invista em seus sonhos com mais tranquilidade e capacidade de ampliar sua visão estratégica, para que não perca a oportunidade de ser mais feliz.

Se você me acompanha sabe que um dos exercícios que ensino muito é sobre a Respiração. Algo simples e extremamente eficaz, comprovado cientificamente – e que a metodologia de autoconhecimento do Processo Hoffman pratica há 50 anos.

Em um dos vídeos que gravei, falo mais sobre isso, é “Como você vive é como você respira” (https://processohoffman.com.br/video/como-voce-respira-e-como-voce-vive). E deixo aqui um simples (e poderoso) exercício para você praticar:

  1. Inspire o ar pelo nariz e solte pela boca;
  2. Expire por mais tempo que inspira, isto é, solte mais ar do que pegue;
  3. Para treinar é bom começar contanto: 03 segundos para puxar o ar… segure três segundos o ar dentro de si… e solte o ar em 4 ou 5 segundos. Repita esse exercício por 10 vezes;
  4. A oxigenação do cérebro aumenta, você se sente mais relaxado e calmo, e a disposição física e flexibilidade mental também aumentam.

“Pare, pense e respire” é um artigo que também escrevi com este objetivo (https://processohoffman.com.br/blog/pare-pense-e-respire/).

Eu desejo que você invista em seu Autoconhecimento e ele começa assim, com a reflexão sobre você, sobre o que você sente e como sente; o que pensa e como pensa; e sobre suas atitudes e como as têm manifestado.

É sempre tempo, independentemente da nossa fase de vida, de sermos pessoas melhores!

Até a próxima! Com amor e luz!

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Como o autoconhecimento dos pais pode interferir na vida dos filhos? https://www.almanaquedospais.com.br/como-o-autoconhecimento-dos-pais-pode-interferir-na-vida-dos-filhos/ https://www.almanaquedospais.com.br/como-o-autoconhecimento-dos-pais-pode-interferir-na-vida-dos-filhos/#respond Mon, 16 Oct 2017 11:00:02 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14418 Considerado o mês das crianças, outubro é o período em que os pequenos são mais lembrados com as entregas de mimos e carinhos. E essa evidência me faz refletir: quais referências de valores, autoestima, desenvolvimento e amor essas crianças estão recebendo hoje em seus lares e como o autoconhecimento dos pais pode ajudar em todo …

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Considerado o mês das crianças, outubro é o período em que os pequenos são mais lembrados com as entregas de mimos e carinhos. E essa evidência me faz refletir: quais referências de valores, autoestima, desenvolvimento e amor essas crianças estão recebendo hoje em seus lares e como o autoconhecimento dos pais pode ajudar em todo esse processo?

Crédito Foto: FreeDigitalPhotos.net

Quando criança, nossas atitudes, gostos e desejos estão intimamente ligados ao nosso ambiente familiar, já que é a nossa maior e principal referência – especialmente sobre o que presenciamos das próprias atitudes e comportamentos dos pais. Passamos a observá-los e a copiá-los em tudo. A criança, por um tempo, precisa olhar para os adultos, até para descobrir qual o seu lugar nesse mundo e no seio da família.

Os pais têm a responsabilidade de manter um ambiente saudável e equilibrado ao longo da vida, mas principalmente na fase da infância, estar atento, com consciência sobre si mesmo e ao que transmite ao filho pode fazer toda a diferença positiva para o desenvolvimento das crianças.

É aqui que entra a importância do autoconhecimento, pois, a partir dela os pais têm a oportunidade de reconhecer suas próprias negatividades e aprender caminhos para mudar a si mesmos, isso influencia diretamente o meio no qual a criança vive. Os pais passam a perceber melhor sua própria humanidade, isto é, que não são seres perfeitos, todos somos constituídos pelo nosso bem e pelo nosso mal. Por isso, reconhecer nossas próprias dificuldades e qualidades é um passo essencial para desenvolver a autoestima e autoconfiança. A maneira que nossos pais nos ensinaram, provavelmente, também foi a forma que eles aprenderam, o que torna fundamental quebrar essa sequência negativa e investir na mudança. Nunca é tarde para praticarmos o autoconhecimento e passarmos a vida a limpo, e podemos começar agora com algumas atitudes, tais como:

Observe e conheça a você mesmo. Não importa a idade do seu filho, o primeiro passo para a relação de vocês se estabelecer com mais qualidade é que você reconheça a si mesmo e aceite seus próprios defeitos e qualidades; tenha interesse em descobrir quem e como é o seu filho. Olhe nos olhos da criança com curiosidade. Ela já tem tendências, gostos, sabores, cheiros; saiba reconhecer e elogiar os bons comportamentos. Faça elogios ao seu filho. Mas elogie pontualmente, na hora em que a situação for digna de reconhecimento; ajude-os a reconhecer e nomear as próprias emoções. Ensine-os sobre o que eles estão sentindo e que está tudo bem eles vivenciarem aquela emoção, inclusive quando forem negativas (como raiva, dor, ciúme etc). Reconhecer os próprios sentimentos faz parte do autoconhecimento.

Essas, dentre outras dicas, são abordadas profundamente no curso de autoconhecimento “Processo Hoffman”, reconhecido em vários países há 50 anos e presente no Brasil há mais de 35. Além disso, nenhuma das dicas terá sucesso e nenhum filho será realmente feliz se antes os pais não buscarem a própria felicidade. Seus filhos copiarão sempre seus comportamentos. E não importa se você trabalha fora e não tem tempo para estar com a criança. Dê o seu melhor. Quando estiver com seu filho, fique com ele, olhe para ele, curta o momento. Isso tem um significado extraordinário!

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Depoimento de uma tentante que alcançou seu sonho de engravidar https://www.almanaquedospais.com.br/depoimento-de-uma-tentante-que-alcancou-seu-sonho-de-engravidar/ https://www.almanaquedospais.com.br/depoimento-de-uma-tentante-que-alcancou-seu-sonho-de-engravidar/#comments Wed, 04 Oct 2017 11:00:13 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14410 Meu nome é Brisa Maria Folchetti Darcie, sou advogada, casada desde 2008 com o Alessandro Darcie (o grande amor da minha vida), tenho 37 anos e gostaria de contar um pouco da minha história de luta, na busca por um filho. Assim que nos casamos (outubro), eu e meu marido decidimos logo engravidar. Tentamos por …

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Meu nome é Brisa Maria Folchetti Darcie, sou advogada, casada desde 2008 com o Alessandro Darcie (o grande amor da minha vida), tenho 37 anos e gostaria de contar um pouco da minha história de luta, na busca por um filho.

Assim que nos casamos (outubro), eu e meu marido decidimos logo engravidar.

Tentamos por um ano em casa e após nada acontecer, partimos para investigações. Descobrimos através de um Papa Nicolau, que eu tinha HPV (pré-câncer – NIC III). E em agosto de 2009 parti para minha primeira cirurgia, para retirada de um pedacinho do colo do útero. Os médicos indicaram tentar engravidar em casa e o resultado: nada!

Em outubro de 2010 descobri que eu tinha que ser submetida a nova cirurgia, pois estava com endometriose profunda. Após esta segunda cirurgia (videolaparoscopia), os médicos mandaram, mais uma vez, tentar engravidar em casa e o resultado: nada!

Depois descobrimos que meu marido (quando tinha sete anos de idade) fez uma cirurgia de criptorquia bilateral (pois os dois testículos eram internos). A partir daí, o Alessandro também precisaria de acompanhamento médico e a nossa “saga” começou através de consultas, exames, clínicas, laboratórios, remédios, injeções, sendo-nos indicado a fertilização in vitro.

Em agosto de 2011 fizemos a nossa primeira FIV. Tive hiperestimulação ovariana e o tratamento precisou ser suspenso, pois corria risco de morte. Neste momento, foram congelados todos os embriões (15 óvulos que se transformaram em 12 embriões). Depois que eu melhorei, fiz três transferências de embriões congelados (TEC), mas nenhum deu certo. Nisso tudo, o psicológico acaba conosco. Foi a primeira e mais difícil fertilização e aceitação de um negativo, mas eu estava disposta a tentar quantas vezes fossem necessárias.

Em 2013, com a cabeça mais tranquila, mudamos de clínica e fizemos mais duas fertilizações. Com outro protocolo, as coisas foram diferentes: se por um lado não tive a hiperestimulação, por outro não consegui ter embriões sobressalentes para congelar. Na segunda (em junho), comecei a sangrar um dia antes de fazer o teste de gravidez. Quando fiz o exame, deu indeterminado (valor 20): eu tive implantação, mas não progrediu… é a chamada gestação química! Fiquei muito esperançosa e sabia que meu bebê estava próximo. Assim, resolvemos em agosto tentar mais uma vez, juntando todas as nossas moedinhas e economias, fiz o beta e não deu certo de novo. Os médicos, agora, diziam que talvez estivéssemos com problemas de desenvolvimento do embrião (genético) e isso me assustou demais, mas nada era provado. Neste meio tempo, descobri que sou portadora de trombofilia leve (mutação heterozigota).

Em dezembro daquele mesmo ano, mudei mais uma vez de médico e de clínica, partindo para a 4ª fertilização. Tive 18 embriões e novamente precisamos congelar todos, porque, uma vez mais, tive hiperestímulo ovariano. Em fevereiro de 2014 eu fiz a transferência, usamos um arsenal de medicação nunca utilizado anteriormente (clexane, imunoglobulina, vacina do sangue paterno) e, por uma benção de Deus, tivemos o primeiro positivo: que sonho, nossa luta tinha acabado! Primeira US, descobrimos que a gestação era gemelar. Contamos para os familiares mais próximos e, na segunda US, já não tinham mais batimentos cardíacos. Como dói um aborto: dói na alma! No dia 30 de março de 2014 eu fiz a primeira curetagem. Fui dilacerada, arrancaram meu coração e nunca mais devolveram. Neste momento, descobri que a causa do aborto era genética, pois enviamos para análise. Mas a médica disse que dificilmente os demais embriões tinham o mesmo problema e, portanto, acreditamos em suas palavras.

Em julho daquele ano, já mais calma emocionalmente, fizemos a segunda transferência e veio o negativo, que, neste momento, já não me abalava mais.

Em janeiro de 2015 fizemos mais exames e transferimos os últimos bebês congelados: positivo mais uma vez. Primeira US: ouvimos o coração, que é o som mais lindo do mundo, para uma tentante! Nos enchemos de esperança, pois desta vez as coisas estavam diferente. Fomos fazer a segunda US: sem batimentos cardíacos de novo! Por que, meu Deus? Por que de novo? E, infelizmente, um ano após a primeira curetagem, no dia 30 de março de 2015, novamente eu estava na maternidade, mas não para ter um bebê e sim para ser submetida à nova curetagem. Desta segunda vez, o baque emocional foi maior. Eu duvidei, questionei a Deus, chorei e tive princípios de depressão. Mas as palavras dos médicos eram sempre as mesmas: nós temos muita chance, tanto pela idade quanto qualidade embrionária. Enviamos para análise genética e, desta vez, o exame veio normal.

A sugestão, neste momento, seria iniciar uma nova fertilização, com análise genética (que é a opção de verificar e transferir apenas embriões saudáveis para meu útero).

Em agosto de 2015, partimos para a 5ª FIV, com análise. Nesta fertilização, a intensão era conseguir o maior numero de embriões, pois apenas os melhores (blastocistos) iriam para a clínica genética. Todavia, a hiperestimulação desta vez foi tão grande, que eu precisei ser submetida a uma intervenção médica, para drenar o liquido abdominal sob risco de ter embolia pulmonar. Foram drenados quase 2 litros de líquido. Eu me assustei demais e prometi para mim mesma: FIV nunca mais! Para nossa surpresa, dos 32 óvulos que tive, enviamos 7 embriões para análise (os que chegaram aos estagio blastocisto) e acreditem: nenhum viável! Todos tinham problemas genéticos variados, incompatíveis com a vida. Esse resultado foi tão horrível quanto comparado a um aborto. Nós havíamos gasto mais de R$30 mil em vão.

Neste momento, totalmente desgastados emocional e financeiramente, começamos a pensar na opção da gestação do coração. No começo eu fui contra; meu marido sempre aceitou. Mas aos poucos percebi que a adoção seria a forma de poder ser mãe.

Em outubro de 2015 demos inicio ao processo de habilitação e, para nossa surpresa, no dia 30 de março de 2016 tivemos a entrevista com a psicóloga do fórum (caramba, esse 30 de março me persegue e eu o vejo como um dia ruim).

Em janeiro de 2016 comecei a sentir muitas cólicas e descobri, através de exames, que minha endometriose tinha voltado. Assim, no mês seguinte, fiz uma nova videolaparoscopia (que desta vez foi bem mais agressiva, com focos nos ovários, bexiga, vagina, fundo de saco e intestino). Nesta cirurgia eu coloquei DIU, mas tive rejeição: sangrei e tive cólicas insuportáveis por 100 dias, até que resolvi tirá-lo.

Em julho de 2016, fomos definitivamente habilitados no CNA (Cadastro Nacional de Adoção) e agora já estávamos grávidos do coração. Meus pais foram (e são) contra essa opção, por puro preconceito. Mas mesmo assim, estamos firmes neste propósito e nosso perfil é bem amplo: aceitamos receber uma criança de até cinco anos e meio, qualquer cor, raça, forma de concepção e doença. Mesmo assim, a fila de espera gira por volta de sete anos.

Em agosto do mesmo ano, comecei a me questionar: se eu aceito uma criança que foi gerada por outros pais, porque eu não aceitaria um embrião doado? Em várias clínicas, após os casais conseguirem seus filhos, muitos doam os embriões “sobressalentes”. Isso começou a mexer comigo e meu marido encarou comigo mais esta decisão. Não se trata de doação de óvulos ou espermas; mas sim doação do bebê já formado (embrião), com outro DNA e que eu poderia gerá-lo em meu ventre.

Fomos em três clinicas e, diante do tamanho desespero, fomos ludibriados. Em uma dela, muito famosa, aliás, foi-nos prometidos embriões de excelente qualidade e, quando questionamos mais a fundo, soubemos que se tratavam de paletas congeladas há mais de 10 anos, sem qualidade. Estávamos quase aceitando, no desespero, até que conhecemos o Dr. Pedro Monteleone. Ele é um médico prático e que duvida de muitas intervenções. Na nossa primeira consulta, um domingo, que durou mais de 3 horas, ele nos provou por A + B que devíamos usar sim nossos óvulos e espermas e que conseguiríamos nosso bebê. Mas e o risco de um novo hiperestímulo? De novo aborto? De alteração genética em todos os embriões? Era um risco sim, mas meu marido estava disposto a tentar, antes de usarmos os embriões doados.

Até então tudo era feito do meu jeito, e, desta vez, eu entreguei. Assim, em setembro de 2016, encaramos a 6ª fertilização in vitro (mais para não contrariar meu marido, que SEMPRE acreditou, SEMPRE me apoiou e SEMPRE esteve em meu lado em todas as consultas) e alguns dias depois, tive meu terceiro positivo. Nesta fiv, eu tive 11 óvulos, 11 embriões e 11 blastocistos. O médico disse que nunca tinha visto uma qualidade embrionária desta forma e que “não sabia como é que tinha me conhecido, porque eu já devia ter engravidado há muito tempo” – suas palavras.

Neste momento, eu não tinha mais medo do resultado dos exames de beta: se positivo ou negativo – mas sim da terrível segunda US. Repetimos o exame: o beta não dobrou em 48 horas, como era para ter dobrado. Quem é tentante há anos, já liga o botãozinho (“opa, há algo errado”), mas seguimos confiantes. Primeira US: tamanho do bebe não era o esperado; segunda US, adivinha? Sem batimentos cardíacos. No dia de finados: 02/11/2016, eu estava pela terceira vez, na recepção da maternidade, cheia de gestantes felizes prontas para parir, fazendo minha terceira curetagem. Neste dia, eu jurei a mim mesma: só voltaria ali quando for a hora do meu parto. Chega!

Em janeiro de 2017 decidimos realizar o exame de analise genética nos embriões que estavam congelados (a contra gosto do médico), mas eu não queria “pagar para ver” mais uma vez.  Recebemos o laudo e, de 6 blastocistos analisados, para nossa grande surpresa, 4 vieram como normais!!! Assim, transferimos os dois melhores e, 10 dias depois: um belo negativo!

Como é que isso é possível? Depois de tudo?

Mas, ainda tínhamos uma última chance (com dois embriões congelados normais, não tão bons como os anteriores). Assim, no dia 20 de fevereiro de 2017, fizemos a transferência em um ciclo natural, sem usar qualquer medicação, nem mesmo para preparar o endométrio.

Todavia, em meio à última possibilidade de FIV, não bastando toda a carga emocional depositada no tratamento, me vi meio a um furacão: 3 dias depois da transferência, meu pai faleceu e eu abandonei todos os cuidados indispensáveis daquela fase do tratamento. Eu passei os piores dias da minha vida. Eu perdi um pai e ganhei uma “filha” de 63 anos de idade (minha mãe), que é totalmente dependente e alheia a tudo do mundo. Eu não me alimentei, não cuidei de mim, não tomei os remédios e sabia que mais uma vez não tinha dado certo o tratamento… mas eu pensava: neste momento era o melhor, porque eu precisava resolver todas as questões burocráticas do falecimento, que eram exigidas.

No dia da missa de 7º dia de falecimento do meu pai, era o dia do Beta (foi na quarta-feira de cinzas). Meu marido voltaria para SP neste dia e, apesar de insistir para irmos ao laboratório, no interior tivemos a resposta que o exame demoraria cinco dias para ficar pronto. Então fizemos um teste de farmácia e, sem esperar os 3 minutos, eu o abracei e pedi perdão, porque eu estraguei esse tratamento todo. Meio sem jeito, ele olhava para o teste e me perguntava aonde eu deviria colocar o resultado; eu não tinha percebido: a segunda listrinha estava ali, muito fraquinha!!! Caramba: bem agora? Como é que vou comemorar? Vida x Morte na minha frente? Neste mesmo dia, eu fui à casa da minha avó e começou a chover com sol junto. Abriu um arco íris maravilhoso e muito forte: no meu coração eu senti – depois da tempestade, vem o arco íris, que me mostrou que esse bebê é a mais sublime forma da minha família renascer; do meu coração dilacerado se encher de amor e da minha vida ressurgir.

Fizemos o teste de farmácia só no D14. Em 48 horas, mais que dobrou. Primeira US tudo perfeito; segunda, terceira (chegou 30/março, mas seguimos adiante), quarta, quinta US (estão sendo semanais, diante de todo o meu quadro): bebê mexeu os bracinhos e perninhas. Confesso que, cada vez que vou ao médico, eu tremo por dentro. Hoje, minha vida é e será em função desse bebê que carrego no ventre; seu nome: Íris! Não tinha como ser outro. Estou em repouso, já fiz cirurgia para segurar a Íris em meu ventre, tenho muitas restrições alimentares (por conta de vários problemas gestacionais) e uma gestação de altíssimo rico (trombose).

Eu tenho um IG anônimo (@mulhermoderna.futuramamae), que durante muito tempo foi um diário virtual sobre minha luta para engravidar.

Porque eu estou escrevendo partilhando minha história? Por que eu acredito que minha luta possa servir de inspiração para outras mulheres, que, assim como eu, esperam o milagre em seus ventres.

Dizem que Deus escreve certo, por linhas tortas; hoje vejo que Ele escreve certo por linhas certas.

Acredito no Deus do impossível! Diz o ditado que uma mãe faz de tudo por um filho. Concordo, pois estamos fazendo de tudo pelo nosso, que vai nascer em outubro (quando completaremos 9 anos de casados)!!!

Um grande abraço,

Brisa (mamãe da Íris e esposa do Alessandro) 

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SOP: Síndrome dos Ovários Policísticos e Gravidez https://www.almanaquedospais.com.br/sop-sindrome-dos-ovarios-policisticos-e-gravidez/ https://www.almanaquedospais.com.br/sop-sindrome-dos-ovarios-policisticos-e-gravidez/#respond Wed, 27 Sep 2017 11:00:10 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14376 Mulheres com a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) podem apresentar dificuldade de ovulação e atrasos menstruais, o que pode gerar dificuldade de gravidez. A gravidez de forma natural pode acontecer, porém em alguns casos pode ser preciso tratamentos, sendo o mais comum com indutores de ovulação. Ovário policístico ocorre quando são encontrados pequenos cistos no …

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Mulheres com a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) podem apresentar dificuldade de ovulação e atrasos menstruais, o que pode gerar dificuldade de gravidez. A gravidez de forma natural pode acontecer, porém em alguns casos pode ser preciso tratamentos, sendo o mais comum com indutores de ovulação.

Ovário policístico ocorre quando são encontrados pequenos cistos no ovário da mulher, porém nem todas as mulheres que possuem os cistos no ovário apresentam a síndrome do ovário policístico, também conhecida como síndrome de Stein-Leventhal. Muitas mulheres não apresentam nenhum dos sintomas e engravidam normalmente e só depois descobrem que existem pequenos cistos em seu ovário sem que isso altere seu metabolismo.

síndrome dos ovários policísticos

A Síndrome dos ovários policísticos – SOP

A síndrome do ovário policístico é uma alteração hormonal que atinge cerca de 10% das mulheres. Essa síndrome consiste numa série de sintomas tais como:

  • menstruação espaçada com 2 ou 3 episódios por ano;
  • hirsutismo: aumento de pelos pelo rosto, abdome e seios;
  • pequenos cistos no ovário com cerca de 0,5cm de diâmetro;
  • pele oleosa;
  • acnes;
  • tendência ao acúmulo de gordura no quadril;
  • obesidade: cerca metade dos casos. O sobrepeso piora as manifestações da SOP.

Causas da SOP

As causas da SOP ainda dão desconhecidas, porém é levado em conta o fator genético. Ela geralmente se manifesta na puberdade, quando hormônios são produzidos, inclusive o masculino. O excesso desse último hormônio é o causador da síndrome.

Cerca de 50% das mulheres com esse mal possuem resistência à insulina, em especial as mulheres obesas porque este grupo tem excesso de glicose no corpo criando, consequentemente, resistência ao hormônio insulina. Essas mulheres são mais propensas a desenvolver o diabetes e hipertensão arterial.

O diagnóstico

O diagnóstico da síndrome do ovário policístico é realizado pelo histórico sintomático da paciente, ultrassom e no exame de toque, pois o ovário fica aumentado.

O ovário em tamanho norma mede cerca de 9cm³, enquanto o policístico pode chegar a 20cm³.

Síndrome dos Ovário Policístico e Gravidez

A síndrome dos ovários policísticos é responsável por 20 a 30% dos problemas de infertilidade feminina.

O ideal é que a síndrome dos ovários policísticos seja tratada antes de começar a tentar engravidar. O médico ginecologista ou endocrinologista são os indicados para este tipo de tratamento.

É comum que mulheres que são diagnosticadas com a SOP tenham maior dificuldade para engravidar e precisem recorrer a outros métodos de fertilização ou indução da ovulação, porém não é raro engravidar sem nenhum tipo de tratamento ou intervenção.

A causa da dificuldade em engravidar é por conta do desarranjo hormonal que pode resultar na falta da ovulação ou em um óvulo de baixa qualidade, com menos chances de ser implantado com sucesso na parede uterina.

Tratamentos para engravidar

perda de peso no caso de sobrepeso: a obesidade agrava os efeitos da SOP, além de diminuir a quantidade de glicose e diminuir a resistência à insulina.

hipogliceminantes: os medicamentos que baixam a quantidade de glicose, além de aumentar a atividade hepática a fim de metabolizar a insulina no corpo.

citrato de clomifeno: é o indutor de ovulação mais comum e é de via oral. É administrado 5 dias por ciclo após o primeiro dia da menstruação. Esse tratamento se mostra mais eficaz para mulheres que já tiveram filho sem tratamento ou com sintomas menos acentuados. O medicamento estimula o crescimento dos folículos, porém pode ocorrer o hiperestímulo e o aumento dos ovários, resultando em dor e até hospitalização em casos mais graves. O médico deve acompanhar periodicamente este procedimento através de ecografias para evitar complicações.

gonadotrofinas: é uma estimulação nos ovários realizada geralmente com conjunto com a fertilização in-vitro. São utilizados 2 hormônios, o FSH que estimula o desenvolvimento dos folículos e o LH que regula o crescimento destes.

cauterização laparoscópica: á a cauterização dos cistos através de 3 pequenas incisões no abdome. Com esse procedimento o ciclo menstrual e ovulação são regularizados e a mulher pode engravidar naturalmente.

Com esses incentivos as chances de engravidar aumentam chegam a 70% até o terceiro ciclo, porém idade da mulher e outros problemas de infertilidade do casal podem diminuir essa estatística.

Se você já é tentante a mais de 1 ano, o recomendado é procurar por um especialista em reprodução humana para ser examinada. Mas se você já tem 35 anos ou mais, a recomendação é procurar por um especialista em reprodução humana após 6 meses de tentativas.

Síndrome dos Ovários Policísticos X aborto

Existem dados que demonstram que mulheres com a síndrome dos ovários policísticos possuem maior probabilidade de aborto espontâneo nos primeiros 3 meses de gestação devido ao desarranjo hormonal causando pela SOP.

O desarranjo é causado pelo hiperandrogenismo, ou seja, aumento da presença do hormônio masculino.
Outro fator relacionado ao aborto é o do grupo de mulheres que são resistentes à insulina, pois ela em excesso pode agir sobre células que envolvem o folículo.

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Talentos – Comece a libertá-los https://www.almanaquedospais.com.br/talentos-comece-liberta-los/ https://www.almanaquedospais.com.br/talentos-comece-liberta-los/#respond Mon, 11 Sep 2017 13:17:08 +0000 https://www.almanaquedospais.com.br/?p=14359 Seja sincero: você sente que usa seu talento naquilo que faz? O que você produz é fruto de seu talento? Você reconhece ou sabe quais são seus talentos? Se você deseja abrir seu próprio negócio seja porque gostaria de mudar ou porque, infelizmente, perdeu o emprego; se você está infeliz porque há anos não gosta …

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Seja sincero: você sente que usa seu talento naquilo que faz? O que você produz é fruto de seu talento? Você reconhece ou sabe quais são seus talentos?

talento

Se você deseja abrir seu próprio negócio seja porque gostaria de mudar ou porque, infelizmente, perdeu o emprego; se você está infeliz porque há anos não gosta do que faz (e quem sabe ainda continue trabalhando com a mesma coisa e na mesma empresa); se você ainda é jovem e não sabe bem que profissão escolher ou pode ser que até esteja mais velho, porém ainda se sente perdido… Eu gostaria que você refletisse sobre o que realmente significa TALENTO.

Todos esses anos trabalhando com uma das metodologias de Autoconhecimento mais reconhecidas do mundo, que é o Processo Hoffman, percebi que as pessoas têm muita dificuldade em identificar, descobrir e usar seus próprios talentos. Por isso, a importância de conversarmos sobre esse tema.

Estamos acostumados a ouvir a palavra “talento” nas mídias e, em geral, quando ela surge, é para reforçar as competências relacionadas às artes. Então, a primeira coisa a refletir é que “talento” não precisa necessariamente estar relacionado à grande exposição e nem a um dom artístico. Há pessoas que têm ciência disso, mas há também quem sinta que precisa fazer algo de grande visibilidade para dar vazão ao próprio talento. Acredite: você nasceu com pelo menos uns três talentos e provavelmente não os usa para ter sucesso, dinheiro e nem satisfação.

Para reconhecer e usar seus talentos de maneira consciente e plena é preciso você se autoconhecer. Sim, e já te explico o porquê e como iniciar este caminho.

Quer começar a investigar sobre seus talentos?

O primeiro passo é simples, de verdade, e começa por usar a memória para relembrar o que você gostava de fazer na infância. Isso mesmo, quero que você se recorde das atividades que te deixavam feliz. Você pode se surpreender! Sabia que aquelas suas brincadeiras infantis estavam repletas de talentos “escondidos” e que vieram com você para serem desenvolvidos?

Algumas pessoas têm talentos mais evidentes, mas a questão é que a grande maioria de nós “desaprendeu” ou se esqueceu dos talentos que possui. E há ainda os que negligenciaram suas capacidades inatas, isto é, não as desenvolveram, seja porque não quiseram ou porque não puderam.

Se formos aprofundar, esses entraves estão ligados ao aprendizado emocional da infância. Esta é a fase em que começamos a descobrir o mundo e é também a que fomos, muitas vezes, repreendidos de forma repetitiva ou controlados excessivamente por nossos pais ou cuidadores. A intenção, claro, pode ter sido para o nosso bem e até mesmo para evitar algum perigo físico, porém, em diversas situações, aquele tipo de comportamento ou atividade infantil que nos levou a tomar uma bela bronca poderia revelar nossos talentos em potencial.

Quando crianças, em nosso pequenino cérebro, essas advertências sem explicações – ou seja, os “nãos” que não compreendíamos, porque simplesmente não tínhamos ainda maturidade para tal – foram interpretados como se estivéssemos fazendo algo muito, mas muito ruim. Algo que nossos pais desaprovavam, mas que não sabíamos o porquê.

Nossa percepção emocional na infância é a de que, se fizermos aquilo outra vez, seremos advertidos ou não seremos amados. É aí então que começamos a abandonar nossos talentos e crescemos cheios de medo, de vergonha, de insegurança, de autocrítica e de sentimentos que nos impedem de acessar aqueles talentos mais legais. É como se estivéssemos cheios de “freios” em alguns talentos, e o resultado é que vamos nos desencorajando.

Se você estiver vivendo um momento de incertezas quanto às suas capacidades e habilidades, quanto à sua profissão, pare um pouco, tire um tempo para recordar seus talentos infantis, aquilo que te dava prazer.

Esse acesso à lembrança é fundamental para você começar a se livrar dos freios que por anos te deixaram preso. Tenho certeza que, ao fazer isso, muitas decisões ficarão bem mais fáceis e o medo de errar, de não dar certo e a autocrítica darão espaço ao seu desenvolvimento.

Espero ter lhe ajudado com essa reflexão e que você possa começar a dar novos passos em sua caminhada de talentos!!

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Regras para visitar bebê recém-nascido e dicas de presentes https://www.almanaquedospais.com.br/regras-para-visitar-bebe-recem-nascido-e-dicas-de-presentes/ https://www.almanaquedospais.com.br/regras-para-visitar-bebe-recem-nascido-e-dicas-de-presentes/#comments Wed, 30 Aug 2017 13:00:51 +0000 http://www.almanaquedospais.com.br/?p=7584 A vontade de conhecer o mais novo membro da família, ou o filho daquele grande amigo, é enorme. Ver seu rostinho, estar ao lado dos pais para viver esse lindo momento na vida do casal, enfim, visitar bebê recém-nascido no hospital ou em sua casa é uma delícia, porém requer alguns cuidados para que a …

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A vontade de conhecer o mais novo membro da família, ou o filho daquele grande amigo, é enorme. Ver seu rostinho, estar ao lado dos pais para viver esse lindo momento na vida do casal, enfim, visitar bebê recém-nascido no hospital ou em sua casa é uma delícia, porém requer alguns cuidados para que a visita não vire um transtorno.

visitar bebê recém-nascido

Regras para visitar bebê recém-nascido

1-) Se não for da família ou muito íntimo, evite visitar no dia do nascimento

O dia do nascimento do bebê é exaustivo para a nova mamãe, que passou algumas horas se dedicando ao parto (seja natural ou cesariana) e sua recuperação.

É importante que a nova mamãe descanse, fale pouco para evitar formação de gases, e que concentre sua energia em seu filho: amamentação, carinho, cheiro e declarações de amor. Portanto, se você não é aquele amigo íntimo, ou um familiar próximo, o melhor é evitar visitar no primeiro dia.

2-) Somente os mais próximos devem visitar o bebê na maternidade

Na maternidade a mamãe não tem muita privacidade, precisando algumas vezes expor os seios para amamentar o bebê, se levantar ainda meio desajeitada – devido ao parto normal ou cesariana – para ir ao banheiro deixando sua roupa íntima exposta, enfim, se você não tem muita intimidade com a mamãe, é melhor aguardar umas semaninhas para visitar o bebê em sua casa.

Algumas pessoas podem defender que a maternidade é um local adequado para visitas porque a mamãe não precisa “fazer sala”, mas lembre-se que a etiqueta para visitar um bebê em sua casa também desobriga a mamãe de servir qualquer petisco, deve ser sempre breve e em horário combinado! Falaremos sobre isso mais abaixo.

3-) Quando visitar o bebê recém-nascido em casa

Ao chegar da maternidade os papais levam um tempinho para ajustar a rotina em casa, organizar as roupas, desfazer malas e colocar a casa em ordem. Aguarde cerca de 2 semanas para visitar, porém ligue antes para saber qual o melhor momento.

Nunca peça para os papais nada além de água. Nada de cervejinha, café, suco, drinques, lanches ou petiscos. Você está indo para visitar o bebê recém-nascido e não para ficar jogando conversa fora e tirar a concentração dos papais em criar uma nova rotina com o bebê.

4-) Marque um horário

Não é agendamento de consulta, mas é importante que você ligue para a nova mamãe e combine um horário que seja bom para todos. Chegar no horário combinado é elegante e necessário!

Se notar que a outras pessoas estão chegando e a casa está ficando barulhenta ou cheia, é hora de parabenizar os papais e se despedir.

5-) Não use perfumes ou hidratantes muito cheirosos. Fumantes: Fiquem longe do fumo pelo menos 2 horas antes da visita

Cheiros fortes podem causar alergias no bebê e é por isso que as flores que a mamãe recebe ficam do lado de fora do quarto. Então nada de perfumes, hidratantes cheirosos e, obviamente, fumo.

O cheiro do fumo permanece na pele, roupa, cabelo e hálito por muito mais tempo do que 2 horas, mas se você não consegue ficar longe do fumo por pelo menos 2 horas antes da visita, é melhor manter alguma distância do bebê e da mamãe.

6-) Na hora da mamada dê privacidade para a mamãe

Se notou que está na hora da mamada, dê privacidade para a mamãe e bebê. Na maternidade a dica é sair do quarto até que a mamada tenha se encerrado. Se você está na casa da nova mamãe, ofereça para pegar um copo d’água para ela (amamentar dá uma sede enorme) e enrole alguns minutos até que a bebê já esteja mamando e a mamãe acomodada.

Após levar o copo com água, você pode aproveitar para ir ao banheiro e, se tiver mais intimidade, oferecer para preparar o banho da mamãe ou ajudar a organizar algum cômodo ou item que a mamãe esteja precisando.

7-) Quanto tempo deve durar a visita ao bebê recém-nascido

Visitas longas estão fora de cogitação! Sendo em casa ou na maternidade a mamãe está focada em satisfazer as necessidades de seu bebê e, quando sobra um tempinho, descansar. O tempo ideal da visita é de 20 minutos.

Lembre-se sempre: a casa não precisará estar arrumada para te receber, o mais importante é que mamãe e bebê estejam confortáveis!

8 -) Lave as mãos assim que entrar na casa ou quarto da maternidade

A primeira ação que você deve tomar ao entrar na casa ou no quarto da maternidade, é lavar suas mãos e passar álcool em gel. Faça isso antes mesmo de cumprimentar os novos papais.

9-) Se está doente, uma ligação é mais elegante que uma visita

Gripe, resfriado, mal-estar… não importa o tipo da doença, se há risco de ser transmissível é melhor deixar a visita para depois. O bebê ainda é muito frágil e o simples resfriado pode ter consequências desastrosas em seu pequeno organismo.

Ligue para os novos papais e parabenize, por telefone, a chegada do herdeiro. Combine uma visita para quando estiver 100%.

10-) Quando pegar o bebê no colo

Pode ser irresistível pegar aquele pequeno ser tão frágil e lindo em seus braços, mas só o faça se os papais oferecerem (perguntar se pode pegar o bebê não é adequado).

Muitas vezes os papais ainda estão apreensivos quanto aos cuidados com o bebê e podem se sentir desconfortáveis ao verem alguém pegando o pequeno herdeiro.

11-) Não segure as mãos do bebê e nada de beijos

As mãos do bebê são lindas e a sensação de quando eles seguram nossos dedos é maravilhosa. Mas resista aos seus instintos e não coloque suas mãos nas mãos do bebê. O bebê frequentemente leva suas mãozinhas à boca e, junto com ela, todos os vermes, sujeiras e bactérias que foram passadas por outras pessoas. Essa regra vale para sempre, ou seja, nunca acaricie e segure as mãos dos bebês recém-nascidos ou crescidinhos.

Dar beijos em seu pequeno rostinho pode ser tentador, mas é mais um impulso que você precisa controlar para evitar qualquer transtorno para o bebê.

12-) Vai fotografar, então desligue o Flash

Antes de sacar a máquina fotográfica, vale perguntar aos papais se pode tirar algumas fotos do bebê (alguns papais preferem preservar seu filho nos primeiros dias, então para não tornar a situação constrangedora sempre pergunte antes mesmo de pegar a máquina).

Se as fotos foram autorizadas, desligue o flash para proteger os olhinhos do bebê e registre esse momento tão especial.

13-) Nunca coloque fotos do bebê nas redes sociais

Nunca, em hipótese alguma, coloque as fotos do bebê ou dos papais nas redes sociais!

Tudo que é compartilhado nas redes torna-se público e somente os pais podem decidir se querem expor ou não seus filhos. O mesmo vale para avisar que o bebê nasceu, somente comunique se os papais pedirem, senão deixe que eles tenham o prazer de anunciar aos sete ventos que o mais novo herdeiro chegou.

14-) Nada de ficar dando palpites sobre os cuidados com o bebê

Se você já é papai ou mamãe experiente e percebe que os novos papais estão com dificuldades para lidar com algum cuidado com o bebê, oferecer ajuda pode ser de grande valia, mas ficar dando palpite de como faz isso ou aquilo pode ser indelicado.

Antes de começar a tagarelar, pergunte ao casal se precisam de alguma ajuda. Se eles quiserem saber como você faz, eles perguntarão.

15-) Lembrancinhas

As lembrancinhas devem ser entregues pelos papais, e não há mal algum em lembrá-los se você já está indo embora, afinal são tantas novidades que é natural que os papais acabem se esquecendo de entregá-las.

Não ofereça para levar uma lembrancinha para fulano ou peça lembrancinhas para quem não foi visitar, geralmente os papais não compram em grande quantidade e este mimo é para quem já conheceu o pequeno herdeiro. Se oferecerem mais lembrancinhas não há mal em aceitar, mas nada de pedir mais.

Dicas de presentes:
presente

A-) Presente para o bebê recém-nascido

É educado levar uma lembrancinha para o recém-nascido e não precisa ser nada oneroso. Os presentes mais indicados são:
– roupinha (macacão tamanho M ou G fazem muito sucesso);
– pulseira, colar ou brincos (sempre de ouro para não causar alergia no bebê);
– brinquedo (chocalho, pelúcia…);
– sapatinho;
– manta de algodão;
– artigo de banho (shampoo, sabonete líquido, hidratante…);
– porta-retratos ou álbum do bebê.

B-) Presente para a mamãe

Algumas pessoas condenam levar flores para a mamãe, afinal elas precisam ficar fora do quarto da maternidade ou do cômodo da casa em que o bebê pode ficar para evitar alergias. Porém não há mal algum em levar flores desde que você se lembre de mostrar a ela o presente e colocá-lo em um lugar apropriado sem que ela precise se levantar ou ter contato com as flores para isso.

Outros presentes menos polêmicos que você pode levar para a mamãe são:
– guloseimas (bombons, balas e biscoitos finos, brigadeiro de colher…);
– pulseira, colar ou anel com inicial ou nome do filho ou pingente que tenha relação com o bebê;
– camisola ou pijama que facilite a amamentação;
– livros com temática da maternidade.

C-) Presente para o irmão mais velho

Levar um presentinho para o irmão mais velho é um sinal de carinho, afinal ele pode estar enciumado por ter que dividir a atenção, ou até mesmo achar que está perdendo seu espaço na família.

O único presente que o irmão mais velho deve ganhar é BRINQUEDO, afinal roupas não são os presentes preferidos das crianças, não é mesmo?

D-) Presente para o papai

O papai também pode ganhar presentes, especialmente de um grande amigo.Os presentes mais indicados são:
– bebidas;
– livros com temática da paternidade.

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Conteúdo publicado originalmente em 04/05/2014 e atualizado em 30/08/2017

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