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		<title>Quarentena e a educação das crianças: férias, ead, presença, notas e calendário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Claudia Hakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2020 20:02:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entrevista com a Secretaria da Educação de SP: Quarentena e a educação das crianças: férias, ead, presença, notas e calendário</p>
<p>The post <a href="https://www.almanaquedospais.com.br/quarentena-e-a-educacao-das-criancas-ferias-ead-presenca-notas-e-calendario/">Quarentena e a educação das crianças: férias, ead, presença, notas e calendário</a> appeared first on <a href="https://www.almanaquedospais.com.br">Almanaque dos Pais</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-background has-cyan-bluish-gray-background-color">Quarentena. Escolas. COVID-19 : Resposta para as dúvidas
sobre como ficará a educação das crianças em relação ao ensino à distância, às
férias, aos dias letivos, ao calendário letivo, à educação infantil, ao
controle de presença e de notas, durante a pandemia do COVID-19, “Quarentena”</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="399" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/07/menina-escola05-600x399.jpg" alt="" class="wp-image-7937" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/07/menina-escola05-600x399.jpg 600w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/07/menina-escola05-300x199.jpg 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/07/menina-escola05.jpg 848w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p><strong>Resumo da entrevista com a Secretaria de Educação
do Estado de SP, </strong>sobre como ficará a educação das crianças em
relação ao ensino à distância, às férias, aos dias letivos, ao calendário
letivo, à educação infantil, ao controle de presença e de notas, durante a
pandemia do COVID-19 <strong>&nbsp;</strong></p>



<p>Extraído do link :
https://www.facebook.com/spparacriancas/videos/583437248932389/</p>



<p>No dia 13/04/2.020, o portal São Paulo para Crianças
entrevistou o subsecretário de articulação da <strong>Secretaria da Educação do
Estado de São Paulo</strong> (SEDUC-SP), Henrique Pimentel Filho, que esclareceu
várias dúvidas sobre <strong>como ficará a educação das crianças em relação ao
ensino à distância, às férias, aos dias letivos, ao calendário letivo, à
educação infantil, ao controle de presença e de notas</strong> e eu fiz um resumo de
tudo o que fora falado nesta exaustiva entrevista, que pode ser lido nos
parágrafos abaixo:</p>



<p><strong>O EAD do setor público</strong>
representa 90% do público do Estado de SP (3,5 milhões de alunos na rede
estadual e mais 3,7 milhões de aluno na rede municipal de SP).</p>



<p><strong>FÉRIAS E DIAS LETIVOS CONTADOS : </strong></p>



<p>Teve uma semana de paralisação das aulas que <strong>contou
como dias letivos </strong>(tinham atividades) : do dia 16/03 até 20/03/2.020.</p>



<p><strong>No período de 06 a 20 de Abril/2.020 foram
antecipadas as férias de Julho, </strong>que, a partir deste ano, para a
rede pública, passou a ser somente de 15 dias.</p>



<p>As férias de Julho, para a rede estadual de ensino
foi reduzida a 15 (quinze) dias e já foram antecipadas, neste período de
COVID-19 e também foram adiantados os dois recessos que ocorreriam em Abril (na
Semana Santa) e Outubro (Nossa Senhora da Aparecida), para contar como período
em que não haverá aulas.</p>



<p><strong>Resumindo : A semana do dia 23/03/2.020 a
29/03/2.020</strong> : entraram no primeiro recesso (de abril)</p>



<p><strong>Depois do dia 30/03</strong> <strong>até
02/04/2.020</strong>: mais uma semana de recesso (semana de outubro)</p>



<p>Ou seja, <strong>até o dia 20/04/2.020, a rede pública
de ensino estavade férias</strong>, não tinha atividades letivas, não tinha aulas,
nem atividades e nada que contabilize notas ou avaliações. <strong>As atividades
neste período não serão contabilizadas, pois contam como férias.</strong></p>



<p>Existe, ainda, a possibilidade de se avançar as
férias de Dezembro, para que se consiga cumprir as 800 horas aulas, caso a
paralisação das aulas se mantenha e caso a rede de ensino não consiga cumprir o
mínimo previsto em lei que são as 800 horas aulas letivas. </p>



<p><strong>O ano letivo está vigente</strong>. Podem
não ser 200 dias letivos, mas com certeza, teremos 800 horas aulas. </p>



<p><strong>Educação Infantil :</strong></p>



<p><strong>Não será da mesma forma que o ensino fundamental, </strong>pois a
educação infantil é de responsabilidade dos Municípios. Mas, será realizada
através de orientações aos pais, literacia familiar, ou sugestão de atividades
que os pais possam fazer com os filhos, para que os pais possam fazer para que
este conhecimento consiga ser mantido. <strong>Nada irá substituir o educador</strong>,
mas na situação que estamos, a ideia seria dar uma luz aos pais para como
estimular os seus filhos. EAD não era autorizada por lei para a educação
infantil. </p>



<p><strong>Atividades de literacia</strong> consistem
em leituras que os pais podem e devem fazer junto de seus filhos, para
desenvolver a alfabetização e outras atividades simples, com base nos materiais
didáticos que a rede de ensino irá entregar aos pais. </p>



<p>A ideia da rede pública estadual é a de oferecer a
Educação Mediada por Tecnologia, para também interagir com os professores,
diferentemente do que é o EAD, em que não há a interação dos alunos com os
professores.</p>



<p>O sub-secretário da educação do Estado de SP
garantiu que haverá apoio da escola com Apostilados, vídeo conferências,
orientação <em>on line</em>, grupos de <em>whats app</em>, grupos de <em>Facebook.</em>
</p>



<p>O ensino EAD para a rede pública do Estado de SP começou
no dia 06/04/2.020, no <strong>Centro de Mídias SP</strong> e <strong>Canal da TV Cultura</strong>,
que está passando hoje, as aulas de sexto a nono ano do ensino fundamental e
ensino médio. Diversas disciplinas com complementação dos trabalhos que serão
feitas pelas escolas, com apostilas que serão recebidas em casa ou retiradas
por eles, na escola. Os professores deverão passar as atividades.</p>



<p>Do 1º ao 5º ano do E. F e Educação Infantil vai
ter o aplicativo específico do Centro de Mídias. <strong>E os pais destes alunos
irão receber as apostilas com o material da escola, a partir do dia 20/04/2.020.
</strong></p>



<p>Existirá um apostilado : guia de apoio e
atividades para serem realizadas, em casa e que deverão ser retiradas nas escolas.
Serão agendados com as famílias esta retirada.</p>



<p>As escolas da rede pública de ensino irão
continuar a avaliar estes alunos, visando a progressão destes estudantes. Por
isso, o sub-secretário de educação ressaltou que é fundamental que as atividades
sejam feitas e aulas assistidas. A família deve dar apoio para que o aluno
assista aula, verifique se o aluno está cumprindo as atividades.</p>



<p>É obrigatório, pois a rede pública irá continuar a
avaliar os alunos, para que haja a progressão. </p>



<p><strong>Controle de presença e notas</strong> : A
Secretaria de Educação está registrando a presença dos alunos através do Centro
de Mídia.</p>



<p>Começou em 03/04 via app e via televisão (TV
Cultura) e, a partir do dia 20/04 conteúdos regulares.</p>



<p>Para a rede pública de ensino as horas aulas serão
contabilizadas a partir do dia 22/04/2.020, mediante ensino EAD. Pode ser que
os alunos da rede pública tenham aula em Julho, para compensar estas aulas. As
escolas não serão integrais.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </p>



<p>Vai ter uma forma <em>on line</em> do estudante
marcar presença, mandar atividades, manter algumas avaliações, outras poderão
ser feitas por e-mail e o sistema da secretaria de educação de SP será ajustado
para isso.</p>



<p>Sobre o aplicativo, a SEDUC ainda está fechando as
questões técnicas sobre o funcionamento de tal aplicativo (informação dada em
15/04/2.020).</p>



<p><strong>Soluções para que as escolas consigam cumprir a
carga horária letiva de 800 horas aulas </strong>: </p>



<p>Eventualmente, aula em Julho, a depender de quando
a pandemia acabar. Os alunos não estudarão em sistema integral de ensino. <strong>Sábados,
feriados municipais e estaduais têm sido possibilidades que estão sendo
cogitadas</strong> (assim como tem acontecido em outros países) <strong>para que as
escolas consigam cumprir o número mínimo de 800 horas aulas anuais</strong>. O que a
SEEDUC não quer é que os alunos percam o ano letivo, tal como NY perdeu. Mas,
ele acredita que isto não vai ocorrer em SP, porque o Estado de SP faz 6 horas
aulas por dia, que dá cerca de 1.200 horas aulas por ano. Então, sempre se
trabalhou com um excedente de hora aula, com margem e isso será benéfico para o
Estado de SP. Talvez com menos complexidade, mas com os conteúdos básicos.
Flexibilizada de sábados e feriados.</p>



<p>O ano letivo nos EUA é diferente. Ele começa no
meio do ano (Julho/Agosto) e se estende até o primeiro semestre do ano letivo
seguinte. Foi cancelado o início do ano letivo de 2.021 nos EUA. A suspensão
ali foi até Setembro. Pode ser que os EUA mudem o calendário dele, no ano
letivo seguinte, de acordo com a pandemia. </p>



<p><strong>Como recuperar os conteúdos perdidos ? </strong></p>



<p><strong>Reforço escolar</strong>. Não é considerado um dia
letivo, mas será oferecido no contra turno escolar, dirigido a estes alunos que
não tenham conseguido aprender o conteúdo, seja porque tenham dificuldade de
aprendizagem ou porque não tiveram oportunidade de assistir as aulas. </p>



<p><strong>Programa Reforço e Recuperação oferecido pela rede
pública de SP. A rede privada também terá que pensar em como fará a retomada
das aulas e dos conteúdos, de forma presencial, tradicional, mediante a oferta
de reforço.</strong></p>



<p><strong>Eventual decisão de suspensão do ano letivo</strong> vai
depender de dois fatores : <strong>Do estágio que a Pandemia estiver e da orientação
da Secretaria de Saúde passar para a SEDUC </strong>(Secretaria de Educação de SP),
sobre até quando as aulas ficarão suspensas e do cumprimento ou não das 800
horas aulas do ano letivo. <strong>Ainda é cedo para gente julgar qualquer coisa
sobre eventual suspensão do ano letivo.</strong></p>



<p><strong>Suspensão do ano letivo significa não considerar
as atividades que foram ou estão sendo realizadas por um determinado período de
tempo. </strong>Este tempo que tivemos, neste ano letivo, não estaria mais em
vigor, ou poderia ser aproveitado no ano que vem. Neste caso, as avaliações e a
progressão dos alunos prevista para este ano letivo de 2.020 não aconteceria
neste ano letivo, no calendário homologado para este ano. Ocorreria no ano
letivo seguinte, com um novo calendário homologado, mas seria o ano letivo de
2.020. Pode se fazer um ano letivo novo (a organização estadual, a SEDUC de
cada Estado), portanto que se cumpram os 200 dias letivos ou as 800 horas
aulas, o Estado pode criar o seu ano letivo. Por exemplo : Pode ser de Março a
Dezembro. Não pode começar um ano letivo, sem terminar o outro. O ano letivo
tem que ser sequencial.O ano letivo poderia terminar no ano seguinte e ser mais
curto do que o ano letivo normal (Janeiro a Dezembro). Distribuição das horas
aulas nos meses seguintes. </p>



<p>Outra hipótese : Retomamos o ano letivo em agosto
e estamos com X horas acumuladas e acabou o ano em Dezembro, continua o ano
letivo, no ano seguinte. </p>



<p><strong>Pela lei, no Brasil, os pais são obrigados a
manter as crianças na escola.</strong> Não pode tirar a criança da
escola. É proibido fazer homeschooling. Não pode tirar a criança acima de 04
anos da escola. </p>



<p><strong>SOBRE AS ESCOLAS PARTICULARES </strong>(que representam
10% da população)</p>



<p>Como ficam as <strong>mensalidades</strong> neste cenário ?</p>



<p><strong>Não existe, ainda, uma determinação governamental,
que obrigue as escolas particulares a dar desconto</strong>.</p>



<p>Quanto às mensalidades escolares a SEDUC não pode
interferir na questão das mensalidades escolares, por se tratar de uma relação
contratual estabelecida entre as partes.</p>



<p>O CEESP (Conselho de Educação do Estado de SP)
emite normativos, deliberações para o sistema privado. A obrigação das escolas <strong>é
a de cumprir as 800 horas letivas anuais</strong>. <strong>Se a escola particular está
com aulas em EAD, </strong>com atividades apostiladas que <strong>garantam que estes
estudantes tenham direito a receber estas 800 horas letivas anuais ou se
adiantou as férias,</strong> <strong>a escola está agindo em conformidade com o que foi
orientado pelo CEESP.</strong></p>



<p>As diretorias de ensino estão monitorando as
escolas particulares, para garantir que elas estão cumprindo o ano letivo.</p>



<p>As escolas têm que manter o ano letivo com 800
horas aulas durante o ano letivo.</p>



<p><strong>As escolas particulares podem colocar os alunos de
férias de forma antecipada </strong>(por exemplo, considerar o mês de Abril como
férias e oferecer aulas em Julho)?</p>



<p>Podem, <strong>desde que seja autorizado pela
supervisão (diretoria) de ensino.</strong> Caso os pais tenham dúvida se a escola
não conseguirá cumprir as 800 horas letivas anuais com as férias que ela
antecipou, eles devem consultar a Diretoria de Ensino responsável pela escola
do seu filho, para que ela fiscalize esta questão junto à escola. </p>



<p>Se a escola particular não estiver oferecendo
atividades em EAD, não tiver plataforma, não tiver vídeo aula, <strong>mas está
oferecendo atividades que podem ser realizadas em casa com a mediação da escola
e supervisão de algum professor, também é válido como contabilização dos dias
letivos e horas aulas.</strong></p>



<p>Mas, se os pais acham que a escola não está
cumprindo o seu papel, neste momento ; ou seja, se ela não está oferecendo
atividades em EAD, não tem plataforma, não tem vídeo aula, não está oferecendo
atividades que podem ser realizadas em casa com a mediação da escola, <strong>os
pais podem procurar e fazer uma denúncia junto à Ouvidoria da Secretaria de
Educação do Estado de SP, através de site ou podem, também, procurar a
Diretoria de Ensino responsável</strong> pela escola e fazer a denúncia e a
supervisão de ensino irá visitar a escola e fiscalizar esta questão.</p>



<p><strong>Pais que quiserem tirar seu filho da escola
particular e colocar na escola pública</strong> podem fazer isto <strong>a qualquer
momento</strong>. A SEEDUC (Secretaria de Educação de SP) garante que vai ter vaga
para todo mundo. Mas, não é a recomendação da SEEDUC. Eles sugerem que a
transição de escola deva ser feita ao final de cada ano letivo, nas suas
escolas aonde elas estão matriculadas. Mas, se houver necessidade de mudança, o
Governo de SP garante que haverá matrícula. Neste caso, a matrícula deve ser <em>on
line</em>. As escolas públicas estão funcionando das 10 às 16 hs,
presencialmente, mas é preciso marcar horário.&nbsp;
</p>



<p><strong>Sobre os custos extras no setor privado :</strong></p>



<p><strong>Transporte escolar : </strong></p>



<p>O PROCON orientou conversar e discutir caso a caso
nos casos das escolas particulares (negociação privada). A SEEDUC de SP não tem
uma orientação formal a este respeito, mas ela suspendeu os contratos de
alimentação e transporte (porque é um serviço que não está sendo prestado), que
ela tem com as empresas terceirizadas que prestam este serviço para os alunos
da rede pública. 20% dos alunos da rede pública ainda recebem alimentação.</p>



<p><strong>Como ficam com o ensino à distância para as</strong> <strong>crianças
com necessidades educacionais especiais</strong> ? </p>



<p>A SEDUC vai lançar algumas orientações gerais e
específicas de como desenvolver o trabalho, por parte da coordenação pedagógica
que tem um departamento de modalidade da educação especial, mas é importante
que as famílias busquem apoio nas escolas, que têm as professoras das salas de
recursos, juntamente com a direção da escola e que já tem um contato muito
próximo com a família e a criança. Mas, esta não é uma realidade das escolas
particulares&#8230;. &nbsp;</p>



<p>Os pais que não estiverem conseguindo falar com as
escolas devem entrar em contato com a escola por telefone, e-mail, whats app. A
SEEDUC orientou as escolas a terem um canal de atendimento, para atender e dar
orientações aos pais. Esta foi a recomendação da SEEDUC. Esta orientação não
precisa ser presencialmente. Atendimento presencial somente se for algo muito
específico, aí pode ser marcado um horário para ser atendido. </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Conselho de educação de São Paulo baixa indicação que dispõe sobre as garantias e direitos do aluno em casos que envolvam expulsão escolar</title>
		<link>https://www.almanaquedospais.com.br/conselho-de-educacao-de-sao-paulo-baixa-indicacao-que-dispoe-sobre-as-garantias-e-direitos-do-aluno-em-casos-que-envolvam-expulsao-escolar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Claudia Hakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2019 13:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dra. Claudia Hakim]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Claudia Hakim]]></category>
		<category><![CDATA[direito do aluno]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CONSELHO DE EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO BAIXA INDICAÇÃO QUE DISPÕE SOBRE AS GARANTIAS E DIREITOS DO ALUNO EM CASOS QUE ENVOLVAM EXPULSÃO ESCOLAR (TRANSFERÊNCIA COMPULSÓRIA), COMO COMO MEDIDA DE CAUTELA EXCEPCIONAL Foto: Reprodução www.mindingthecampus.org O Conselho de Educação do Estado de São Paulo, considerando que o&#160;direito ao respeito&#160;“consiste na&#160;inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>CONSELHO DE EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO BAIXA INDICAÇÃO QUE DISPÕE SOBRE AS GARANTIAS E DIREITOS DO ALUNO EM CASOS QUE ENVOLVAM EXPULSÃO ESCOLAR (TRANSFERÊNCIA COMPULSÓRIA), COMO COMO MEDIDA DE CAUTELA EXCEPCIONAL</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="425" height="282" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/01/estudante-alun-by-www-mindingthecampus-org.jpg" alt="" class="wp-image-11855" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/01/estudante-alun-by-www-mindingthecampus-org.jpg 425w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/01/estudante-alun-by-www-mindingthecampus-org-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 425px) 100vw, 425px" /><figcaption>Foto: Reprodução www.mindingthecampus.org</figcaption></figure></div>



<p>O Conselho de Educação do Estado de
São Paulo, considerando que o&nbsp;<strong>direito ao respeito</strong>&nbsp;“<em>consiste
na&nbsp;<strong>inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e
do adolescente</strong>, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da
autonomia, dos valores, ideias e crenças, dos espaços e objetos pessoai</em>s”
(art. 17 – ECA), promulgou importante Indicação, no dia 17/04/2.019, que aponta
alguns critérios a serem respeitados no âmbito do Sistema de Ensino Paulista
para a elaboração dos Regimentos Escolares, no tópico destinado à “<strong>transferência
compulsória</strong>”, como&nbsp;<strong>sanção disciplinar</strong>, atribuindo<strong>&nbsp;garantias
legais&nbsp;</strong>e o&nbsp;<strong>direito de defesa</strong>&nbsp;(contraditório),&nbsp;em
observação dos princípios previstos em nossa Constituição Federal e Estatuto da
Criança e do Adolescente e a evitar que a expulsão seja praticada de forma
recorrente.</p>



<p>Por indisciplina, o Conselho de Educação do Estado
de SP (CEESP), entende como :&nbsp; a) <strong>revolta
contra essas normas</strong> ou b) <strong>desconhecimento delas</strong>. No primeiro caso, a
indisciplina traduz-se por uma forma de <strong>desobediência insolente.</strong> No
segundo, pelo <strong>caos dos comportamentos</strong>, pela <strong>desorganização das
relações</strong> (LA TAILLE, 1996, p. 23, Yves de. A indisciplina e o sentimento de
vergonha. In: AQUINO, J. G. (org.) Indisciplina na escola: alternativas
teóricas e práticas. 4e. São Paulo: Summus Editorial, 1996).</p>



<p>Prevê tal Indicação do CEESP que, <strong>nos casos de
indisciplina, os agentes educacionais devem</strong> <strong>utilizar os meios e recursos
internos baseados no diálogo e em medidas educativas e pedagógicas de cuidado,
respeito e proteção</strong>, <strong>construídas sob a ótica da inclusão, do
acolhimento, da garantia ao direito à frequência escolar, à aprendizagem e não
simplesmente com o enfoque em regras punitivas, classificatórias e excludentes,
</strong>a fim de evitar queos casos concretos tenham o devido <strong>esgotamento das
medidas administrativas no âmbito escolar, </strong>com a interface&nbsp; pedagógica e do <strong>cuidado que permeiam a
função social da Escola na garantia ao direito educacional.</strong></p>



<p>Quando uma conduta não é caracterizada como ato
infracional e sim como <strong>um ato de indisciplina</strong>, dispõe referida
Indicação,<strong> essa conduta deve ser analisada exclusivamente na Escola,
referenciada no Regimento Escolar</strong> e demais proposições e fundamentos
teórico, pedagógico e legal que envolvem o <strong>CUIDAR, RESPEITAR E PROTEGER
crianças e adolescentes, visando garantir o direito à educação e à aprendizagem
dos educandos.</strong></p>



<p>Adverte o Conselho que temos que distinguir entre
um Ato Infracional e um Ato indisciplinar. <strong>Condutas que se enquadram como
Ato Infracional pertencem à esfera judicial</strong> de agir. A <strong>violência
manifesta,</strong> caracterizada como <strong>ato infracional ultrapassa, portanto, as
medidas e limites da Escola.</strong></p>



<p>Segundo o ordenamento jurídico “<strong><em>considera-se
ato infracional a conduta descrita como crime ou contravenção penal” (art. 103,
ECA).</em></strong> Apesar de <strong>penalmente inimputáveis</strong>, considerará os <strong>menores
de dezoito anos</strong> (art. 104) <strong>sujeitos às medidas socioeducativas</strong>
descritas na Lei nº 8.069/1990, em seus artigos 112, complementado pelos
artigos 113 e 114, além do disposto nos artigos 99 a 101. Sob essa ótica legal,
<strong>a violência</strong>, considerada como <strong>ato infracional</strong>, <strong>será
encaminhada e tratada pela autoridade judiciária competente, com amparo no
sistema de garantias de direitos às crianças e adolescentes</strong> que contam com
a atuação do Conselho Tutelar, do Ministério Público e Poder Judiciário, além
de outras instituições e de políticas públicas intersetoriais próprias.</p>



<p>Sabe-se que a presença de um instituto de sanção
(quando normas são descumpridas) no Regimento Escolar, seguramente não é
garantia de seu cumprimento formal. Não basta contemplá-lo, mas sim
operacionalizá-lo formalmente como exercício prático da cidadania, da
tolerância ativa e de uma Cultura de Paz, para a ruptura com práticas
punitivas. E <strong>as sanções disciplinares não podem afrontar a garantia ao
acesso e permanência na escola</strong>, nem acarretar vexame ou constrangimento
indevido aos discentes, <strong>sob pena de inadmissível abuso do poder de punir
que, em vez de corrigir o ato de indisciplina, apenas perpetua a cultura da
arbitrariedade e desrespeito aos direitos fundamentais da pessoa</strong>”
(SILVEIRA, Mayra. Ilegalidade da expulsão ou transferência compulsória de
estudante).</p>



<p>Quando esses <strong>atos de indisciplina puderem
implicar riscos à integridade (física, ou psíquica e/ou moral) de um aluno</strong>,
<strong>ou de outrem, ou do coletivo</strong>, inclusive abrangendo a preservação da
imagem, identidade, <strong>será contemplada, nos Regimentos Escolares, a
possibilidade de transferência como medida de cautela</strong>, indicada por Conselho
de Escola ou Comissão equivalente, nos termos a seguir especificados: </p>



<p>a) <strong>O aluno poderá</strong>, <strong>excepcionalmente</strong>, <strong>ser
transferido para outra unidade escolar, em situação específica de risco para
sua integridade ou de outrem</strong>, de acordo com <strong>indicação de Conselho de
Escola</strong>, sempre sob a perspectiva do CUIDAR, RESPEITAR E PROTEGER.</p>



<p>b) Caberá ao <strong>Conselho de Escola</strong> a <strong>aplicação
de possibilidades outras</strong> e, <strong>somente esgotadas essas, determinar a transferência como medida de
cautela,</strong> conforme disciplinado no Regimento Escolar. A Direção da
Escola deverá reunir e disponibilizar todos os documentos e informações
necessárias para subsidiar a tomada de decisão.</p>



<p>c) Recomenda-se que <strong>medidas educativas e
pedagógicas</strong>, caracterizadas sob a forma de sanções, <strong>precedam a excepcionalidade da
transferência como medida de cautela</strong>, indicada pelo Conselho de
Escola, <strong>sempre de maneira documentada e arquivada pela Escola.</strong></p>



<p>d) <strong>O aluno sempre terá a garantia da ampla defesa e do contraditório</strong>,
bem como o <strong>devido acompanhamento dos seus pais ou responsáveis e/ou advogado constituído</strong>,
<strong>em todas as etapas do
procedimento</strong>. Há que se ter a <strong>ciência dos interessados em todas as etapas do
procedimento escolar.</strong></p>



<p>e) A <strong>reunião específica para decidir a respeito da possibilidade de
transferência como medida de cautela</strong>, indicada por Conselho de
Escola, <strong>deverá ser
notificada aos interessados com antecedência</strong> e <strong>conter informações
sobre os fatos geradores e apurados,</strong> bem como a indicação de providência(s)
a ser(em) aplicada(s).</p>



<p>f) <strong>Caberá à Direção de Escola</strong> a
operacionalização/materialização da <strong>comunicação entre Conselho de Escola</strong>
ou Comissão equivalente e interessado, <strong>seus pais</strong> ou responsáveis e/<strong>ou advogado constituído, durante
todas as etapas</strong>.</p>



<p>g) Considerada a <strong>excepcionalidade dessa transferência como medida de
cautela</strong>, após deliberação do Conselho de Escola, <strong>caberá ao
Diretor de Escola</strong> pública expedir a declaração de transferência. O setor
responsável da <strong>Diretoria de Ensino</strong>, de circunscrição da Escola, <strong>deverá
adotar as providências necessárias para a continuidade de estudos,
preferencialmente, em Escola próxima da residência do aluno</strong> (artigo 53, V,
da Lei 8.069/1990 &#8211; ECA). Após essa providência, o Diretor de Escola informará
o aluno, seus pais ou responsáveis. <strong>É necessária a garantia de condições de
frequência do aluno em sua nova Escola, inclusive as relativas ao transporte
escolar </strong>e acessibilidade, quando couberem, bem como as cautelas de praxe
para preservação da imagem e identidade dos interessados.</p>



<p>h) No caso das <strong>escolas da iniciativa privada</strong>
<strong>caberá aos pais ou responsáveis a continuidade de estudos</strong>. A escola
poderá colaborar com as famílias neste procedimento.</p>



<p>i) Todos os documentos e informações que
subsidiaram a decisão na Escola do procedimento de transferência como medida de
cautela, inclusive cópia da Ata deliberativa do Conselho de Escola <strong>ficarão
arquivados na unidade escolar à disposição das autoridades</strong>, <strong>para
consulta e apreciação em caso de Recurso.</strong></p>



<p>j) <strong>A decisão de transferência</strong> por indicação
do Conselho de Escola <strong>poderá ser objeto de Recurso</strong>, <strong>no prazo de cinco
dias, sem efeito
suspensivo</strong>, <strong>no âmbito da Diretoria Regional de Ensino</strong> de
circunscrição da Escola motivadora do ato. <strong>O procedimento será analisado
pela Diretoria de Ensino, no
prazo de cinco dias</strong>, sob as premissas destacadas nesta Indicação,
excepcionalidade da situação geradora da transferência como medida de cautela,
regularidade dos procedimentos adotados e atendimento do previsto no Regimento
Escolar. <strong>Desta decisão, caberá Recurso a este Conselho Estadual de Educação, no prazo de dez dias, sem efeito suspensivo</strong>.</p>



<p>k) <strong>Os pais ou responsáveis e/ou advogado constituído
serão cientificados e orientados pela Direção de Escola</strong>, <strong>da maneira mais
ágil possível sobre os procedimentos, de forma que a frequência do aluno não
fique prejudicada</strong>, tanto na decisão inicial quanto no caso de Recurso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Meus comentários sobre esta Indicação :</strong></h2>



<p>O CEESP deixa claro que a transferência
compulsória é um instrumento legal. </p>



<p>A função do advogado atuante na área do Direito
Educacional vem ganhando projeção e reconhecimento pelo CEESP.</p>



<p>O efeito suspensivo atribuído aos recursos
cabíveis contra a decisão da Escola de transferência compulsória como “medida
de cautela” traz complicações ao aluno, pois os trâmites para a contratação de
um advogado, elaboração, interposição e apreciação deste recurso, no tempo
previsto pela referida Indicação podem demorar mais do que 10 (dez) dias, em
caso de recurso em primeira instância (via Diretoria de Ensino) e, pelo menos
mais 10 (dez) dias para a interposição de novo recurso dirigido ao CEESP, sendo
que <strong>não há prazo previsto, na Indicação, para que o CEESP aprecie o recurso</strong>.
Neste meio tempo, diante da ausência de efeito suspensivo atribuído ao recurso,
nos termos desta Indicação, <strong>o aluno é obrigado a se mudar de estabelecimento
de ensino,</strong> pois ao me ver, ainda que a Indicação preveja que os pais ou
responsáveis e/ou advogado constituído serão cientificados e orientados pela
Direção de Escola, da maneira mais ágil possível
sobre os procedimentos, de forma que a frequência do aluno não fique
prejudicada,<strong>&nbsp;o fato dos recursos não serem recebidos no efeito
suspensivo faz com que o aluno tenha que se transferir de estabelecimento de
ensino, de forma imediata, e não possa aguardar o resultado de seus
recursos&nbsp;</strong>(seja em primeira ou, em segunda instância administrativa, se
necessário)&nbsp;<strong>em sua escola, o que não acho justo</strong>. Neste caso,
entendo que é cabível os pais do aluno expulso ingressarem com um Mandado de
Segurança com pedido de liminar para garantir a permanência do aluno na
instituição de ensino que decidiu pela expulsão do aluno, enquanto os recursos
de primeira (Diretoria de Ensino) e Segunda (Conselho de Educação de SP)
instância são julgados.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A Fonoaudiologia e a inclusão escolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raquel Luzardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Aug 2018 11:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dra. Raquel Luzardo]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[fonoaudiologia]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome de down]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um lugar na escola faz diferença: Fonoaudiologia e a inclusão escolar Orientação e planejamento educacional pode ser discutido e integrado em conjunto com a atuação fonoaudiológica Muitas vezes ouvimos de professores: &#8220;ele não fala, como vai poder escrever e acompanhar a turma?&#8221;, &#8220;como posso trabalhar com ele sem deixar os outros de lado?&#8221;. Essas falas &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um lugar na escola faz diferença: Fonoaudiologia e a inclusão escolar</strong></p>
<p><em>Orientação</em><em> e planejamento educacional pode ser discutido e integrado em conjunto com a atuação fonoaudiológica</em></p>
<p><figure id="attachment_10310" aria-describedby="caption-attachment-10310" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-10310 size-full" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/03/escola02-by-Anissa-Thompson-700x.jpg" alt="inclusão escolar" width="700" height="466" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/03/escola02-by-Anissa-Thompson-700x.jpg 700w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/03/escola02-by-Anissa-Thompson-700x-300x200.jpg 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/03/escola02-by-Anissa-Thompson-700x-600x399.jpg 600w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-10310" class="wp-caption-text">Foto: Anissa Thompson</figcaption></figure></p>
<p>Muitas vezes ouvimos de professores: &#8220;ele não fala, como vai poder escrever e acompanhar a turma?&#8221;, &#8220;como posso trabalhar com ele sem deixar os outros de lado?&#8221;. Essas falas mostram o quanto esses estudantes permanecem à margem do processo escolar, tanto por suas dificuldades específicas, quanto pela do professor em atendê-las. É nesse momento que nós fonoaudiólogos entramos em cena. Nós acolhemos essas crianças, orientamos os educadores e abrimos possibilidades de significação para as &#8220;coisas sem sentido&#8221; que trazem esses alunos.</p>
<p>Atualmente tem se falado muito em inclusão social. Tema da redação do <a href="http://g1.globo.com/educacao/enem/">Enem 2017</a> &#8211; <em>Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil &#8211; </em>surpreendeu os candidatos, apesar de a mídia já vir veiculando a questão da correção histórica que sofre o surdo no Brasil. O mesmo assunto foi tema do filme <em>A Forma da Água</em>, vencedor do Oscar 2018. O curta mostra a mudança na vida de uma garota deficiente auditiva quando ela aprende a linguagem de sinais. &#8220;Nosso filme é sobre uma criança surda que nasceu em um mundo de silêncio. Não é exagerado ou sensacionalista. Isso, de fato, acontece. Milhões de crianças em todo o mundo vivem assim e enfrentam barreiras na comunicação e, principalmente, na educação”, disse a roteirista Rachel Shenton durante discurso da premiação. &#8220;Sou diferente, mas gostaria de mostrar a todo mundo que posso fazer várias coisas. E foi exatamente isso que a francesa Mélanie Ségard, de 21 anos, mostrou, em março do ano passado, ao apresentar a previsão do tempo do canal France 2. A realização do sonho da jovem com Síndrome de Down só foi possível após uma campanha criada por uma ONG, no Facebook, para conscientizar e promover a inclusão de pessoas com deficiência. Focada e competente, Mélanie cumpriu todas as tarefas com muita eficiência e sem grandes dificuldades: &#8220;É trabalhoso! Mas não tive problemas. Meu sonho era apresentar a previsão do tempo. E isso pode abrir portas para as pessoas com deficiências&#8221;, disse.</p>
<p>É comum encontrar nas escolas dificuldades de inclusão devido ao desconhecimento dos processos cognitivos e linguísticos que envolvem estas patologias e condições. É muito difícil para as pessoas envolvidas com esses alunos, pais e educadores, lidar com os diferentes impasses que esses estudantes com necessidade educativa especial passam. Por isso é importante o suporte, a orientação e planejamento educacional discutido e integrado em conjunto com a atuação fonoaudiológica.</p>
<p>O fonoaudiólogo não é aquele que apenas identifica sintomas clínicos dentro da escola (via triagens) e encaminha esses alunos para o atendimento clínico, o objetivo vai além disso. Propomos ser parceiros da escola, acolhendo as angústias dos educadores, dos pais e das crianças. O fonoaudiólogo atua na possibilidade de circular sentidos, significantes que, às vezes, se mostram fixos na fala dos pais e educadores, como por exemplo &#8220;ele não vai aprender nada porque tem Síndrome de Down&#8221;. Será que a criança precisa ficar nesta posição ou ela pode ganhar outro lugar?</p>
<p>Às vezes, elas estacionam no seu processo de aquisição e desenvolvimento da linguagem oral e/ou escrita. Esses alunos escapam à possibilidade de terem significados no discurso da equipe justamente por apresentarem comportamentos estranhos ao ideal do educador que não consegue mais dar sentido para as produções da criança. Mas quando estão na escola, elas se beneficiam do encontro com a cultura, com a troca e com a circulação social que o ambiente escolar prevê e, na maioria das vezes, elas participam com as outras crianças e suas necessidades são tão especiais quanto às de qualquer outra.</p>
<p>Assim, como aconteceu com a Mélanie, e com tantas outras crianças que tem Síndrome de Down, deficiência auditiva, visual, dentre outras, que conseguem mostrar suas habilidades, o que elas precisam é de inclusão. Nesse sentido, a Fonoaudiologia Educacional tem crescido e, cada vez mais, o papel do fonoaudiólogo nas escolas tem se destacado, especialmente no âmbito educacional, proporcionando conhecimentos aos profissionais envolvidos no processo de ensino-aprendizagem, vislumbrando-se uma educação de qualidade para todos. Todas aprendem, elas precisam é de oportunidades.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Direitos Educacionais dos alunos com QI abaixo de 90 &#124; Deficiência Intelectual Leve</title>
		<link>https://www.almanaquedospais.com.br/direitos-educacionais-dos-alunos-com-qi-abaixo-de-90-deficiencia-intelectual-leve/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Almanaque dos pais]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2018 14:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dra. Claudia Hakim]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[aluno]]></category>
		<category><![CDATA[direito do aluno]]></category>
		<category><![CDATA[direito educacional]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Direitos Educacionais dos alunos com QI abaixo de 90 &#8211; deficiência intelectual leve. Direito ao Atendimento Educacional Especializado Até 1992 a Deficiência Intelectual era caracterizada pela Quantidade de Inteligência (Q.I.) Leve – Q.I. entre 50 – 70 Moderada – Q.I. entre 35 – 49 Severa – Q.I. entre 20 – 30 Profunda – Q.I. menor &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Direitos Educacionais dos alunos com QI abaixo de 90 &#8211; deficiência intelectual leve. Direito ao Atendimento Educacional Especializado</p>
<p><figure id="attachment_3811" aria-describedby="caption-attachment-3811" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3811" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2013/06/estudando-matematica-by-sanja-gjenero-500x375.jpg" alt="" width="500" height="375" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2013/06/estudando-matematica-by-sanja-gjenero-500x375.jpg 500w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2013/06/estudando-matematica-by-sanja-gjenero-500x375-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-3811" class="wp-caption-text">Foto: Sanja Gjenero00</figcaption></figure></p>
<h2>Até 1992 a Deficiência Intelectual era caracterizada pela Quantidade de Inteligência (Q.I.)</h2>
<p>Leve – Q.I. entre 50 – 70</p>
<p>Moderada – Q.I. entre 35 – 49</p>
<p>Severa – Q.I. entre 20 – 30</p>
<p>Profunda – Q.I. menor que 20</p>
<p>F70 (pelo CID 10).- Retardo mental leve</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Existem vários sistemas de classificação para a deficiência intelectual</strong>, sistemas esses comportamentais, etiológicos e educacionais. São abordadas classificações de acordo com a dependência da criança, de acordo com a capacidade funcional e adaptativa, e ainda de acordo com a gravidade da deficiência.</p>
<h2>De acordo com a dependência, que seria o grau de apoio que o indivíduo necessita em um ambiente particular, o comprometimento pode ser classificado, segundo Winnick (2004), como:</h2>
<p><strong>Intermitente:</strong> apoios de curto prazo se fazem necessários durante as transições da vida, como por exemplo, na perda do emprego ou fase aguda de uma doença, esse apoio pode ser de alta ou de baixa intensidade;</p>
<p><strong>Limitado:</strong> apoio regular durante um período curto. Nesse caso incluem-se deficientes que necessitam de um apoio mais intensivo e limitado, como por exemplo, o treinamento do deficiente para o trabalho por tempo limitado ou apoios transitórios durante o período entre a escola, a instituição e a vida adulta;</p>
<p><strong>Extensivo:</strong> apoio constante, com comprometimento regular; sem limite de tempo. Nesse caso não existe uma limitação temporal para o apoio, que normalmente se dá em longo prazo;</p>
<p><strong>Generalizado:</strong> apoio constante e de alta intensidade, possível necessidade de apoio para a manutenção da vida. Estes apoios generalizados exigem mais pessoal e maior intromissão que os apoios extensivos ou os de tempo limitado.</p>
<h2>Já no que diz respeito à capacidade funcional e adaptativa, a deficiência se classifica em:</h2>
<p>Dependentes: Geralmente QI abaixo de 25, casos mais graves, nos quais é necessário o atendimento por instituições. Há poucas, pequenas, mas contínuas melhoras quando a criança e a família estão bem assistidas;</p>
<p>Treináveis: QI entre 25 e 75, são crianças que se colocadas em classes especiais poderão treinar várias funções como disciplina, hábitos higiênicos, etc. Poderão aprender a ler e escrever em ambiente sem hostilidade, recebendo muita compreensão e afeto e com metodologia de ensino adequada;</p>
<p><strong>EDUCÁVEIS</strong>: QI entre 76 e 89, a <strong>inteligência é dita “limítrofe ou lenta”</strong> e estas crianças conseguem se adaptar em classes comuns (ainda que com muitas dificuldades, visto o sistema de ensino atual) <strong>EMBORA NECESSITEM DE ACOMPANHAMENTO PSICOPEDAGÓGICO ESPECIAL.</strong></p>
<h2>Com relação a gravidade da deficiência, de acordo com a classificação da Organização Mundial da Saúde – CID-10 é baseada no critério quantitativo e pode ser:</h2>
<p><strong>Profunda:</strong> São pessoas com uma incapacidade total de autonomia, apresentando dependência completa e limitações extremamente acentuadas de aprendizagem, inclusive aquelas que vivem num nível vegetativo. Por isso recomenda-se uma intervenção realizada no contexto domiciliar;</p>
<p><strong>Grave ou Severa</strong>: Fundamentalmente necessitam que se trabalhe para instaurar alguns hábitos de autonomia, já que há probabilidade de adquiri-los. Sua capacidade de comunicação é muito primária. Podem aprender de uma forma linear, são crianças que necessitam revisões constantes;</p>
<p><strong>Moderado:</strong> São pessoas que podem ser capazes de adquirir hábitos de autonomia e, inclusive, podem realizar certas atitudes bem elaboradas. Quando adultos podem freqüentar lugares ocupacionais;</p>
<p><strong>Leve ou Limítrofe</strong>: Podem chegar a realizar tarefas mais complexas com supervisão. São os casos mais favoráveis.</p>
<p>De acordo com Winnick (2004) o problema dos sistemas de classificação é o fato de rotularem as pessoas, no qual, esses rótulos tendem a desencadear expectativas comportamentais absolutas e reações emocionais negativas por parte da sociedade, provocando também idéias preconcebidas em relação às capacidades, às deficiências e ao potencial do indivíduo.</p>
<p>O grau de comprometimento da Deficiência Intelectual irá depender também da história de vida do paciente, particularmente, do apoio familiar e das oportunidades vividas, bem como das necessidades de apoio e das perspectivas de desenvolvimento.</p>
<p>O PDI é instrumento utilizado para adaptar o currículo escolar às necessidades dos alunos de inclusão escolar. Está amparado na Legislação Federal (Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9394/96), que orienta o atendimento de alunos com necessidades educacionais especiais decorrentes de deficiências e condutas típicas.</p>
<p>O Planejamento de desenvolvimento individual (PDI)  visa ao atendimento das dificuldades de aprendizagem das necessidades especiais dos educandos e ao favorecimento de sua escolarização. Consideram as competências e potencialidades dos alunos, tendo como referencia o currículo regular. Essa medida pode significar para os alunos que necessitam igualdade de oportunidades educacionais, promovendo a educação inclusiva, na perspectiva de uma escola para todos.</p>
<p>O Ministério da Educação e Cultura – <strong>MEC,</strong> através da Secretaria de Educação Fundamental publicou em 1998, um documento intitulado “<strong>PARAMETROS CURRICULARES NACIONAIS</strong>”, onde descreve como devem ser realizado o <strong>PDI</strong> no capítulo  ‘<strong>ADAPTAÇÕES INDIVIDUALIZADAS DO CURRICULO</strong>” (pg 43), no qual nos embasamos para descrever a definição desse Planejamento que se segue.</p>
<p>As adaptações tem o currículo regular como referencia básica, adotam formas progressivas de adequá-lo com as necessidades do aluno, aproveitando as suas habilidades para a inserção do conteúdo escolar. As adaptações dos conteúdos pedagógicos e do processo avaliativo devem obedecer algumas estratégias, como por exemplo:</p>
<p>– adequar os objetivos, conteúdos e critérios de avaliação, o que implica modificar os objetivos , considerando as condições do aluno em relação aos demais alunos da turma;</p>
<p>– priorizar determinados objetivos, conteúdos e critérios de avaliação, para dar ênfase aos objetivos , conteúdos e critérios de avaliação, para dar ênfase aos objetivos que contemplem as deficiências do aluno suas conduta típicas e altas habilidades, não abandonado os objetivos definidos para o grupo, mas acrescentando outros, concernentes com suas necessidades educacionais especiais;</p>
<p>Portanto, para fins de atendimento educacional especializado, os pais de um aluno com QI um pouco abaixo da média, podem utilizar o resultado em favor da criança, já que como deficiente intelectual leve ela pode ser valer das normas e garantias previstas no Estatuto a Pessoa com Deficiência , de 2015 (EPA) e artigos 58 e 59 da LDB, garantindo, assim o atendimento educacional especializado, enquanto que se considera como uma criança ou aluno com rebaixamento de QI tão somente, ou um abaixo da média normal das pessoas, ela corre sérios riscos de ficar sem atendimento educacional especializado.  Mas, parece que neuropsicólogos e médicos ficam receosos em laudar uma pessoa com QI abaixo da média como sendo deficiente intelectual leve. Porém, se os pais quiserem que seus filhos tenham direito a um Plano de Desenvolvimento Individualizado (PDI). A literatura é divergente, neste sentido, veja no comentário que trago abaixo.</p>
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			</item>
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		<title>Como fazer a matrícula na faculdade sem ter concluído de ensino médio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Claudia Hakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jun 2018 13:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dra. Claudia Hakim]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[direito do aluno]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino médio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprovação em vestibular sem a conclusão do ensino médio: Como fazer a matrícula na faculdade sem possuir o certificado de conclusão de ensino médio? Meio de ano e já chegaram os vestibulares e respectivas aprovações. Só que o seu filho foi prestar o vestibular, apenas para testar os seus conhecimentos e passou no curso desejado &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Aprovação em vestibular sem a conclusão do ensino médio: Como fazer a matrícula na faculdade sem possuir o certificado de conclusão de ensino médio?</strong></p>
<p><figure id="attachment_11784" aria-describedby="caption-attachment-11784" style="width: 408px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-11784 size-full" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/12/estudante-adolescente-by-www-parentmap-com.jpg" alt="matrícula na faculdade sem ter concluído de ensino médio" width="408" height="240" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/12/estudante-adolescente-by-www-parentmap-com.jpg 408w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/12/estudante-adolescente-by-www-parentmap-com-300x176.jpg 300w" sizes="(max-width: 408px) 100vw, 408px" /><figcaption id="caption-attachment-11784" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução www.parentmap.com</figcaption></figure></p>
<p>Meio de ano e já chegaram os vestibulares e respectivas aprovações. Só que o seu filho foi prestar o vestibular, apenas para testar os seus conhecimentos e passou no curso desejado numa boa instituição de ensino e não quer perder a oportunidade de poder iniciar, desde já, o seu ensino superior. Como fazer ?</p>
<p>Já cuidei de casos assim em que consegui ordem judicial para resolver o problema em questão. Em alguns casos, eram alunos que possuíam 17 (dezessete) anos, e vinham cursando o 3º e último ano do ensino médio ou que até já iriam completar 18 anos, mas que não tinham concluído o ensino médio.</p>
<p>O perigo de dano pela demora numa decisão destas reside na possibilidade de perda da chance do aluno ver-se o autor matriculado em curso superior, dado o êxito na aprovação em vestibular.</p>
<p><strong>Em alguns destes casos consegui resolver com ação judicial. E em outros sem necessidade desta.</strong></p>
<p>A jurisprudência do eg. Tribunal de Justiça é de que a Lei nº 9.394/96 deve ser atenuada, com a análise caso a caso, para que o aluno com idade inferior a 18 anos, aprovado em vestibular para ingresso em unidade de ensino de nível superior, possa concluir o ensino médio, de maneira a permitir-lhes o acesso ao ensino superior:</p>
<p>A nossa Lei de Diretrizes Básicas da Educação deve ser flexibilizada, na medida em que, uma vez que o aluno revelou maturidade suficiente, ao ver-se aprovada no exame vestibular em instituição de ensino superior de prestígio, no curso por ele almejado, não se podendo perder de vista que o vestibular tem, dentre outros escopos, a finalidade de aferir a maturidade do aluno.</p>
<p>Existem, sim, algumas soluções para este tipo de caso. Por isso, antes de largar o sonho de já iniciar a faculdade, em caso de aprovação em vestibular conceituado, e, para não ter que aguardar a conclusão do ensino médio, por uma mera formalidade burocrática, não deixe de consultar um advogado e verificar se existem soluções jurídicas, para que que este sonho se realize, mais breve do que o esperado.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Educação domiciliar &#8211; Homeschooling no Brasil, o que a norma legal diz a respeito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Almanaque dos pais]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 May 2018 11:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dra. Claudia Hakim]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[direito do aluno]]></category>
		<category><![CDATA[direito educacional]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A educação domiciliar, popularmente conhecida por sua denominação em língua inglesa – homeschooling –, por serem os países anglo-saxões os locais onde essa modalidade mais se desenvolveu, tem atraído a atenção de crescente número de famílias brasileiras. Seja pelo seu desencanto com a baixa qualidade das escolas públicas, combinado com o alto custo das instituições &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A educação domiciliar, popularmente conhecida por sua denominação em língua inglesa – homeschooling –, por serem os países anglo-saxões os locais onde essa modalidade mais se desenvolveu, tem atraído a atenção de crescente número de famílias brasileiras. Seja pelo seu desencanto com a baixa qualidade das escolas públicas, combinado com o alto custo das instituições privadas, seja pelo ambiente carregado de violência e de desrespeito a princípios básicos de convivência nas instituições escolares de todo tipo, essas famílias têm optado por desenvolver a educação de seus filhos no ambiente do doméstico, com observância às individualidades de cada educando, aos seus tempos próprios de aprendizagem e aos valores morais e preceitos éticos do grupo familiar.</p>
<p><figure id="attachment_13934" aria-describedby="caption-attachment-13934" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-13934 size-full" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2017/02/estudante-aluno-by-www-theministrymom-com.jpg" alt="Educação domiciliar Homeschooling no Brasil" width="660" height="330" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2017/02/estudante-aluno-by-www-theministrymom-com.jpg 660w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2017/02/estudante-aluno-by-www-theministrymom-com-300x150.jpg 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2017/02/estudante-aluno-by-www-theministrymom-com-600x300.jpg 600w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" /><figcaption id="caption-attachment-13934" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução www.theministrymom.com</figcaption></figure></p>
<p>Contudo, ao se falar em educação domiciliar e a sua admissão no Brasil é necessário que se analisem os dispositivos constitucionais e infraconstitucionais, que organizam a educação no país.</p>
<h2>Homeschooling no Brasil &#8211; Educação Domiciliar</h2>
<p><strong>Até o presente momento não existe norma legal que assegure aos demandantes o direito de educarem seus filhos em casa, tendo em vista que a prática do ensino domiciliar não se encontra regulamentada por nenhuma lei até então vigente, </strong>embora já tenha muitas famílias adeptas –, mas é bastante comum em outros lugares, sendo reconhecida em mais de 60 países.</p>
<p>Camila Hochmüller Abadie, mãe homeschooler em tempo integral, autora do blog Encontrando Alegria e professora em diversos cursos livres voltados para a capacitação das famílias que optam pela educação domiciliar (“Ensine seus filhos a gostar de ler” e “Homeschooling 1.0”, entre outros), acredita que as principais motivações que levam as famílias a optarem pela educação domiciliar são: a péssima qualidade do ensino, pois o Brasil sempre ocupa as piores posições nos rankings internacionais de educação e o péssimo ambiente escolar, onde, muitas vezes, as crianças são expostas a bullying, drogas, violência, doutrinação ideológica e sexualização precoce.</p>
<p>Em quase dois anos de educação domiciliar, ela nunca teve problemas com a Justiça, <strong>mas anseia por uma validação legal e uma regulamentação que discipline como os educandos obterão documentos oficiais de conclusão de etapas escolares.</strong> Hoje, eles usam as provas de supletivos ou exames oficiais de certificação.</p>
<p>Muitas famílias que optam pelo ensino domiciliar vivem, assim, na clandestinidade, pois são perseguidas e processadas pelo Ministério Público. Na parte educacional existe dificuldade no preparo de um currículo a ser seguido, falta disponibilização de orientação e ferramentas para as famílias.</p>
<p>A legislação prevê o crime de abandono intelectual, com detenção de 15 dias a um mês.</p>
<p>Enquanto especialistas em educação se dividem sobre o tema, o próprio Ministério da Educação se posiciona contra. Segundo o MEC, a proposta de ensino domiciliar não apresenta amparo legal, ferindo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a LDB e a própria Constituição Federal. O MEC deu o Parecer, num Projeto de Lei, de que a família não deve privar seus filhos do convívio escolar, e que cabe obrigatoriamente ao Estado o dever de assegurar a educação escolar das crianças e adolescentes. O MEC segue  Parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE) que “<strong><em>conclui que a Constituição Federal aponta nitidamente para a obrigatoriedade da presença do aluno na escola”. </em></strong></p>
<p>Existe uma ação suspensa no STF, que está aguardando julgamento, que irá apreciar sobre os casos de ações de <em>Homeschooling,</em> que já estão em juízo. Em despacho, o Ministro do STF, Barroso, considerou “<em>relevante o debate acerca dos limites da liberdade de escolha dos meios pelos quais a família deve prover a educação de crianças e adolescentes, de acordo com as suas convicções pedagógicas, morais, filosóficas, políticas e/ou religiosas”. </em>Ele atentou, ainda, para <strong>a falta de mecanismos de controle em relação ao ensino domiciliar, como a frequência do aluno e o conteúdo lecionado.</strong></p>
<p>Como advogada atuante no Direito Educacional afirmo que ainda <strong>não há leis permitindo a prática do Homeschooling no Brasil</strong>. Portanto , ainda é proibido. O que temos são projetos de leis, que não foram aprovados. Existem ações individuais de algumas famílias , pedindo a permissão para a prática do Homeschooling.</p>
<p>Num processo <em>homeschooling</em>, há que se ter um projeto de estudo bem elaborado, a indiação de um tutor  e as formas de avaliação do conteúdo ensinado bem consistentes para se apresentar ao juiz. A prática de <em>Homeschooling,</em> enquanto não se existir previsão legal expressa, é crime de abandono intelectual. Mas são poucos os caso de famílias que praticaram o <em>Homeschooling</em> e foram representadas por abandono intelectual, mas a chance, ainda que remota, existe.</p>
<p>A decisão da Corte terá repercussão geral: deverá ser aplicada aos processos que tramitam no país sobre este assunto. Mas, a decisão somente contemplará as ações que já foram propostas pedindo a permissão para a sua prática. Vejam bem : na teoria tudo parece lindo, mas, na prática , não é fácil de se implantar o <em>Homeschooling.</em> Ainda não temos previsão ou permissão legal para a sua prática e a ação que está no STF não foi julgada e só dirá respeito às ações já impetradas neste sentido.</p>
<p>O tema chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) em maio de 2015, na forma de um recurso apresentado por uma família gaúcha do município de Canela, empenhada em tirar a filha da escola formal e instituir o ensino em casa. A decisão da Corte terá repercussão geral: deverá ser aplicada aos processos que tramitam no país sobre este assunto. Atenção: SOMENTE AOS PROCESSOS QUE TRAMITAM NO PAÍS SOBRE ESTE ASSUNTO E NAO A TODAS AS FAMÍLIAS QUE DESEJEM  PRÁTICA-LO! AINDA PRECISAM DE AUTORIZAÇÃO LEGAL, se quiserem fazê-lo.</p>
<p>Em parecer enviado ao STF em dezembro de 2015, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, opinou contra o pedido da família gaúcha. Argumentou que o artigo 205 da Constituição garante a educação como “direito de todos e dever do Estado e da família”, mas não abre brecha para o ensino doméstico. No documento, Janot defendeu a escola como espaço de convívio de diferenças e aprendizado coletivo. “É altamente desejável, para a construção do projeto constitucional de uma sociedade livre, justa e solidária, que as crianças possam conviver com outras crianças e com elas aprender a respeitar e valorizar as diversidades que permeiam o corpo social, sejam elas de gênero, etnia, origem, credo, aptidão física ou qualquer outra”, anotou. Ele atentou, ainda, para a falta de mecanismos de controle em relação ao ensino domiciliar, como a frequência do aluno e o conteúdo lecionado.</p>
<p>Os pais que quiserem, ainda assim, praticar o <em>Homeschooling </em>podem : ou ingressar com ação judicial solicitando permissão judicial neste sentido e comprovar o plano pedagógico a ser oferecido ao aluno e quem o ofertará (tutor, professor, etc) e a forma de avaliação  ou, caso não queira ingressar com a ação, poderá correr os riscos de uma eventual representação do Ministério Público por abandono intelectual e, quando o aluno tiver 15 anos, ele poderá prestar as provas do EJA, para obtenção do certificado de conclusão de ensino fundamental e com 18 anos, ele poderá prestar o ENCCEJA para obtenção do certificado de conclusão de ensino médio e assim realizar Cursos técnicos ou faculdade. Para realizar a faculdade, o aluno vai precisar apresentar o certificado de conclusão de ensino médio para a realização da matrícula e expedição do diploma de ensino superior.</p>
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		<title>Encceja 2018 será aplicado em Datas Diferentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Claudia Hakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Apr 2018 11:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dra. Claudia Hakim]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encceja 2018 :  O principal Exame Certificador do Brasil irá acontecer em quatro diferentes datas para cada uma das modalidades! Confira o calendário e faça sua inscrição! Brasileiros de todas as regiões do país estão em busca das melhores oportunidades dentro do mercado de trabalho e, para isso, devem terminar os estudos. Uma ótima opção &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Encceja 2018 :  O principal Exame Certificador do Brasil irá acontecer em quatro diferentes datas para cada uma das modalidades! Confira o calendário e faça sua inscrição!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14253" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2017/06/encceja-2017.jpg" alt="" width="660" height="330" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2017/06/encceja-2017.jpg 660w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2017/06/encceja-2017-300x150.jpg 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2017/06/encceja-2017-600x300.jpg 600w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" /></p>
<p>Brasileiros de todas as regiões do país estão em busca das melhores oportunidades dentro do mercado de trabalho e, para isso, devem terminar os estudos. Uma ótima opção para conseguir concluir os estudos formais é o Encceja 2018!</p>
<p>O Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) é o principal teste para garantir certificados de Ensino Fundamental e Médio para pessoas de todos os estados federativos.</p>
<p><strong>Os interessados deverão fazer as inscrições Encceja 2018 entre os dias 16 e 27 de abril.</strong> Já as datas das provas irão variar de acordo com as modalidades: Encceja Nacional, Encceja Exterior, Encceja PPL Nacional (Pessoas Privadas de Liberdade) e Encceja PPL Exterior.</p>
<h2>As prova Encceja 2018 acontecerão, portanto:</h2>
<p>* <strong>Encceja Nacional 2018: 5 de agosto</strong>;</p>
<p>* Encceja Exterior 2018: 16 de setembro;</p>
<p>* Encceja PPL Exterior 2018: entre dias 17 e 21 de setembro;</p>
<p>* Encceja PPL Nacional 2018: dias 18 e 19 de setembro.</p>
<p>Para saber mais, acesse: <strong><a href="http://enccejanacional.inep.gov.br/encceja">http://enccejanacional.inep.gov.br/encceja</a></strong></p>
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		<title>Cadastro Nacional para Identificar Alunos Superdotados &#124; MEC</title>
		<link>https://www.almanaquedospais.com.br/cadastro-nacional-para-identificar-alunos-superdotados-mec/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Claudia Hakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2018 11:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dra. Claudia Hakim]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[aluno]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[superdotação]]></category>
		<category><![CDATA[superdotado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até onde eu sei, não houve, ainda, a elaboração do tão propalado Cadastro Nacional que o MEC anunciou que criaria para identificar os alunos superdotados do Brasil. A última notícia que tive a este respeito foi lançada aqui, no site do MEC : http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=58001:alunos-com-altas-habilidades-ganharao-cadastro-nacional e que, apenas, indica a intenção do MEC em criar este cadastro, &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Até onde eu sei, não houve, ainda, a elaboração do tão propalado <strong>Cadastro Nacional que o MEC</strong> anunciou que criaria para <strong>identificar os alunos superdotados do Brasil.</strong> A última notícia que tive a este respeito foi lançada aqui, no site do MEC : <a href="http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=58001:alunos-com-altas-habilidades-ganharao-cadastro-nacional">http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=58001:alunos-com-altas-habilidades-ganharao-cadastro-nacional </a>e que, apenas, indica a <strong>intenção do MEC em criar este cadastro,</strong> para fins de desenvolver junto a estes alunos políticas públicas para o atendimento das necessidades educacionais especiais destes alunos e que proporcionem o pleno desenvolvimento do seu potencial.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10262" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/03/menina-superdotada.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/03/menina-superdotada.jpg 750w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/03/menina-superdotada-300x200.jpg 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/03/menina-superdotada-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Segundo consta no site do MEC, a intenção era de que fosse criado, até o início deste ano de 2.018, o referido cadastro. Mas, <strong>não tenho notícias da criação do mesmo. </strong></p>
<p>Foi, inclusive, um dos temas de destaque do Encontro Nacional de Formação Continuada para os Núcleos de Atividades de Altas Habilidades e Superdotação (NAHHS), realizado no dia 01/12/2017.</p>
<p>A <strong>criação do cadastro</strong> está prevista na <strong>Lei nº 13.234, de 2015</strong>. Para fazer com que as políticas cheguem aos estudantes superdotados, o MEC, no segundo semestre de 2.017, fez um <strong>levantamento sobre esses alunos</strong>, que estão na rede de <strong>educação básica e superior</strong>. A partir desses dados, foi desenvolvida a proposta de cadastro. O censo escolar de 2016 registrou 15.995 estudantes com altas habilidades em todo o país.</p>
<p>“<em>Temos ainda grandes desafios nessa área, como identificar esses alunos”,</em> pontuou a secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi/MEC), Ivana de Siqueira.</p>
<p><strong>Potencialidades </strong>– De acordo com a secretária, <strong>a meta era, até o início de 2018,</strong> concluir a proposta de cadastro, que, num segundo momento, será submetida a consulta pública e enviada à Presidência da República. “<em>É uma área de muita importância, porque são talentos que nós estamos desperdiçando por não canalizar bem as potencialidades desses alunos, por não os conhecer e não ter como atendê-los. </em><strong>Precisamos fazer um investimento grande na formação de professores para eles saibam identificar e como trabalhar com esses alunos”.</strong></p>
<p>A ideia é a identificar estes alunos para ampliar o seu atendimento.</p>
<p>Enfim, estou acompanhando notícias da criação e efetiva implantação deste cadastro. Na teoria tudo continua muito lindo ; na prática, permanecemos na mesma. Sem atendimento e sem políticas efetivas para o atendimento destes alunos com altas habilidades / superdotação.</p>
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		<title>Ensinar outro idioma afeta o desenvolvimento da linguagem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raquel Luzardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2018 11:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dra. Raquel Luzardo]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[fonoaudiologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Vivenciar uma segunda língua estimula o cérebro infantil, que está mais aberto para fazer as sinapses (ligações e conexões). A associação feita pelo cérebro com as palavras no idioma materno e no estrangeiro faz com que os pequenos desenvolvam essas conexões".</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ensinar outro idioma afeta o desenvolvimento da linguagem?</strong></p>
<p><em>As crianças são como &#8220;esponjas&#8221; &#8211; absorvem tudo o que lhes são apresentadas</em></p>
<p><figure id="attachment_14481" aria-describedby="caption-attachment-14481" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-14481 size-full" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2018/02/aluno-outro-idioma-by-gemmlearning-com.jpg" alt="aluno segundo idioma outro idioma ingles" width="500" height="334" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2018/02/aluno-outro-idioma-by-gemmlearning-com.jpg 500w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2018/02/aluno-outro-idioma-by-gemmlearning-com-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-14481" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução www.gemmlearning.com</figcaption></figure></p>
<p>Até há alguns anos, pouco se falava sobre a introdução e as causas de um segundo idioma no <strong>desenvolvimento da linguagem</strong><strong> </strong>das crianças. As famílias só procuravam uma escola especializada quando os filhos já estavam maiores. Só que com o aumento na oferta de escolas bilíngues no país, muitos pais têm recorrido ao ensino de uma outra língua já na pré-escola, mas muitos também ficam inseguros &#8211; será que meu filho terá atraso no desenvolvimento da linguagem se for exposto a duas ou mais línguas?</p>
<p>Segundo a fonoaudióloga, Raquel Luzardo, especialista em linguagem e atendimento infantil, o aprendizado de um segundo idioma não atrapalha nem atrasa o desenvolvimento da linguagem. Nos primeiros anos de vida, o cérebro se desenvolve muito rápido. São milhares de conexões neurológicas novas e aprender qualquer coisa nessa fase se torna muito mais fácil, inclusive idiomas diferentes. &#8220;Vivenciar uma segunda língua estimula o cérebro infantil, que está mais aberto para fazer as sinapses (ligações e conexões). A associação feita pelo cérebro com as palavras no idioma materno e no estrangeiro faz com que os pequenos desenvolvam essas conexões&#8221;, explica.</p>
<p>Raquel conta que as crianças são como &#8220;esponjas&#8221; &#8211; absorvem tudo o que lhes são apresentadas e, nesta fase ainda não conhecem e nem sabem falar corretamente a maioria das palavras da língua nativa. Então para elas &#8220;tanto faz&#8221; se o que escutam é português, inglês, francês ou alemão, simplesmente aprendem como dizer aquilo e gravam em seus cérebros com a maior naturalidade, como parte do seu desenvolvimento. Além disso, aquelas que aprendem inglês ou qualquer outra língua mais cedo têm a chance de chegarem mais rápido na pronúncia perfeita, porque nessa idade nosso aparelho fonador (boca e língua) ainda está em desenvolvimento e, além de aprender outros idiomas com mais facilidade, a criança também aprende sem sotaques e sem vícios de linguagem. &#8220;Com o tempo vamos perdendo essa habilidade e sentimos mais dificuldade em pronunciar sons que não são do nosso idioma, por exemplo o som &#8220;th&#8221;, do inglês, que não temos um equivalente a esse no português, como nas palavras <em>think</em> ou <em>they</em>.</p>
<h2><strong>Tempo certo</strong></h2>
<p>Para Raquel, se a criança não apresentar nenhuma dificuldade na língua materna, não haverá nenhuma outra no aprendizado do segundo idioma. &#8220;E se ela está mais inserida em outra língua, aprendendo todos os sons e fonéticas do idioma e desenvolvendo as duas línguas ao mesmo tempo, as chances de ser fluente nos dois idiomas mais cedo são muito maiores&#8221;, completa.</p>
<h2><strong>A especialista dá algumas dicas para os pais que ajudam a estimular o aprendizado de outra língua:</strong></h2>
<p>&#8211;  Músicas infantis em outro idioma possuem expressões básicas e mostram para a criança que existe uma língua diferente da que ela já sabe;</p>
<p>&#8211; Aplicativos para celular ou tablet com canções apropriadas para a faixa etária com os quais podemos apresentar a canção e deixá-la ouvir e cantar junto. Ouvir e reproduzir a canção ajuda a absorver a pronúncia naturalmente. Através da música a criança capta palavras e seus significados e cantar atua na articulação de músculos da face e da mandíbula, resultando em uma pronúncia mais clara e natural;</p>
<p>&#8211; Outra atividade muito estimulante é contar histórias. Identificar a história favorita da criança e apresentá-la em outra versão como o inglês é muito interessante. No Youtube é possível encontrar diversas delas, principalmente as clássicas. Basta colocar o título da história em inglês (por exemplo, Chapeuzinho Vermelho se torna <em>Little Red Riding Hood</em>). Em geral, a linguagem é simples e clara para o público infantil e, como a criança já sabe a história, passa a assimilar as palavras de cada passagem na língua estrangeira;</p>
<p>&#8211; Existem também desenhos, como a Dora Aventureira e Super Why, que trazem palavras e expressões em inglês para mostrar ao pequenos que existe outra forma de falar o que eles já sabem.</p>
<p>Use a tecnologia a seu favor!</p>
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		<title>Você já ouviu falar do ENCCEJA? Exame para certificação de ensino médio para jovens e adultos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Claudia Hakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2018 11:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dra. Claudia Hakim]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>VOCÊ JÁ OUVIU FALAR DO ENCCEJA ? EXAME PARA CERTIFICAÇÃO DE ENSINO MÉDIO PARA JOVENS E ADULTOS ? O ENCCEJA (Exame para Certificação de Competências de Jovens e Adultos) é um exame totalmente gratuito servindo para conceder certificados de conclusão do Ensino Médio, para quem não teve oportunidade de concluir os estudos na idade escolar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>VOCÊ JÁ OUVIU FALAR DO ENCCEJA ? EXAME PARA CERTIFICAÇÃO DE ENSINO MÉDIO PARA JOVENS E ADULTOS ?</p>
<p>O ENCCEJA (Exame para Certificação de Competências de Jovens e Adultos) é um exame <strong>totalmente gratuito</strong> <strong>servindo para conceder certificados de conclusão do Ensino Médio, para quem não teve oportunidade de concluir os estudos na idade escolar adequada para jovens e adultos residentes no Brasil</strong> ou no Exterior. As provas são aplicadas no mesmo dia (manhã e tarde), podendo participar qualquer brasileiro que tenha 15 anos ou mais de idade até a data da realização das provas para o Ensino Fundamental, <strong>e ter 18 anos ou mais até a data da realização da prova para o Ensino Médio.</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14253 size-full" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2017/06/encceja-2017.jpg" alt="encceja 2018" width="660" height="330" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2017/06/encceja-2017.jpg 660w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2017/06/encceja-2017-300x150.jpg 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2017/06/encceja-2017-600x300.jpg 600w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" /></p>
<p>Qualquer um pode participar do exame do ENCCEJA, podendo estudar sozinho, com o apoio de um amigo ou através de escolas de supletivo públicas ou privadas. <strong>Sob o reconhecimento do Ministério da Educação </strong>em todo o Território Nacional, <strong>o exame é feito pelo INEP</strong> (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira).</p>
<p>O exame do ENCCEJA <strong>é composto de quatro provas</strong> onde <strong>é necessário se obter 100 pontos por matéria no mínimo</strong>. Para atingir 100 pontos por matéria é necessário acertar 10 questões de 30 de cada prova, ou seja, é necessário acertar 1/3 de cada prova para se habilitar em cada uma das 4, e<strong> nota igual ou superior a 5 em redação </strong>de um total de 10 pontos.</p>
<p>O ENCCEJA passou a ser realizado visando à certificação do Ensino Médio, pois o ENEM Desde então se destina somente a aprovação para o ensino superior.</p>
<p>À parte, para quem não tem certificação de conclusão do Ensino Médio, basta se inscrever todo ano normalmente para ENCCEJA, quando houver (normalmente a cada 1 ou 2 anos) <strong>e na ficha de inscrição pela internet marcar que deseja o certificado de conclusão do Ensino Médio, lembrando que o ENCCEJA é gratuito</strong>. <strong>Assim, a prova será utilizada para obtê-la mesmo que não tenha frequentado uma escola</strong>.</p>
<p>No ano em que <strong>conseguir completar todas as pontuações mínimas, basta se dirigir a Secretaria da Educação do seu Estado</strong>, ou ao consulado brasileiro no país onde estiver, <strong>e solicitar a emissão do certificado de conclusão do ensino correspondente</strong>, fundamental e/ou médio obtidos. <strong>Algumas Secretarias da Educação de alguns Estados </strong>mais informatizados<strong> estão emitindo o certificado de conclusão automaticamente e enviando para a Diretoria de Ensino mais próxima e, por sua vez, esta última direciona para a própria escola onde os candidatos fizeram as provas.</strong></p>
<p>O exame do ENCCEJA é constituído de provas estruturadas da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>Prova 1 &#8211; Linguagens, Códigos e suas Tecnologias;</li>
<li>Prova 2 &#8211; Matemática e suas Tecnologias;</li>
<li>Prova 3 &#8211; Ciências Humanas e suas Tecnologias;</li>
<li>Prova 4 &#8211; Ciências da Natureza e suas Tecnologias;</li>
<li>Redação.</li>
</ul>
<p>Essas áreas do conhecimento foram estabelecidas a partir do currículo da Base Nacional Comum, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN&#8217;s).</p>
<p>É importante ficar atento aos sites oficiais para obter mais detalhes sobre as matrículas, principalmente.</p>
<p>Uma dúvida que sempre surge também é relacionada a necessidade de fazer a prova de Ensino Fundamental para depois garantir o certificado de Ensino Médio. Importante: quem busca os dois certificados pode fazer diretamente a segunda prova, desde que já tenha 18 anos completos.</p>
<p>Ou seja, o certificado de Ensino Médio possui a certificação de Ensino Fundamental integrada.</p>
<p>Caso tenha restado alguma dúvida sobre o ENCCEJA 2018, você pode ligar diretamente para o INEP e esclarecer as suas dúvidas, <strong>telefone do Inep é: 0800 616161.</strong> Boa sorte, e seja persistente e confiante, estude e tenha disciplina para conseguir o tão sonhado diploma de conclusão dos estudos.</p>
<p><strong>É importante ficar atento aos sites oficiais para obter mais detalhes sobre as matrículas</strong>, principalmente. <strong>Até a publicação deste post não havia data oficial para a realização do ENCCEJA 2018.</strong></p>
<hr />
<p>Extraído do site :<span style="color: #ff0000;"> <a style="color: #ff0000;" href="https://www.encceja2018.pro.br/">https://www.encceja2018.pro.br/</a></span></p>
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