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	<description>Do sonho de ser mãe e por toda sua maternidade</description>
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		<title>Significado das Cores da Saída da Maternidade do Bebê</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2022 16:39:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos para bebês]]></category>
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		<category><![CDATA[saída da maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil existe a tradição de se usar amarelo no dia do nascimento do bebê, e vermelho no dia de sair da maternidade. Conheça o significado das cores das roupas do bebê para escolher a melhor Cor para Saída da Maternidade.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil existe a tradição de se usar amarelo no dia do nascimento do bebê, e vermelho no dia de sair da maternidade, mas você conhece o significado das cores das roupas do bebê para escolher a melhor Cor para Saída da Maternidade?</p>
<h2>Significado das Cores da Saída da Maternidade do Bebê</h2>
<p>Apesar da cor mais famosa ser a vermelha, a Saída da Maternidade pode ter a cor que você mais gostar. Conhecer os significado das cores também é ótimo para ajudar na hora de escolher a melhor roupinha do bebê.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-14882" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2022/06/saida-da-maternidade-significado-das-cores-600x600.png" alt="" width="600" height="600" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2022/06/saida-da-maternidade-significado-das-cores-600x600.png 600w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2022/06/saida-da-maternidade-significado-das-cores-300x300.png 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2022/06/saida-da-maternidade-significado-das-cores-150x150.png 150w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2022/06/saida-da-maternidade-significado-das-cores-768x768.png 768w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2022/06/saida-da-maternidade-significado-das-cores.png 1080w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Significado das Cores das Roupas do Bebê</h2>
<ul>
<li><strong>Amarelo:</strong><br />
Vida, Prosperidade e Riqueza</li>
<li><strong>Azul:</strong><br />
Serenidade, Saúde e Paz</li>
<li><strong>Rosa:</strong><br />
Amor, Felicidade e Beleza</li>
<li><strong>Lilás:</strong><br />
Delicadeza, Sabedoria e Sucesso</li>
<li><strong>Laranja:</strong><br />
Alegria, Vitalidade e Força</li>
<li><strong>Verde:</strong><br />
Saúde, Serenidade e Pureza</li>
<li><strong>Vermelho:</strong><br />
Proteção, Boas Energias e Amor</li>
<li><strong>Branco:</strong><br />
Pureza, Leveza e Calma</li>
</ul>
<p><em>*O Vermelho é a cor preferida para a saída da maternidade, já que a proteção se refere, também, à inveja e mau olhado.</em></p>
<h3>Você também vai gostar de ler:</h3>
<p><a href="https://www.almanaquedospais.com.br/mala-da-maternidade-itens-documentos-dicas-e-cuidados/">Mala da Maternidade- itens, documentos e lista para download</a></p>
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		<item>
		<title>Coronavírus em Gestante &#124; Transmissão para o bebê no parto ou amamentação</title>
		<link>https://www.almanaquedospais.com.br/coronavirus-em-gestante-transmissao-para-o-bebe-no-parto-ou-amamentacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Almanaque dos pais]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2020 17:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Complicações]]></category>
		<category><![CDATA[O que você precisa saber]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho de parto coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coronavírus em gestante, será que passa para o bebê, aumenta risco de parto-prematuro ou traz algum outro risco?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Coronavírus em gestante, será que passa para o bebê, aumenta risco de parto-prematuro ou traz algum outro risco?</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="600" height="420" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/06/gripe-na-gravidez-by-www-kidspot-au-600x420.jpg" alt="" class="wp-image-10814" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/06/gripe-na-gravidez-by-www-kidspot-au.jpg 600w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/06/gripe-na-gravidez-by-www-kidspot-au-300x210.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption>Foto: Reprodução www.kidspot.au</figcaption></figure>



<p>As grávidas fazem parte do grupo de risco para todas as doenças transmissíveis, assim como bebês, crianças e idosos. Não é por menos, afinal o corpo da gestante está focado no desenvolvimento do bebê e tudo cuidado deve ser redobrado.</p>



<p>Como os casos são recentes, ainda não existem muitos estudos sobre o COVID-19, por isso fiz uma pesquisa sobre os estudos já publicados e fiz um resumo abaixo:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estudos relatam que não há transmissão para o bebê.</h2>



<p>Estudo publicado ontem, dia 16/03/2020 e outro estudo publicado dia 13/03/2020 relatam os casos em que gestantes que estavam com o COVID-19 &#8211; Coronavirus &#8211; não passaram a doença para os seus bebês.</p>



<p>A revista  <em>Frontiers in Pediatrics</em> publicou um artigo em que quatro gestantes com Coronavírus. Após o parto os quatro bebês foram isolados e uma unidade de terapia intensiva e nenhum apresentou os sintomas da doença.</p>



<p>Em três bebês foi realizado o teste, que deram negativo para o COVID-19. O outro bebê não pôde ser testando porque a mãe não autorizou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Teste com 10 mães com Coronavírus</h2>



<p>Estudo publicado pela <em>The Lancet</em>, com 10 mães com Coronavírus, não encontrou quaisquer evidências de que o vírus possa ser passado pelo bebê durante a gestação.</p>



<p>Coletaram amostras do líquido amniótico, sangue do cordão umbilical, coleta de amostras da garganta dos 10 bebês e também do leite materno das 10 mães.</p>



<p>Todos os exames deram negativo para o Coronavírus.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bebê em Londres testou positivo para o COVID-19</h2>



<p>Neste último sábado, dia 14/03/2020, um bebê testou positivo para o COVID-19, porém os médicos não sabem dizer se a transmissão aconteceu durante a gravidez ou o parto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Coronavírus em Gestante | Transmissão para o bebê no parto ou amamentação</h2>



<p>Algumas informações e recomendações importante para a gestantes.</p>



<ul><li>Diferente da H1N1, em que a evolução da doença é mais grave em gestantes, o Coronavírus não tem se mostrado mais grave para este grupo.;</li><li> Em nenhum caso houve malformação do bebê;</li><li> Por ser uma infecção pouco conhecida, ainda estamos aprendendo sobre ela;</li><li>Ainda não há vacinas contra o Coronavírus, mas é importante que a gestante mantenha a carteira de vacinação em dia;</li><li>A gestante deve se manter hidratada e tomando todos os cuidados para prevenir do Coronavírus;</li><li>Evitar aglomerações, inclusive pronto-socorro caso tenha sintomas leves;</li><li>Pessoas que tenham contato com a gestante devem tomar as mesmas precauções e não ter contato com pessoas doentes.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a gestante deve procurar um hospital?</h2>



<p>Sempre que apresentar febre que se mantém alta e/ou dificuldade para respirar.</p>



<p>Mesmos com sintomas leves, avisar o ginecologista.</p>



<p>A automedicação também traz riscos para a gestante e o bebê, fale com seu médico antes de se medicar. Não há remédios para o vírus, e muitos medicamentos podem trazer complicações para o bebê.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2020/03/coronavirustasnsmissaosintomas-v3-197x600.jpg" alt="" class="wp-image-14697" width="500" height="1525" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2020/03/coronavirustasnsmissaosintomas-v3-197x600.jpg 197w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2020/03/coronavirustasnsmissaosintomas-v3-98x300.jpg 98w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2020/03/coronavirustasnsmissaosintomas-v3-768x2344.jpg 768w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2020/03/coronavirustasnsmissaosintomas-v3-671x2048.jpg 671w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2020/03/coronavirustasnsmissaosintomas-v3-scaled.jpg 839w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure>



<p>Fonte da imagem:  https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus </p>



<h2 class="wp-block-heading">Você também vai gostar de ler:</h2>



<p class="has-text-color has-vivid-cyan-blue-color"><strong><a href="https://www.almanaquedospais.com.br/como-evitar-otite-media-durante-amamentacao-de-seu-filho/">Como evitar Otite no bebê durante a Amamentação</a><br><a href="https://www.almanaquedospais.com.br/protese-de-mama-x-amamentacao/">Prótese de Mama X Amamentação</a><br><a href="https://www.almanaquedospais.com.br/trabalho-de-parto-como-e-o-trabalho-de-parto-fases-e-caracteristicas/">Trabalho de Parto: como &#8216;é, suas fases e como estimular </a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que se entende por parto humanizado?</title>
		<link>https://www.almanaquedospais.com.br/o-que-se-entende-por-parto-humanizado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Autor Convidado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2016 09:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[O que você precisa saber]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[guest post]]></category>
		<category><![CDATA[o que você precisa saber]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[parto na banheira]]></category>
		<category><![CDATA[tipos de parto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parto Humanizado: Importante ressaltar que a via e o local do parto não fazem dele mais ou menos humanizado. Cesárea ou parto normal podem sim ser humanizados</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><em>Via de parto não define se ele será um parto humanizado, e sim, a escolha da equipe de saúde</em></strong></h2>
<p>O conceito de humanização na área da saúde, em especial quando falamos em gestação e tipos de parto, vem sendo divulgado de maneira contraditória. Muitos defendem que o parto humanizado é o realizado em casa, na banheira e com a ajuda de uma doula. Porém, esse movimento não leva em consideração o ambiente arriscado em que o bebê nascerá.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-13667" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/12/parto-na-banheira.jpg" alt="parto-na-banheira" width="660" height="440" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/12/parto-na-banheira.jpg 660w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/12/parto-na-banheira-300x200.jpg 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/12/parto-na-banheira-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" /></p>
<p>O Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologia (ACOG), em recente artigo publicado na edição de novembro do <em>Obstetrics &amp; Gynecology, “Immersion in Water During Labor and Delivery”,</em> defende que o trabalho de parto na banheira trás muitos benefícios para as mães e bebês, porém, o parto precisa ser feito fora do ambiente aquático. “A imersão em água durante a primeira fase do trabalho pode oferecer alguns benefícios. Ele pode encurtar trabalho e está associada a uma diminuição do uso de epidurais. No entanto, é importante diferenciar entre trabalho de parto na água e parto na água. <strong>Não há nenhuma evidência científica que nos faça acredita que o parto na água traga benefícios para o bebê</strong>”, disse Joseph R. Wax, presidente do Comitê do ACOG.</p>
<h2>O que se entende por parto humanizado?</h2>
<p>Uma <strong>cesárea ou um parto normal podem sim ser humanizados</strong> quando realizados por uma equipe de saúde bem treinada e preocupada com o bem estar da mãe e do recém-nascido. “O que explicamos para as mães desde a primeira consulta do pré-natal é que faremos o que for melhor para a segurança do bebê e da mãe. Ele pode ser normal, com ou sem analgesia e, se necessário, ou se for a opção da gestante, uma cesárea.<strong> Importante ressaltar que a via e o local do parto não fazem dele mais ou menos humanizado. A humanização está relacionada com um bom atendimento, boas práticas, respeito ao paciente, assegurando o bem-estar da mãe e do recém-nascido</strong>”, explica a ginecologista e obstetra, Dra. Ana Lucia Beltrame.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-13666" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/12/parto-humanizado.jpg" alt="parto-humanizado" width="660" height="330" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/12/parto-humanizado.jpg 660w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/12/parto-humanizado-300x150.jpg 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/12/parto-humanizado-600x300.jpg 600w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" /></p>
<p>O parto domiciliar, feito dentro d’água em banheiros ou piscinas de plástico, acabam por criar um cenário propício para infecções, pois o bebê poderá nascer em um meio rico em bactérias. De acordo com o artigo publicado pelo ACOG, o bebê pode ter ainda dificuldades para manter a temperatura corporal, maior chance de danos no cordão umbilical e dificuldades respiratórias caso o bebê inale água da banheira. “No hospital, temos uma estrutura pensada para chegada da criança e, além disso, preparada para qualquer complicação que venha a surgir, desde uma intervenção cirúrgica até a necessidade imediata de ir para incubadora. Não é porque o parto é hospitalar, que ele deixará de ser humanizado”, finaliza Dra. Ana Lucia Beltrame.</p>
<hr />
<p style="text-align: right;"><strong>Sobre Dra. Ana Lucia Beltrame</strong></p>
<p style="text-align: right;">Médica formada pela Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo. Especializou-se em Ginecologia e Obstetrícia fazendo residência médica no Hospital das Clínicas na Universidade de São Paulo. Realizou sua pós-graduação como mestra em ciências na Universidade de São Paulo, tornando-se especialista na área de Reprodução Humana. Também é especialista em laparoscopia e histeroscopia pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Anualmente participa de congressos internacionais e é Membro da ASRM (American Society for Reproductive Medicine) e da ESHRE (European Society of Human Reproduction and Embriology).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pré-eclâmpsia</title>
		<link>https://www.almanaquedospais.com.br/pre-eclampsia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Almanaque dos pais]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2016 12:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Complicações]]></category>
		<category><![CDATA[complicações]]></category>
		<category><![CDATA[eclâmpsia]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[gestante]]></category>
		<category><![CDATA[grávida]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[pré-eclâmpsia]]></category>
		<category><![CDATA[recomendações]]></category>
		<category><![CDATA[riscos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pré-eclâmpsia ou toxemia gravídica é um distúrbio que afeta cerca de 5% das gestantes. Esse distúrbio consiste numa elevação da pressão arterial</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-thumbnail wp-image-1209" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2013/03/medidor-pressao-640x547-150x150.jpg" alt="medidor pressao" width="150" height="150" />A pré-eclâmpsia ou toxemia gravídica é um distúrbio que afeta cerca de 5% das gestantes. Esse distúrbio consiste numa elevação da pressão arterial causada pela gestação que pode ocorrer após a 20ª semana, porém é mais comum no terceiro trimestre.</p>
<h2><b>Sintomas da pré-eclâmpsia:</b></h2>
<p>As causa exatas desse distúrbio ainda são desconhecidas, porém ela pode progredir lentamente ou rapidamente e alguns sintomas podem ajudar a diagnosticá-la (apesar de em alguns casos ela ser assintomática):</p>
<ul>
<li>aumento da pressão arterial;</li>
<li>visão turva, dupla ou com manchas;</li>
<li>aumento excessivo de peso;</li>
<li>inchaço e perda de proteína pela urina;</li>
<li><strong> Em casos mais graves ela pode causar desmaios, convulsões, sangramento vaginal e até coma</strong>.</li>
</ul>
<p>Infelizmente não há uma forma eficaz de prevenir a pré-eclâmpsia, por isso a importância de realizar todas as consultas e exames pré-natais e sempre procurar o médico ao sinal de qualquer desconforto.</p>
<h2><b>Incidência:</b></h2>
<p>Apesar das causas serem desconhecidas, alguns fatores pode contribuir para o aparecimento da pré-eclâmpsia, são eles: hipertensão arterial antes da gravidez, gestação de múltiplos bebês, gestação após os 38 anos e antes dos 18 anos, lúpus, diabetes, obesidade, problema renal e histórico familiar das doenças relacionadas nesse tópico.</p>
<h2><b>Riscos:</b></h2>
<p>As consequências da pré-eclâmpsia são diversas, entre elas está a diminuição do fluxo sanguíneo na placenta que acarreta problema no desenvolvimento do bebê.</p>
<p>Em casos mais graves a pré-eclâmpsia pode evoluir para eclâmpsia, em que a pressão arterial sobre drasticamente, trazendo risco não só para o bebê, mas também para a gestante. A eclâmpsia pode ocorrer nas semanas finais da gestação ou logo após o parto.</p>
<h2><b>Recomendações:</b></h2>
<p>Caso a gestante seja diagnosticada com pré-eclâmpsia ela deverá fazer repouso e diminuir a ingestão de sal, as consultas acontecerão em intervalos menores para que o médico possa avaliá-la com frequência, verificar a pressão arterial, além de solicitar alguns exames para verificar a perda de proteínas pela urina e funcionamento de alguns órgãos como fígado por exemplo.</p>
<p>Havendo o aumento da pressão arterial o médico poderá receitar medicamentos que não fazem mal ao bebê. Para casos mais graves um anticonvulsionante poderá ser indicado.</p>
<p>O feto também será monitorado para avaliar placenta, tamanho, peso e líquido amniótico. Em alguns casos em que a vida da gestante ou do bebê corre risco de morte o médico decidirá pelo parto, mesmo que prematuro. O parto poderá ocorrer por indução ou por cesárea. Após o parto a mamãe continuará em observação por uns dias no hospital e depois a situação tende a melhorar, pois com a retirada da placenta a doença regride.</p>
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<hr />
<p style="text-align: right;"><em>Atualizado em 09/11/2016</em></p>
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		<title>Parto de lótus mantém o bebê ligado à placenta após o nascimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Alberto Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2016 10:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Alberto Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[O que você precisa saber]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[mamãe]]></category>
		<category><![CDATA[o que você precisa saber]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[tipos de parto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O parto de lótus é um procedimento no qual, após o nascimento, o neném se mantém ligado à placenta pelo cordão umbilical até que haja o descolamento ou a queda natural.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Parto de lótus mantém o bebê ligado à placenta após o nascimento</h2>
<p>O parto de lótus é um procedimento no qual, após o nascimento, o neném se mantém ligado à placenta pelo cordão umbilical até que haja descolamento ou queda natural. Algumas gestantes adotam este método por acreditarem em benefícios espirituais ao bebê.</p>
<p><a href="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/05/parto-de-lotus-by-www-dokterdigital-com.jpg" rel="attachment wp-att-12540"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12540" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/05/parto-de-lotus-by-www-dokterdigital-com.jpg" alt="parto de lotus" width="849" height="370" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/05/parto-de-lotus-by-www-dokterdigital-com.jpg 849w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/05/parto-de-lotus-by-www-dokterdigital-com-300x131.jpg 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/05/parto-de-lotus-by-www-dokterdigital-com-768x335.jpg 768w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/05/parto-de-lotus-by-www-dokterdigital-com-600x261.jpg 600w" sizes="(max-width: 849px) 100vw, 849px" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Foto: Reprodução www.dokterdigital.com</em></p>
<p>Sem dúvidas que esta espera de ligadura tardia do cordão é muito importante e traz inúmeras vantagens para o bebê: o sangue continuará levando oxigênio, ferro, nutrientes e hormônios para o neném e, por isso, não há motivos para se fazer o seu corte tão rapidamente. A equipe médica pode esperar a parada da pulsação para realizar o corte do cordão e consequente separação do bebê e a placenta.</p>
<p>A escolha por este tipo de parto deve ser de comum acordo entre a gestante e o seu médico. Se a mulher demonstrar este desejo, isso deve ser respeitado. Mas, ao mesmo tempo, é importante que o médico esclareça sobre os riscos de ocorrer uma putrefação deste órgão, o que pode atrair insetos e causar uma séria contaminação, inclusive para o bebê. Se mesmo assim a grávida optar pelo parto de lótus, a gestante deve ser orientada sobre os cuidados de higiene como, por exemplo, uso de sal grosso e flores, para evitar que o órgão apodreça, exale odores desagradáveis e cause infecções graves.</p>
<p><a href="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/05/parto-de-lotus.jpg" rel="attachment wp-att-12541"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12541" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/05/parto-de-lotus.jpg" alt="parto de lotus" width="640" height="427" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/05/parto-de-lotus.jpg 640w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/05/parto-de-lotus-300x200.jpg 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/05/parto-de-lotus-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Foto: Reprodução Pinterest</em></p>
<p>O parto de lótus não é uma prática defendida pelos médicos de maneira geral e está longe de ser incorporada no dia a dia da assistência. Atualmente, no Brasil, ainda é difícil demonstrar para as mulheres e para a maioria dos médicos a importância de um parto normal humanizado, imagina convencer a gestante a deixar a placenta colada ao bebê e levar este órgão para casa?</p>
<p>Só o fato de estimularmos a realização do parto humanizado, defendendo os princípios básicos da necessidade da mulher no trabalho de parto, promover o contato pele a pele da mãe com o bebê no pós-parto, estimular o aleitamento na primeira hora e a participação do marido na assistência do parto, todas estas medidas já contribuem para que a gestante tenha uma experiência única do nascimento, sem a necessidade de correr riscos como no parto de lótus.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>A gravidez múltipla e o parto de gêmeos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Alberto Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2016 10:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Alberto Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[O que você precisa saber]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez de gêmeos]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez múltipla]]></category>
		<category><![CDATA[o que você precisa saber]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho de parto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gravidez múltipla e o parto de gêmeos Mesmo planejando a gestação, muitas mulheres costumam se assustar quando o resultado dá positivo. Imagina quando descobrem então que estão esperando dois ou mais bebês? Foto: Nora-Pacher A gravidez múltipla costuma gerar muitas dúvidas por parte dos pais, principalmente sobre a hora do nascimento. É sabido que este &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>A gravidez múltipla e o parto de gêmeos</h2>
<p>Mesmo planejando a gestação, muitas mulheres costumam se assustar quando o resultado dá positivo. Imagina quando descobrem então que estão esperando dois ou mais bebês?</p>
<p><a href="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/05/gemeos-by-Nora-Pacher.jpg" rel="attachment wp-att-12472"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12472" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/05/gemeos-by-Nora-Pacher.jpg" alt="gemeos gravidez múltipla" width="600" height="450" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/05/gemeos-by-Nora-Pacher.jpg 600w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/05/gemeos-by-Nora-Pacher-300x225.jpg 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/05/gemeos-by-Nora-Pacher-330x248.jpg 330w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Foto: Nora-Pacher</em></p>
<p>A gravidez múltipla costuma gerar muitas dúvidas por parte dos pais, principalmente sobre a hora do nascimento. É sabido que este tipo de gestação requer cuidados especiais, mas, assim como em qualquer gravidez, se estiver correndo tudo bem com a mãe e os fetos, o parto normal é recomendável.</p>
<p>Em condições ideais, sem uma patologia prévia, o mais interessante é que o nascimento dos bebês ocorra por via vaginal, mesmo porque os benefícios de um parto normal são vários: é mais seguro para a mamãe e os bebês, há um menor risco de hemorragia, a recuperação da mulher é mais rápida e o contato entre a mãe e os bebês é imediato.</p>
<p>A indicação de cesárea só deve acontecer se a gestante apresentou hipertensão arterial durante a gestação; suspeita de descolamento de placenta; se o primeiro bebê estiver numa posição transversa ou pélvica; se o peso dos nenês estiver abaixo do esperado; ou em casos mais graves como a transfusão feto-fetal, condição em que um bebê pode levar o óbito do outro.</p>
<h2>Tempo de gestação</h2>
<p>Na gravidez gemelar é até considerado normal um trabalho de parto prematuro, antes das 37 semanas. Um dos fatores que leva a essa precocidade é a hiperdistensão do útero, ou seja, o órgão é esticado de modo precoce tendo dois nenês do que somente um. A hiperdistensão, junto com a pressão que estes bebês fazem no colo do útero, pode levar a uma ruptura de membranas.</p>
<p>Estudos internacionais apontam muitos critérios no que diz respeito à gestação gemelar superar as 38 semanas. Os médicos defendem que, ao deixar passar este prazo e esperar a gestante entrar em trabalho de parto, é necessário que a mãe não tenha tido nenhuma complicação durante a gestação e que a vitalidade fetal esteja preservada.</p>
<p>A probabilidade de gêmeos nascerem prematuros é grande, por isso, a gestante deve receber uma boa assistência durante seu pré-natal. A equipe médica precisa realizar um monitoramento constante da mãe e dos bebês para que tenha o mínimo de intercorrência durante a gravidez e no momento do nascimento.</p>
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		<title>A comunicação e o respeito humano evitam a violência obstétrica</title>
		<link>https://www.almanaquedospais.com.br/comunicacao-e-o-respeito-humano-evitam-violencia-obstetrica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Alberto Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2016 10:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Alberto Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[O que você precisa saber]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[mamãe]]></category>
		<category><![CDATA[o que você precisa saber]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[violência obstétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alguns tipos de violência obstétrica são fáceis de identificar, mas outros podem passar despercebidos por mulheres acreditam ser procedimentos comuns.</p>
<p>The post <a href="https://www.almanaquedospais.com.br/comunicacao-e-o-respeito-humano-evitam-violencia-obstetrica/">A comunicação e o respeito humano evitam a violência obstétrica</a> appeared first on <a href="https://www.almanaquedospais.com.br">Almanaque dos Pais</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>A comunicação e o respeito humano evitam a violência obstétrica</h2>
<p>A gravidez pode gerar muitas expectativas, dúvidas e receios. A mulher se sente insegura, vulnerável e com medo, sobretudo no momento do parto. Mas, o que era para ser um momento mágico pode se tornar um verdadeiro pesadelo para muitas gestantes.</p>
<p><a href="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/04/mulher-chorando-by-www-magicmaman-com.jpg" rel="attachment wp-att-12379"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12379 size-full" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/04/mulher-chorando-by-www-magicmaman-com.jpg" alt="Foto: Reprodução www.magicmaman.com" width="800" height="450" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/04/mulher-chorando-by-www-magicmaman-com.jpg 800w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/04/mulher-chorando-by-www-magicmaman-com-300x170.jpg 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/04/mulher-chorando-by-www-magicmaman-com-600x338.jpg 600w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/04/mulher-chorando-by-www-magicmaman-com-338x190.jpg 338w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Foto: Reprodução www.magicmaman.com</em></p>
<p>A violência obstétrica é um assunto atual, mas ainda pouco discutido. Eu, como obstetra e defensor do parto humanizado, fico inconformado com os possíveis tratamentos desumanos à gestante durante a gravidez, no momento do parto e após o nascimento do bebê.</p>
<p>Algumas destas violências são fáceis de identificar, mas outras podem passar despercebidas visto que muitas mulheres ainda acreditam que alguns procedimentos são, de fato, comuns. Entretanto, os abusos podem não ser apenas provindos de alguma atitude, mas sim de uma palavra, um gesto, um movimento de ombros.</p>
<p>O médico tem que ter a noção que não é o senhor absoluto. A socialização do conhecimento e a grande difusão de informações fazem com que, no mínimo, a mãe tenha uma boa conversa com o médico e deixe claro o que ela pretende.</p>
<p>Há muitos <strong>sinais de violência obstétrica</strong>. Recusa no atendimento, agressões verbais, comentários constrangedores, privação de acompanhante, indicação excessiva de medicamentos,  exames sucessivos de toque, cesárea agendada por conveniência e interesse médico, perda da autonomia da mulher para com seu corpo e da sua capacidade de decidir, são algumas violências que muitas vezes passam despercebidas.</p>
<p>Um destes abusos, caracterizados como violência obstétrica, me chama muito a atenção. Trata-se da episiotomia, incisão feita na região do períneo, que é feita com o argumento que isso é importante para a saída do bebê. Percebo que muitos médicos ainda têm muita dificuldade de abrir mão da episiotomia, achando que seja um procedimento necessário e indispensável, quando, na verdade, os estudos mostram que não é exatamente isso e que podemos abrir mão dele na hora do parto.</p>
<p>Outra situação é a indicação de uma cesárea. Atualmente, a mulher precisa discutir um pouco mais sobre isso. Não se pode simplesmente afirmar que este tipo de parto é o mais  tranquilo e achar que a grávida deve aceitar. O médico tem que rever a sua linguagem e a forma como trata suas pacientes. O ideal é que esta relação seja humanizada e que juntos possam definir qual o método mais indicado.</p>
<p>O plano de parto é o momento ideal para que a mulher possa se expressar, relatar o que gostaria ou não em sua gravidez e no momento do parto, falar sobre seu pré-natal e o que deseja na hora do nascimento do seu bebê. E o médico precisa estar aberto para este tipo de discussão. Achar que a mulher está querendo “ensinar a missa para o vigário” é abrir espaço para a violência obstétrica.</p>
<p>A principal arma para se evitar a violência obstétrica é a comunicação. O tema é extremamente amplo e importante, passível de muitas discussões com a participação de todos os atores envolvidos no processo: estudantes de medicina, academia, médicos, professores, sociedade e, principalmente, as mulheres e seus familiares</p>
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		<title>Fiz duas cesáreas e isso não me torna uma pessoa pior ou melhor</title>
		<link>https://www.almanaquedospais.com.br/fiz-duas-cesareas-e-isso-nao-torna-uma-pessoa-pior-ou-melhor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Monica Romeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2015 10:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Monica Romeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cesárea]]></category>
		<category><![CDATA[cesariana]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho lido uma enxurrada de posts, notícias e comentários que denigrem as mães que realizaram cesárea, as julgam como criminosas sem avaliar as razões que as levaram a esse tipo de parto...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho lido uma enxurrada de posts, notícias e comentários que denigrem as mães que realizaram cesárea, as julgam como criminosas sem avaliar as razões que as levaram a esse tipo de parto: influência de terceiros, saúde, motivos emocionais ou por convicção.</p>
<p>Calma lá pessoal, alguém aí já parou para pensar que nenhuma mulher que ama seus filhos é capaz de optar por um parto que pode fazer mal a ele? E desde quando cesárea é crime? Desde quando o tipo de parto define o tipo de mãe que você é?</p>
<p>Não importam as razões que levaram a mulher ou o médico a optarem pela cesárea, o tipo de parto não influencia de forma alguma na qualidade da mãe, não é o tipo de parto que lhe tornará melhor ou pior do que qualquer outra mãe e, acredite, o tipo de parto não é diretamente proporcional ao quanto você ama, cuida, educa ou se dedica ao seu bebê.</p>
<p>Eu, particularmente, sou fã do parto normal humanizado, ou seja, o parto em que o bebê sai pela vagina, porém permite o uso de anestésicos ou indutores para que, em alguns casos, o parto não seja uma experiência traumática. Acredito que o “parto vaginal” seja o melhor para mãe e bebê por muitas razões, entre elas por conta da estimulação natural para o aleitamento materno, recuperação da mãe, entre outros motivos que dariam outro post.</p>
<p>Se me perguntarem o que acham de mulheres que optam por parto cesáreo por medo ou qualquer outra razão não médica, minha resposta é simples: É a escolha dela e eu respeito, assim como respeito quem gosta de rosa, azul, verde ou roxo, mesmo minha cor preferida sendo vermelho.</p>
<p>Para mim o parto normal, infelizmente, não foi possível, após uma semana com contrações cada vez mais frequentes e um dia inteiro com contrações que chegaram a intervalos de 4 minutos e nada de dilatação, elas simplesmente pararam e meu bebê quase não se mexia mais. Foi então que meu médico me falou:</p>
<p>&#8211; Monica, chegamos a um momento em que o médico é quem decide o melhor para sua paciente e, neste momento, a escolha do parto não é mais uma decisão sua. Meu objetivo é entregar uma criança saudável para uma mãe saudável e, conforme os exames, o seu filho começará a entrar em sofrimento fetal, em uma escala de 0 a 10 a sua chance de um parto normal é de 0. Vamos realizar uma cesariana.</p>
<p>Claro que fiquei chateada, não era o que eu havia planejado durante toda a gestação e eu já havia sido “influenciada” por tantos posts que condenavam as mães que recorriam à cesárea. E foi refletindo sobre minha impossibilidade para o parto normal ( -Por que comigo??) que eu caí na real, o que importa é que eu esteja saudável para receber meu filho saudável, exatamente como meu médico disse. Eu tento parto normal na próxima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><figure id="attachment_9987" aria-describedby="caption-attachment-9987" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-9987" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/02/nascimento-Lucas1-600x450.jpg" alt="Nascimento do meu primogênito Lucas (janeiro de 2011)" width="600" height="450" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/02/nascimento-Lucas1-600x450.jpg 600w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/02/nascimento-Lucas1-300x225.jpg 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/02/nascimento-Lucas1-330x248.jpg 330w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/02/nascimento-Lucas1.jpg 720w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-9987" class="wp-caption-text">Nascimento do Lucas (janeiro de 2011)</figcaption></figure></p>
<p>O parto foi um sucesso, minha recuperação também foi ótima, amamentei, meu filho estava hiper saudável e com 9 meses (ainda mamando no peito) engravidei novamente. Em minha primeira consulta pré-natal o meu obstetra e maior incentivador do parto normal já me avisou: &#8211; Já sabe que terá outra cesárea, neh? O intervalo interpartal é muito curto para arriscarmos um parto normal.</p>
<p>E meu segundo parto foi cesáreo novamente, com zero de dilatação e muito mais tranquilidade, afinal eu não sou melhor ou pior do que outras mães, mas sou a melhor mãe que posso ser, assim como você.</p>
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		<title>Parto normal ou cesariana?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Silvana Chedid]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2015 10:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dra. Silvana Chedid]]></category>
		<category><![CDATA[O que você precisa saber]]></category>
		<category><![CDATA[cesárea]]></category>
		<category><![CDATA[cesariana]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[parto natural]]></category>
		<category><![CDATA[parto normal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parto normal ou cesariana: saiba mais sobre parto normal e conheça os benefícios e riscos da cesariana, e quando esta é indicada.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto a OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda que apenas 15% dos partos sejam feitos por cesariana, no Brasil o SUS realiza 40% dos partos por este método. Quando falamos do índice na saúde complementar (privada), a porcentagem chega a 84,60%. A prática da cesariana no Brasil, mais que uma necessidade médica é uma opção cultural que o Ministério da Saúde está tentando mudar com projetos de conscientização e também com medidas anunciadas para 2015 que você pode conferir no quadro abaixo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-9836" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/01/parto-normal-ou-cesariana-600x398.jpg" alt="parto normal ou cesariana" width="600" height="398" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/01/parto-normal-ou-cesariana-600x398.jpg 600w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/01/parto-normal-ou-cesariana-300x199.jpg 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/01/parto-normal-ou-cesariana.jpg 1024w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pesar da cesariana ser um avanço importante que, se recomendada pelo obstetra deve ser realizada, pois em muitos casos ela pode salvar e já salvou vidas, quando não existe indicação médica a cesárea ocasiona riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê: <strong>Aumenta em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe, segundo dados do Ministério da Saúde</strong>.</p>
<p>Outra razão para fomentar o parto normal vem de vários estudos que indicam que o parto Cesárea é um fator de risco consistente para a não amamentação na primeira hora de vida, pois durante o parto normal é produzido um forte estímulo de hormônios para a produção de leite materno, e amamentar na primeira hora de vida é altamente recomendável por ser este um mecanismo potencial para a promoção da saúde, associado à maior duração do aleitamento materno e à redução de mortes infantis.</p>
<p>Na reprodução assistida, por exemplo, existe o mito que o parto deve ser Cesárea, algo que não é real. A indicação de parto normal ou cesariana depende da evolução da gravidez propriamente dita e não do fato de ser ou não oriunda de um tratamento de fertilidade. Este assunto é tratado no meu livro chamado “Infertilidade”.</p>
<p>Partindo da realidade que cada caso é único, a mulher deve conversar com seu obstetra e ouvir sua recomendação antes de tomar a decisão, sendo que o parto normal, por não ser um processo cirúrgico, é a opção preferível quando a gravidez não tem complicações.</p>
<p>[notification type=&#8221;notification_info&#8221; ]Clique na imagem abaixo para ampliar[/notification]</p>
<p><figure id="attachment_9839" aria-describedby="caption-attachment-9839" style="width: 594px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/01/cesariana-no-brasil-e-mundo.jpg" target="_blank"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-9839 size-large" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/01/cesariana-no-brasil-e-mundo-594x600.jpg" alt="cesariana no brasil e mundo" width="594" height="600" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/01/cesariana-no-brasil-e-mundo-594x600.jpg 594w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/01/cesariana-no-brasil-e-mundo-297x300.jpg 297w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/01/cesariana-no-brasil-e-mundo-54x54.jpg 54w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/01/cesariana-no-brasil-e-mundo-69x69.jpg 69w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2015/01/cesariana-no-brasil-e-mundo.jpg 940w" sizes="(max-width: 594px) 100vw, 594px" /></a><figcaption id="caption-attachment-9839" class="wp-caption-text">Imagem: Folha de São Paulo (07/01/2014)</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Parto normal e parto natural é a mesma coisa?</strong></h2>
<p>Não. Apesar do parto normal, igual o parto natural ser um “parto vaginal”, no caso do parto natural o bebê nasce sem intervenções médicas como anestesia, analgésicos ou substâncias para acelerar as contrações que eventualmente podem ser aplicadas em um parto normal. É possível fazer o parto natural em um hospital.</p>
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		<title>Partindo do princípio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2014 11:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Patricia Carrenho Ruiz]]></category>
		<category><![CDATA[mamãe]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vou falar de um assunto espinhoso e muito polêmico atualmente: o parto. Sinto que estou “colocando a mão na cumbuca”, mas, vamos lá&#8230; Meu filho Lucas, hoje com 2 anos, nasceu de parto normal após indução devido ao rompimento da bolsa de líquido amniótico antes do início do trabalho de parto, com 40 semanas e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vou falar de um assunto espinhoso e muito polêmico atualmente: o parto. Sinto que estou “colocando a mão na cumbuca”, mas, vamos lá&#8230;</p>
<p><figure id="attachment_7497" aria-describedby="caption-attachment-7497" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-7497" alt="Foto: Alexandro Heredia" src="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/04/parto-by-Alejandro-Heredia-640x426-300x199.jpg" width="300" height="199" srcset="https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/04/parto-by-Alejandro-Heredia-640x426-300x199.jpg 300w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/04/parto-by-Alejandro-Heredia-640x426-600x399.jpg 600w, https://dsrrl2qsquyq4.cloudfront.net/wp-content/uploads/2014/04/parto-by-Alejandro-Heredia-640x426.jpg 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-7497" class="wp-caption-text">Foto: Alexandro Heredia</figcaption></figure></p>
<p>Meu filho Lucas, hoje com 2 anos, nasceu de parto normal após indução devido ao rompimento da bolsa de líquido amniótico antes do início do trabalho de parto, com 40 semanas e 6 dias de gestação. Ele nasceu no hospital em que eu trabalhava como médica assistente do setor de neonatologia, na mesma sala de parto onde recepcionei muitos recém-nascidos durante 6 anos. Posso dizer que o parto do Lucas foi uma experiência prazerosa e recompensadora, pois estava em um ambiente conhecido, cercada por pessoas que conhecia e confiava, podendo fazer escolhas amparada por excelentes profissionais e pela minha própria experiência profissional. Ou seja, não sirvo de exemplo pois para a maioria das mulheres não é possível  conjugar todos esses fatores&#8230;</p>
<p>Mas além da minha própria experiência como parturiente, tenho alguns anos de experiência como pediatra em sala de parto, em serviços que atendiam gestantes de baixo e de alto risco. Já presenciei inúmeros absurdos, que hoje são chamados de violência obstétrica, mas também presenciei inúmeras situações em que a intervenção médica salvou vidas, de bebês e de mulheres.</p>
<p>Não acho que o parto domiciliar seja a solução de todos os problemas; acho que é necessária uma estrutura capaz de fornecer 100% de assistência quando algo não acontece como esperado, para a mãe ou para o bebê. O modelo assistencial, as pesquisas e os avanços científicos das últimas décadas permitiram a redução das taxas de mortalidade materna e neonatal, não há como negar. Mas também acho que essa estrutura tem que ser acolhedora para a mulher, inspirar confiança, prover informações que a ajudem a tomar decisões e entender o que está acontecendo. Na verdade, tudo isso deve começar no pré-natal. Preparar-se para o nascimento de um bebê não é apenas comprar berço, roupinhas e lembrancinhas; é se informar sobre o que acontece durante a gestação, estar em sintonia com as modificações físicas e emocionais do período e assumir-se protagonista do ato de trazer uma criança ao mundo.</p>
<p>O que eu observo hoje é um “nós” contra “eles”, médicos e mulheres aparentemente em lados opostos. Por que será que as coisas chegaram a esse ponto?</p>
<p>Em primeiro lugar, acho que hoje as informações estão mais acessíveis para a população em geral, em diversas fontes; existem muitos sites, blogs, reportagens sobre gestação, parto, maternagem, criação de filhos e qualquer outro assunto, alguns muito bons outros meio duvidosos… E ainda é muito forte o famoso “&#8230;aconteceu com uma conhecida minha…”.</p>
<p>Em segundo lugar, uma triste realidade é a deterioração da relação médico-paciente, secundária a inúmeros fatores como o péssimo sistema de saúde vigente, tanto público como suplementar, a sobrecarga de trabalho, a baixa remuneração e também fatores relacionados à formação médica.</p>
<p>Com certeza, essa é uma discussão bastante superficial de porque as coisas são como são hoje em dia… Acredito que as pessoas, os pacientes, as gestantes, todos têm mesmo que ter acesso a informações sobre saúde e bem-estar, para que possam ter mais autonomia sobre seu corpo, sua saúde, seus hábitos de vida. Acredito que os médicos precisam rever alguns aspectos de suas práticas e ter atitudes mais acolhedoras para com seus pacientes. Acredito que o sistema de saúde deveria ser mais justo e igualitário, ao invés de deixar insatisfeitos tanto médicos quanto pacientes.</p>
<p>Ao invés de “médicos” contra “gestantes”, deveríamos todos trabalhar pelo interesse comum: uma gravidez plena, que termine com o nascimento de um bebê saudável e uma mãe bem amparada, prontos para a fantástica viagem que é a maternidade.</p>
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